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Amor em tempos de crise

Pesquisas da E-Bit e do Reclame Aqui mostram a expectativa dos consumidores em relação ao Dia dos Namorados

Mariana Stocco
10 de junho de 2016 - 13h00

O movimento no comércio apresentado no Dia das Mães, que registrou queda de 8,4% nas vendas com relação ao ano passado, não deve ser diferente no Dia dos Namorados. Uma pesquisa do Reclame Aqui shopping-bag-with-heart-shape-symbol-closesobre o comportamento dos consumidores nesta data apontou que dos mais de 33 mil consumidores que participaram do estudo, 46,24% confirmaram que não pretendem comprar presentes neste ano.

Já os brasileiros que querem presentear seus namorados representam 36,28% e os indecisos, 17,48%. Ao serem questionados sobre a aquisição de um presente em 2015, 76,5% confirmaram que fizeram compras. Dos que irão investir em um presente para a pessoa querida, 48,81% disseram que pretendem comprar algo no setor de moda. Os presentes do setor de tecnologia, incluindo smartphones, eletrônicos, notebooks e tables, somam 7,7% do total.

Para 75,37% das pessoas, a crise econômica interferiu na decisão de compra, fazendo que com que tomassem a decisão de gastar menos neste Dia dos Namorados. Do total, 21,06% dos consumidores pretendem gastar a mesma coisa de outros anos. Apenas 3,57% dos consumidores devem desembolsar mais do que na mesma data de anos anteriores.

Quase 35% dos consumidores disseram que vão gastar entre R$ 50 e R$ 100 em presentes para o Dia dos Namorados em 2016. Abaixo deste valor, 17% das pessoas pretendem gastar até R$ 50. Outros 26% garantem que vão gastar entre R$ 100 e 200. Apenas 8,3% vão desembolsar mais de R$ 400 na data. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Google, 46% dos consumidores deixam para buscar pelos presentes uma semana antes ou até mesmo na data do Dia dos Namorados.

O estudo revelou que os consumidores preferem comprar o presente em lojas físicas, representando 65,54% das respostas. Do restante, optou-se por fazer a compra online. A pesquisa realizada pela E-Bit, apontou que o faturamento do comércio online crescerá cerca de 3%, totalizando R$ 1.4 bilhões e um aumento de 13% no tíquete médio. Já nas lojas físicas, a perda será de R$ 5,2 blihões (13%).

Confira o infográfico realizado pela E-bit:

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