Coala Festival se inspira em cultura gamer

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Coala Festival se inspira em cultura gamer

Com patrocínio de Skol, edição 2017 tem conceito inspirado na nostalgia dos anos 90 e reunirá atrações como Caetano Veloso e Emicida

Karina Julio
3 de agosto de 2017 - 11h01

Apostar em movimentos artísticos e na cultura da web tem sido uma boa estratégia para marcas que querem se comunicar com o consumidor jovem, e o Coala Festival, que chega à quarta edição em São Paulo, aposta nesta fórmula para a edição de 2017. No dia 12 de agosto, o evento terá apresentações de Caetano Veloso, Emicida, Liniker e os Caramelows, Tulipa Ruiz e outros artistas no Memorial da América Latina. O conceito para o evento é todo inspirado na cultura dos games, e a divulgação transforma os artistas em players dos games — com avatares pixelados em referência aos games da década de 90.

Avatar de Caetano Veloso em campanha de divulgação. Foto: Divulgação

O Coala Festival surgiu em 2014 e se propunha a trazer atrações pouco vistas nos palcos dos festivais, com público de seis mil pessoas na edição inicial. Agora, o evento mira novos horizontes e targets, trazendo artistas novos e veteranos, e com a expectativa de receber 12 mil pessoas na próxima semana. O investimento cresceu mais de 100% em relação à primeira edição, de acordo com a organização.

“Cada vez mais recebemos pessoas de fora. No primeiro ano de festival, 96% do público era de São Paulo. Hoje, cerca de 20% vem de fora. É um festival democrático e não tem restrições de segmento. Tem o cara de humanas e o cara da engenharia circulando no mesmo ambiente”, conta Thiago Custódio, sócio e diretor de marketing do Coala, explicando que o objetivo é estimular a troca de ideias e repertórios.

O crescimento também inspira um reconhecimento cada vez maior do festival perante as marcas. O patrocínio do evento é de Skol, com apoio da Jameson e Spotify (player oficial) e parcerias de mídia com Vevo e Eletromídia. As cotas de patrocínio variam entre R$ 50 mil e R$ 500 mil. A curadoria da programação é de Gabriel Andrade e Marcus Preto, e o espaço deve trazer instalações que misturam arte e tecnologia, com ações de grafiteiros e grafiteiros.

“O evento foi pensado para ser democrático e amplificar manifestações de música e arte. Tudo isso só acontece porque marcas que têm isso na sua essência acreditam no projeto, e o entenderam como uma oportunidade de se conectar com o público jovem e formador de opinião”, acrescenta Thiago.

A Skol, por exemplo, patrocina pela terceira vez o festival e nesta edição terá um ambiente de convivência com acesso livre, com brindes e atividades para o público. “É o espaço perfeito para se conectar e estimular a convivência entre pessoas de diferentes estilos, idades e opiniões”, diz Adriana Molari, gerente de marketing de Skol.

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