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		<title>RSS: Marketing - Ponto de Vista</title>
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		<description></description>
		<language>pt-br</language>
		<copyright><![CDATA[Copyright 2010 - Meio & Mensagem]]></copyright>
		<category><![CDATA[Meio & Mensagem]]></category>
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			<title><![CDATA[Meio & Mensagem]]></title>
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		<item>
			<title><![CDATA[Como gerenciar uma crise nas mídias sociais? ]]></title>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p><p>Essa &eacute; uma pergunta que sempre aparece nos meios corporativos. A resposta verdadeira &eacute; que ningu&eacute;m se sente preparado para enfrentar esse tipo de situa&ccedil;&atilde;o. Cada crise &eacute; uma crise. O medo de lidar com o imprevis&iacute;vel &eacute; um dos principais motivos das empresas ainda estarem com um p&eacute; atr&aacute;s em projetos nas m&iacute;dias sociais. A verdade absoluta, por&eacute;m, &eacute; que um dia a crise vir&aacute;, estando voc&ecirc; ou n&atilde;o preparado para lidar com ela e, pior, estando ou n&atilde;o a sua empresa presente nas m&iacute;dias sociais.<br /> <br /> O maior segredo para voc&ecirc; gerenciar melhor uma crise &eacute; ter uma esp&eacute;cie de plano pr&eacute;-crise para lidar com ela. Conhe&ccedil;o v&aacute;rios colegas, que lideram marketing e comunica&ccedil;&atilde;o em grandes empresas, que aprenderam na ra&ccedil;a a tratar situa&ccedil;&otilde;es desagrad&aacute;veis nas m&iacute;dias sociais. Muitos me relataram a falta de um planejamento b&aacute;sico quando a crise apareceu. Outros falaram que a primeira rea&ccedil;&atilde;o da empresa foi tratar a crise como se ela fosse uma crise na imprensa, o que muitas vezes piora a situa&ccedil;&atilde;o. Um deles me contou um caso de uma pequena crise que come&ccedil;ou numa determinada m&iacute;dia social e a empresa decidiu responder atrav&eacute;s de um comunicado para imprensa, o que potencializou o problema, levando o caso que estava confinado numa m&iacute;dia social para os jornais.<br /> <br data-temp="true" /> Apesar de sermos aprendizes nesse novo mundo, existem alguns passos que parecem ser l&oacute;gicos e que deveriam ser seguidos quando uma crise desponta numa m&iacute;dia social. Eis abaixo 15 passos que considero importantes:</p> <p><strong>1- Monitore a rede</strong><br data-temp="true" /> Eu sei que parece &oacute;bvio, mas em algumas situa&ccedil;&otilde;es a empresa negligencia esse importante passo. Tenha um sistema montado para monitorar a rede, vasculhando os principais sites de not&iacute;cias e outras fontes importantes de informa&ccedil;&atilde;o do seu neg&oacute;cio. Use ferramentas para monitorar o Twitter, o Facebook, blogs e outras m&iacute;dias sociais. Muitas vezes as empresas fazem uso de uma ag&ecirc;ncia de comunica&ccedil;&atilde;o para isso.<br /> <br /> <strong>2- Monte um time de resposta &agrave; crise</strong><br /> O time deve ter representantes das diversas &aacute;reas envolvidas no problema e as pessoas necess&aacute;rias para responder e agir na crise. Verifique tamb&eacute;m se os integrantes do time t&ecirc;m conhecimento e autoridade competente para responder rapidamente e de forma consistente as quest&otilde;es. Entenda que, eventualmente, podem existir dois times, que dever&atilde;o trabalhar de forma integrada: um para tratar e resolver a crise e outro focado na comunica&ccedil;&atilde;o, na tarefa de responder &agrave; crise.