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19 de Julho de 2012 • 17:54
Claro foi a primeira a apresentar à Anatel um Plano de Ação para regularizar a qualidade dos serviços Crédito: SXC
Um dia após terem sido proibidas de vender novos chips, as maiores operadoras de telefonia celular do Brasil começaram a se reunir com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para se justificar e apresentar propostas de ação.
A primeira foi a Claro, cujo presidente, Carlos Zenteno, se reuniu com executivos da Agência na manhã desta quinta-feira, 19. À tarde foi a vez da TIM e nesta sexta-feira 20 será a vez da Oi e demais operadoras. Isso porque mesmo aquelas que não foram proibidas de vender chips - como a Vivo - estão sendo convocadas a apresentar um plano de melhoria dos seus serviços.
Às três operadoras proibidas de vender seus chips a Anatel deu um prazo de 30 dias para apresentar um plano. Caso a Agência aprove esse plano, as empresas podem retomar seus negócios antes do cumprimento desse prazo.
Em comunicado, a Claro afirmou que a agilidade na entrega de um Plano de Ação deve-se ao fato de a operadora “já realizar fortes investimentos em rede no Brasil e, consequentemente, já ter a execução desse plano em sua estratégia de negócio”. A empresa afirma, ainda, ter investido R$ 3,5 bilhões em melhorias em 2012 e que os estados afetados pela decisão da Anatel – São Paulo, Santa Catarina e Sergipe – já receberam investimento na implantação de uma nova plataforma de tecnologia e ampliação de atendimento com novos canais virtuais, de teleatendimento e pessoais.
A Claro argumentou que o critério que teve impacto sobre a determinação da Anatel é relacionado a “problemas pontuais de atendimento na Central de Atendimento que atua nesses estados, cujas ações de melhorias já apresentaram resultados nos indicadores da Anatel do mês de junho”. Os dados detalhados de junho, no entanto, ainda não foram publicados pela Agência.