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Só um setor da sociedade não faz uma revolução

O fotógrafo Sebastião Salgado apresenta ao público de São Paulo seu terceiro grande projeto: Genesis
Salgado: ter uma agência de produção própria é o maior luxo que um fotógrafo pode ter.
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Salgado: ter uma agência de produção própria é o maior luxo que um fotógrafo pode ter. Crédito: Arthur Nobre

Por Roseani Rocha

Em fevereiro, Sebastião Salgado celebrará 70 anos, dos quais 40 dedicados à fotografia, que transformou o brasileiro nascido em Aimorés (MG) em profissional de renome internacional. Três projetos de longa duração marcaram sua trajetória: Trabalhadores (1986-1992), Êxodos (1994-1999) e Genesis, ao qual se dedicou nos últimos oito anos. Parte das fotografias será exibida no Sesc Belenzinho, em São Paulo, até 1º de dezembro. Lélia Wanick Salgado, esposa de Sebastião e curadora da mostra, descreve Genesis como “um poema de amor, com imagens que exaltam a majestade e a fragilidade do nosso planeta”. O projeto também vira livro publicado pela Editora Taschen e documentário, em elaboração pelo filho do casal, Juliano Salgado, em parceria com o cineasta alemão Wim Wenders.

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