<br /> <br /> <strong>3- Reconhe&ccedil;a o problema</strong><br /> Diante de uma eventual crise, um primeiro passo importante ser&aacute; reconhecer publicamente que o problema existe, mesmo que voc&ecirc; ainda n&atilde;o tenha uma vis&atilde;o clara do que est&aacute; ocorrendo. A empresa n&atilde;o pode se fingir de cega ou surda, pois isso vai aumentar o potencial barulho na rede. Portanto, uma resposta do tipo &quot;sim, n&oacute;s reconhecemos que existe algo ocorrendo e estamos apurando. Em breve apresentamos uma posi&ccedil;&atilde;o detalhada sobre a situa&ccedil;&atilde;o&quot; dar&aacute; a mensagem que a empresa est&aacute; alerta e j&aacute; trabalhando no caso. Mantenha uma conversa&ccedil;&atilde;o desde o in&iacute;cio.<br /> <br /> <strong>4- Defina audi&ecirc;ncias</strong><br /> Entenda quem deve receber suas respostas: clientes, sociedade, funcion&aacute;rios, imprensa etc. &Eacute; importante segmentar esses p&uacute;blicos e entender qual &eacute; a melhor mensagem para cada um deles, em qual momento, mesmo considerando que no mundo da internet todos ouvem todos.<br /> <br /> <strong>5- Combata a crise na mesma m&iacute;dia social onde ela apareceu</strong><br /> Uma vez que voc&ecirc; esteja melhor preparado para agir, a sua primeira resposta tem que ser na m&iacute;dia social onde o problema come&ccedil;ou. Se a crise come&ccedil;ou no Facebook, ent&atilde;o responda primeiro no Facebook. A partir da&iacute; voc&ecirc; poder&aacute; agir em outras m&iacute;dias sociais e canais, se necess&aacute;rio. Nunca leve o problema para outra m&iacute;dia social se n&atilde;o houver algo ocorrendo por l&aacute;, em vez de minimizar a crise, voc&ecirc; poder&aacute; estar disseminando-a. <br /> Um ponto importante que merece ser lembrado &eacute; que a gente nunca sabe onde uma crise poder&aacute; aparecer, portanto, &eacute; importante a empresa ter alguma presen&ccedil;a pr&eacute;via nas principais m&iacute;dias sociais para que ela possa lidar com uma situa&ccedil;&atilde;o imprevista, mesmo que rotineiramente a empresa n&atilde;o tenha atividade muito regular por l&aacute;.<br /> <br /> <strong>6- Pe&ccedil;a desculpas se a empresa cometeu um erro</strong><br /> Mostre compaix&atilde;o. Seja humano e transparente. Na maioria das vezes, quando a empresa reconhece rapidamente que cometeu um erro, os clientes e a sociedade respondem positivamente. Esteja preparado para dizer que errou, at&eacute; mesmo dizer que est&aacute; arrependido, e os clientes v&atilde;o perdo&aacute;-lo em retribui&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <strong>7- Seja veloz</strong><br /> Velocidade &eacute; muito importante. Muitas vezes &eacute; mais importante ter uma &quot;boa resposta r&aacute;pida&quot; do que uma &quot;excelente resposta lenta&quot;. Falar que &quot;reconhece o erro e que provid&ecirc;ncias urgentes est&atilde;o sendo tomadas&quot; &eacute; uma forma de se posicionar rapidamente perante o mercado e clientes. Ou seja, repetindo o item 3, &eacute; fundamental manter a conversa. Se voc&ecirc; n&atilde;o responder rapidamente, algu&eacute;m vai responder por voc&ecirc;.<br /> <br /> <strong>8- Defina uma mensagem principal</strong><br /> Assim que entender a situa&ccedil;&atilde;o, defina duas ou tr&ecirc;s principais mensagens, n&atilde;o mais do que isso. Elas ser&atilde;o a &acirc;ncora para toda a sua comunica&ccedil;&atilde;o externa. Use linguagem simples e evite o coloquial corporativo. Como tratado no item 5, trate de combater a crise na mesma m&iacute;dia social onde o problema surgiu, mas municie todos os outros canais com a sua mensagem &acirc;ncora, se necess&aacute;rio. Dependendo do tamanho da crise, voc&ecirc; receber&aacute; indaga&ccedil;&otilde;es por outros meios como call center, imprensa, e-mail etc. Alinhar tudo isso &eacute; importante e os gestores desses canais dever&atilde;o fazer parte do seu time de crise. Consist&ecirc;ncia &eacute; o nome do jogo.