Os dez jingles mais representativos da história

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Os dez jingles mais representativos da história

Usada desde o período colonial, a peça publicitária continua sendo eficaz para fixar marca ou conceito na mente do consumidor

Victória Navarro
5 de dezembro de 2017 - 17h34

Foi em 1932, quando o rádio passou a veicular peças, que os jingles ganharam notoriedade no mercado da propaganda. Porém, a trajetória da música como mensagem publicitária começou muito antes. No período colonial, vendedores de rua já divulgavam seus produtos por meio de poemas. Bem mais tarde, em 1950, com a chegada da TV, imagens passaram a acompanhar jingles que até então eram só ouvidos. A partir daí, surgiram produtoras de áudio, o que profissionalizou o mercado e acirrou a concorrência entre peças. “Esse crescimento do mercado de produção fonográfica, para a publicidade, foi fundamental para que se atingisse o nível de excelência que temos hoje e, principalmente, para a criação de jingles inesquecíveis que continuam na nossa cabeça”, diz Fábio Barbosa Dias, autor do livro Jingle é a alma do negócio.

 

(Crédito: reprodução – Pexels)

De forma geral, a decisão de incluir um jingle à campanha vem da agência de propaganda. Normalmente sem músicos em suas equipes, essas empresas contratam produtoras de áudio e estúdios. Por meio de um briefing com características da marca ou até mesmo referências musicais, o músico dá origem à peça publicitária. Fábio Barbosa Dias ainda explica que, mesmo com essa teorização do processo criativo, não há uma receita de bolo aplicável em todas as circunstâncias que demandam a composição de uma música para a publicidade. “Tem de se levar em conta uma série de fatores fundamentais como o produto, serviço ou marca anunciados, onde será veiculado, perfil do público-alvo a ser atingido, tempo de veiculação e etc”, fala. No período de produção, outros músicos podem ser envolvidos.

Apesar de transcorrer diversas fases do Brasil, o jingle não perdeu força. O método continua sendo uma das formas mais eficazes de fixar uma marca ou conceito na mente do consumidor. “Ninguém acorda com um anúncio de jornal, um comercial de TV, um outdoor ou post de Facebook na cabeça, mas muitas vezes acorda com o refrão de um jingle, que pode ter sido ouvido no dia anterior ou há 20 anos”, diz Fábio Barbosa Dias. Quando bem construídas, as músicas publicitárias ganham um lugar cativo na memória afetiva das pessoas.

Ao Meio & Mensagem, Fábio Barbosa Dias destaca, por ordem cronológica, os dez jingles mais representativos na história brasileira. Confira:

1. Cobertores Parahyba

2. Varig Estrela

3. Pernambucanas

4. Banco Nacional

5. Café Seleto

6. Vasp

7. Chevrolet

8.  Estrela

9. Guaraná Antarctica

10. Guaraná Antarctica

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