No Brasil, Y&R e VML seguem separadas

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No Brasil, Y&R e VML seguem separadas

Marcos Quintela assume como CEO do VMLY&R Group no País ao lado de David Laloum, da Y&R, e Fernando Taralli, da VML

Isabella Lessa
30 de novembro de 2018 - 11h52

David Laloum, Marcos Quintela e Fernando Taralli (Crédito: Divulgação)

Y&R e VML permanecem como operações distintas no mercado brasileiro. O comunicado oficial, feito pela VMLY&R global nesta sexta-feira, 30, também anuncia que o grupo será liderado localmente por Marcos Quintela, na função de CEO, e pelos respectivos presidentes da Y&R, David Laloum, e da VML, Fernando Taralli, que também passa a liderar a operação no mercado latino.

Como operações independentes, a Y&R e a VML brasileiras poderão administrar melhor seus respectivos portfólios e, ao mesmo tempo, se beneficiarem da nova estrutura organizacional da fusão global entre as marcas, anunciada pelo WPP em 26 de setembro. Com a criação do grupo VMLY&R, a marca Newcomm deixa de existir.

Segundo o CEO global da VMLY&R, Jon Cook, o grupo irá oferecer a sinergia necessária para o mercado brasileiro, além de ampliar investimentos em novas tecnologias e capacidades para aprimorar a entrega aos clientes locais. “Este novo modelo permitirá que impulsionemos assets compartilhados e ferramentas à medida que antecipamos oportunidades emergentes e necessidades neste mercado em rápido desenvolvimento”, diz o executivo no comunicado.

À frente da Y&R Brasil como presidente desde janeiro de 2016, David Laloum coordena mais de 300 funcionários e supervisiona contas robustas como Casas Bahia, Itaipava e Vivo. Já a VML Brasil caminha para seu sétimo ano de operação no País sob a gestão de Fernando Taralli. Com 140 profissionais e escritórios em São Paulo e Rio de Janeiro, a agência atende as contas de AOC, Netflix e Viacom/Porta dos Fundos, entre outras.

Nesta nova fase, além de seguir como CEO da VML, Taralli também terá a missão de liderar a integração entre as duas marcas na América Latina ao lado do diretor regional John Lynn. De acordo com o anúncio oficial, o modelo adotado no Brasil é resultado de uma profunda análise e entendimento do mercado brasileiro e suas necessidades.

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