<br /> <br /> <strong>9- Crie uma webpage de &quot;Perguntas &amp; Respostas&quot; da crise</strong><br /> Um dos segredos de qualquer crise &eacute; isol&aacute;-la e confin&aacute;-la em poucos canais. Al&eacute;m de responder a crise no mesmo canal que ela apareceu, &eacute; recomend&aacute;vel criar uma webpage de &quot;Perguntas &amp; Respostas&quot; da crise. Pense nessa possibilidade se a crise exigir uma a&ccedil;&atilde;o mais forte. Assim, voc&ecirc; estar&aacute; direcionando os interessados na crise para um &uacute;nico lugar. Isso tamb&eacute;m permitir&aacute; que voc&ecirc; responda perguntas apontando um link em vez de escrever um texto de resposta para cada pergunta, vai economizar tempo e diminuir poss&iacute;veis erros de interpreta&ccedil;&atilde;o de suas respostas. Isso &eacute; particularmente muito &uacute;til para respostas via Twitter.<br /> <br /> <strong>10- Crie um local para os queixosos desabafarem</strong><br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o construir proativamente um local para as pessoas reclamarem, certamente os queixosos v&atilde;o criar o seu pr&oacute;prio local, n&atilde;o dando a voc&ecirc; nenhum recurso de monitoramento ou controle. Eu sei que isso vai contra a natural intui&ccedil;&atilde;o de ficar calado e criar barreiras para que as pessoas falem, mas &eacute; super importante que as pessoas desabafem num local que esteja sob seu controle. O local pode ser sua p&aacute;gina no Facebook, num blog, ou na se&ccedil;&atilde;o de coment&aacute;rios de sua webpage &quot;Perguntas &amp; Respostas&quot; da crise. Pode ser em outro canal tamb&eacute;m. O importante &eacute; fazer as discuss&otilde;es acontecerem no &quot;seu territ&oacute;rio&quot;. Existem tr&ecirc;s benef&iacute;cios sob essa estrat&eacute;gia:<br /> <br /> a- Voc&ecirc; vai manter as conversas sobre a crise em um &uacute;nico local, tornando-as mais f&aacute;ceis de controlar <br /> b- Vai funcionar como um sistema de detec&ccedil;&atilde;o de alerta precoce para poss&iacute;veis novos desdobramentos da crise <br /> c- Vai dar aos seus clientes fi&eacute;is um canal oficial para que venham em sua defesa<br /> <br /> <strong>11- Esteja preparado para levar a conversa para o off-line, se necess&aacute;rio</strong><br /> Muitas vezes a conversa&ccedil;&atilde;o sobre uma crise leva ao infinito. Pessoas irritadas tendem a ser emocionais e adoram provocar uma conversa sem fim. Saiba identificar o momento certo de oferecer um endere&ccedil;o de e-mail ou um n&uacute;mero de telefone para determinado queixoso. O importante &eacute; identificar quando a conversa est&aacute; saindo do controle e da raz&atilde;o, nessas horas &eacute; melhor sair do ringue p&uacute;blico e tentar uma conversa privada.<br /> <br /> <strong>12- Mantenha os funcion&aacute;rios de sua empresa informados.</strong><br /> Logo que aparecer o primeiro sinal de crise, trate de informar os seus funcion&aacute;rios do que est&aacute; acontecendo e os seus planos. No mundo super conectado em que vivemos, os seus funcion&aacute;rios ser&atilde;o porta-vozes poderosos da empresa para suas fam&iacute;lias, colegas e amigos, mas nunca para imprensa, que deve ser tratada diretamente pelo time de Rela&ccedil;&otilde;es com a Imprensa de sua empresa. Traga os funcion&aacute;rios para o seu lado em vez de isol&aacute;-los.<br /> <br /> <strong>13- Tenha um porta-voz</strong><br /> Dependendo do tamanho da crise, a empresa ter&aacute; que se posicionar atrav&eacute;s de um porta-voz, que poder&aacute; usar a m&iacute;dia social como canal de comunica&ccedil;&atilde;o com o p&uacute;blico. Numa situa&ccedil;&atilde;o mais cr&iacute;tica, at&eacute; um v&iacute;deo poder&aacute; ser gravado para ser colocado no YouTube. Identificar esse porta-voz &eacute; algo que deve ser feito logo nos primeiros passos no gerenciamento de qualquer crise, mesmo que ele n&atilde;o seja usado.