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Brasil abaixo de zero e com audiência

Confederações dos esportes de gelo e neve aproveitam maior exposição na mídia com os Jogos Olímpicos de Inverno Pyeongchang 2018, que serão exibidos por Globo e SporTV, para atrair patrocinadores e fãs

Fernando Murad
9 de fevereiro de 2018 - 12h47

Abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno 2018 (crédito: Richard Heathcote/GettyImages)

Desde os Jogos Olímpicos de Inverno Vancouver 2010, o público brasileiro tem se acostumado a ouvir falar e a ver disputas esportivas no gelo e na neve. Naquele ano, a Record transmitiu o evento com exclusividade na TV aberta e registrou bons índices de audiência. Sochi 2014 – evento marcado por declarações homofóbicas do prefeito da cidade russa Anatoly Pakhomov que geraram muitas manifestações do público e das marcas nas redes sociais – não repetiu o sucesso de audiência, mas foi exibido por mais canais: Globo, Record, Band, Bandsports, SporTV e Record News.

Neste período, o brasileiro teve suas paixões de inverno, como o curling, por exemplo, e o espaço nas grades das emissoras para esportes no gelo e na neve cresceu, com a exibição de campeonatos mundiais de diversas modalidades. Para Pyeongchang 2018, Globo e SporTV, detentores dos direitos de transmissão, terão maior espaço em suas grades para a competição. Apenas no canal por assinatura, por exemplo, serão mais de 300 horas de programação ao vivo.

Nesta sexta-feira, 9, por exemplo, a transmissão da cerimônia de abertura realizado na Coreia do Sul marcou a inauguração do novo estúdio para os programas de esporte do Grupo Globo. Localizado na sede da Globosat, no Rio de Janeiro, o espaço também será a base para a cobertura da Copa do Mundo da Rússia, em junho e julho.

Novo estúdio para os programas de esporte da Globo e do Sportv (crédito: Rodrigo Castro)

Cobertura
O estúdio tem um painel de LED com 9,5 metros e resolução de 1.5 pixel, o maior da América Latina com essa qualidade de resolução, e funcionará como um centro de informações com dados dos jogos e dos atletas para os apresentadores e público. A estrutura, com um novo conceito, sem bastidores, tem um mezanino que permite mais um ponto de apresentação, somando 175 metros quadrados úteis.

Em parceria, as equipes do SporTV e da Globo estão com os repórteres Carol Barcellos, Marina Izidro e Guilherme Roseguini em PyeongChang. No Brasil, os apresentadores Fred Ring e Glenda Kozlowski estarão no comando dos programas especiais direto do novo estúdio do esporte. O SporTV mostrará as competições ao vivo entre 21h e 12h30. Nesta sexta-feira, 9, estreia o Conexão PyeongChang, programa diário que será transmitido ao vivo após as competições. A partir de terça-feira, 13, a Globo passará a exibir os jogos todos os dias de 0h até 5h, com cobertura ao vivo, matérias especiais e boletins diários apresentados por Glenda Kozlowski. A cobertura da Globo e do SporTV tem o patrocínio do Bradesco.

Patrocínio e torcida

Isabel Clark, do snowboard, vai para sua quarta Olimpíada (crédito: divulgação)

“A audiência aumentou consideravelmente não só nos Jogos, mas também durante a temporada regular, tanto em nossos canais digitais quanto em transmissões na TV das Copas do Mundo e Campeonatos Mundiais, impactando diretamente a nossa base de fãs, aumentando também o número de atletas”, conta Pedro Cavazzoni, CEO da Confederação Brasileira de Desportos na Neve (CBDN).

Enquanto buscam melhorar os resultados esportivos, a CBDN, responsável por modalidades como snowboard, ski alpino e cross country, e a Confederação Brasileira de Desportos no Gelo (CBDG), que cuida de bobsled, luge, skeleton, patinação, hóquei e curling, pensam no futuro e investem em ações para estreitar o relacionamento com os diversos públicos e atrair novos talentos e patrocinadores.

A CBDN lançou em janeiro o Snow Club, clube de vantagens que oferece benefícios relacionados ao turismo de neve e a indústria do esporte e bem-estar. O custo para os participantes é de R$ 280 por ano e a expectativa da entidade é de alcançar o número de 1.700 associados no primeiro ano. “O Snow Club é uma ideia que vem sendo desenvolvida há alguns anos, motivada pelo desejo da confederação de servir todos os brasileiros interessados na neve, seja no esporte de rendimento, na prática esportiva por lazer ou no turismo. Até aqui, o foco da entidade foi o esporte de rendimento, e o clube é o projeto que expande esse universo com objetivo de criar uma comunidade de pessoas que amam e se interessam pela neve”, afirma Pedro.

Equipe brasileira de Bobsled 4-man e a marca Ice Brasil (crédito: divulgação)

Já a CBDG apresentou, também em janeiro, a marca Ice Brasil. Desenvolvida pela Onda Web, a marca tem o objetivo de criar uma identidade para os esportes de gelo e conectá-los com o País. “A marca institucional da confederação permanecerá, mas a sigla CBDG não é clara quando nos comunicamos, sobretudo no exterior. Ice Brasil traz um reconhecimento mais direto dos nossos times. As equipes utilizarão uniformes Ice Brasil, abrindo oportunidades para a criação de produtos esportivos destinados aos fãs dos esportes no gelo”, projeta Matheus Bacelo de Figueiredo, CEO da CBDG.

A CBDG tem se estruturado para atender os patrocinadores e a criação da marca Ice Brasil foi um passo nessa direção. A confederação tem o patrocínio do parque Snowland, de Gramado (RS). “Temos buscado parcerias com instituições esportivas, como o NARSP, onde nossos atletas treinam e onde fica baseada a pista de push (arrancada), um equipamento primordial para o desenvolvimento do bobsled. Há espaço para o desenvolvimento de mais parcerias”, projeta Matheus.
A CBDN, que recebe recursos da Lei Agnelo Piva, tem, ainda, parceria com empresas como Columbia, o escritório de Advocacia CBSG – Castro, Barros, Sobral e Gomes, o Parque Eco Esportivo Damha e o Ski Mountain Park, além do apoio de NARSP, Instituto Vita, Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, SRB (fabricante de rollerskis), Snowland. Para eventos esportivos, tem parceria com Nissan, Corralco Mountain Ski Resort e Valle Nevado, ambos no Chile.

 

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