<br /> <br /> <strong>14- Suspenda as a&ccedil;&otilde;es de marketing e de promo&ccedil;&otilde;es</strong><br /> Desative as mensagens nas m&iacute;dias sociais n&atilde;o relacionadas &agrave; crise. Desligue os tweets autom&aacute;ticos, desative o e-mail marketing e promo&ccedil;&otilde;es etc. Manter as mensagens de marketing poder&aacute; ser catastr&oacute;fico e muito mal interpretado por seus clientes. Fa&ccedil;a um pente fino sobre isso.<br /> <br /> <strong>15- Aprenda com a crise</strong><br /> Depois do tsunami da crise, trate de &quot;desconstruir&quot; a crise e entender o que aconteceu. Por exemplo:<br /> <br /> - Fa&ccedil;a c&oacute;pias de todos os tweets, coment&aacute;rios em blog, e-mails etc <br /> - Analise o tr&aacute;fego em seu website durante a crise <br /> - Como e onde a crise come&ccedil;ou? Como ela se espalhou? <br /> - Como funcionou o engajamento de seus funcion&aacute;rios? <br /> - A sua estrat&eacute;gia de resposta funcionou? <br /> - Clientes surgiram em sua defesa? <br /> - Como a crise online interferiu na imagem da empresa? <br /> - O que voc&ecirc; faria diferente se uma nova crise surgisse?<br /> <br /> Os passos propostos acima s&atilde;o sugest&otilde;es, alguns que aprendi na vida pr&aacute;tica e outros que aprendi com especialistas, como os autores dos materiais listados abaixo.<br /> <br /> Quer conhecer mais sobre crises nas m&iacute;dias sociais? Acesse os links abaixo, vale a pena.<br /> <br /> <a href="http://www.comunicacaoecrise.com/new/" target="_blank">Blog Comunica&ccedil;&atilde;o &amp; Crise</a> - do professor Jo&atilde;o Jos&eacute; Forni - um blog formid&aacute;vel sobre crises no mundo corporativo.<br /> <br /> <a href="http://aquintaonda.blogspot.com.br/2009/05/crises-empresariais-o-livro-de-roberto.html" target="_blank">Crises Empresariais</a> - livro de Roberto Castro Neves, meu mestre. &Eacute; um livro mandat&oacute;rio para quem quer estudar o assunto, mas n&atilde;o tem foco em m&iacute;dias sociais.<br /> <br /> <a href="http://www.convinceandconvert.com/social-media-crisis-2/dont-be-scared-be-prepared-how-to-manage-a-social-media-crisis/" target="_blank">How to Manage a Social Media Crisis</a>.<br /> <br /> <a href="http://www.entrepreneur.com/article/226423#ixzz2Tlr4zNlH" target="_blank">Crisis Mode: How to React Over Social Media</a>.<br /> <br /> <a href="http://www.facebook-studio.com/fbassets/media/753/FacebookSocialMediaCrisisGuidelines.pdf" target="_blank">Social Media Crisis Response Guidelines</a>.<br /> <br /> <a href="http://aquintaonda.blogspot.com.br/2011/09/podcast-painel-crises-nas-midias.html" target="_blank">Podcast: Crises nas M&iacute;dias Sociais</a>.<br /> <br /> <a href="http://www.slideshare.net/FabulosaIdeia/gestao-de-crises-em-redes-sociais-15250402">Gest&atilde;o de crises em redes sociais</a>.<br /> <br /> <a href="http://www.advancedwebranking.com/blog/social-media-crisis-management/" target="_blank">Are You Ready For A Social Media Crisis</a>?<br /> <br /> <a href="http://youtu.be/4iyIBGRxHPQ " target="_blank">Video - Gest&atilde;o de Crises em Redes Sociais, como fazer</a>? <br /> <br /> &nbsp;</p></p>
				
								<img src="http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/06/07/Como-gerenciar-uma-crise-nas-midias-sociais/newsDetails/0/imageBinary/Redes Sociais_Fotolia_300.jpg" width="308" height="197" > </img>
							
								<p>Crises geradas nas mídias sociais devem ser tratadas nesses mesmos ambientes.
								<span><strong>Crédito:</strong> Fotolia.com</span>
								</p>
								
					<br clear="all">
					<center>
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			</description>
			<pubDate>Jun 7, 2013 11:24:25 AM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Naming rights: risco ou oportunidade?]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/06/06/Naming-rights-risco-ou-oportunidade-.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>Uma vez um amigo da &aacute;rea me perguntou: &ldquo;quanto vale o naming right do est&aacute;dio do Morumbi?&rdquo; Minha resposta foi enf&aacute;tica: &ldquo;zero!&rdquo;. Bom, talvez enf&aacute;tica demais, pois com certeza existe valor neste produto se estivesse dispon&iacute;vel. Mas explico a minha posi&ccedil;&atilde;o. J&aacute; tive a oportunidade na minha carreira profissional de estar envolvido com os dois lados da negocia&ccedil;&atilde;o do &ldquo;uso tempor&aacute;rio da marca&rdquo; (naming rights para os &iacute;ntimos ), tanto vendendo como comprando, e esta viv&ecirc;ncia me levou a algumas conclus&otilde;es sobre esta ferramenta de marketing:<br /> <br /> 1) N&atilde;o se trata de um neg&oacute;cio de &ldquo;hardware&rdquo;, ou seja, n&atilde;o estamos associando uma marca com os &ldquo;tijolos&rdquo;;<br /> <br /> 2) &Eacute; com certeza um neg&oacute;cio de &ldquo;software&rdquo; no qual a associa&ccedil;&atilde;o da marca envolvida se d&aacute; com o posicionamento e conte&uacute;do do local em quest&atilde;o;<br /> <br /> 3) Idealmente estamos falando em associar a marca com o lan&ccedil;amentos de empreendimentos j&aacute; que renomear locais existentes &eacute; muito mais dif&iacute;cil e caro;<br /> <br /> 4) &Eacute; uma estrat&eacute;gia de longo prazo, m&iacute;nimo 5 anos, podendo chegar at&eacute; a 10 ou 20 anos;<br /> <br /> 5) Existem poucos players no mercado com autoridade e conhecimento para realizar este tipo de contrato entre locais e marcas.<br /> <br /> Com estas conclus&otilde;es pessoais acima descritas podemos fazer uma breve an&aacute;lise dos neg&oacute;cios que estamos vendo ocorrer neste segmento nos &uacute;ltimos meses. Como falei antes, se buscamos &ldquo;novos empreendimentos&rdquo; (para evitar investir mais em transformar espa&ccedil;os j&aacute; existentes em alguma marca Hall ou Arena) com a realiza&ccedil;&atilde;o da Copa, especialmente, algumas oportunidades surgiram.<br /> <br /> A empresa de seguros Allianz, que comprou a utiliza&ccedil;&atilde;o da marca do novo est&aacute;dio do Palmeiras ( a arena se chamar&aacute; Allianz Parque, leia mais <a href="http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/noticias/2013/06/06/Arena-Allianz-Parque-tera--calcada-da-fama-.html" target="_blank" data-temp="true">aqu</a>i), aparentemente fez um bom investimento. Vejamos: Principal mercado do Pa&iacute;s, operador id&ocirc;neo com rela&ccedil;&otilde;es fortes junto ao mercado de entretenimento, time com grande torcida (ok, na segunda divis&atilde;o neste ano... sou s&atilde;o-paulino!) j&aacute; acertado para mandar os seus jogos no local, instala&ccedil;&otilde;es modernas e com foco no multiuso garantindo diversidade no conte&uacute;do.<br /> <br data-temp="true" /> Lendo a entrevista que o presidente da Allianz deu ao Meio &amp; Mensagem percebemos que existe um enfoque mais amplo na utiliza&ccedil;&atilde;o do local, plataforma ideal de marketing de relacionamento para uma empresa de seguros. E verificamos que esta estrat&eacute;gia de naming rights para a Allianz &eacute; global, pois existem v&aacute;rias iniciativas semelhantes ao redor do mundo, sendo a Allianz Arena, em Munique, a pe&ccedil;a central desta estrat&eacute;gia.<br /> <br /> Fico assustado, por&eacute;m, ao ver que ainda n&atilde;o foi definida uma pol&iacute;tica de divulga&ccedil;&atilde;o da marca junto aos ve&iacute;culos de comunica&ccedil;&atilde;o que transmitem os jogos. Como falei, esta &eacute; uma atividade de &ldquo;software&rdquo; e de nada adianta a logomarca da empresa estar na porta do est&aacute;dio se os ve&iacute;culos de m&iacute;dia n&atilde;o divulgarem amplamente a associa&ccedil;&atilde;o da marca com o local atrav&eacute;s do direito adquirido de nomear o referido espa&ccedil;o. Mas com certeza este ser&aacute; um pr&oacute;ximo passo dos gestores deste processo.<br /> <br /> J&aacute; em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; associa&ccedil;&atilde;o da marca Itaipava com as arenas de Salvador e Pernambuco, vejo os mesmos pontos acima com algumas diferen&ccedil;as. Existem conflitos de interesse entre a divulga&ccedil;&atilde;o do conte&uacute;do principal em ambos os locais (exemplo: jogos de futebol) atrav&eacute;s das m&iacute;dias, e a categoria de atua&ccedil;&atilde;o da empresa que comprou os naming rights. Com certeza, naming rights n&atilde;o s&atilde;o uma estrat&eacute;gia ideal para marketing de guerrilha pelos pontos que j&aacute; mencionei e aguardemos os pr&oacute;ximos cap&iacute;tulos desta novela para saber como ficar&aacute; a divulga&ccedil;&atilde;o destes dois est&aacute;dios de futebol.<br /> <br /> Outro fator muito importante &eacute; a seguran&ccedil;a jur&iacute;dica em rela&ccedil;&atilde;o ao empreendimento j&aacute; que falamos de contratos longos. Portanto, ter a certeza de que toda a parte de aprova&ccedil;&otilde;es junto aos &oacute;rg&otilde;es p&uacute;blicos esteja cumprida &eacute; caminho cr&iacute;tico para o sucesso. Em S&atilde;o Paulo, com a inova&ccedil;&atilde;o de uma casa de espet&aacute;culos tempor&aacute;ria no Jockey Clube (e naming rights tempor&aacute;rio tamb&eacute;m! Leia mais <a href="http://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/noticias/2013/06/04/Condephaat-contesta-Claro-Live-House.html" target="_blank" data-temp="true">aqui</a>) existe uma situa&ccedil;&atilde;o nova e que demonstra bem que o mercado de naming rights est&aacute; definitivamente em um est&aacute;gio bem avan&ccedil;ado em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s oportunidades existentes.<br /> <br /> Portanto, vemos que o esporte e o entretenimento s&atilde;o os dois grandes drivers dos neg&oacute;cios relacionados a utiliza&ccedil;&atilde;o tempor&aacute;ria da marca de est&aacute;dios e casas de espet&aacute;culos. A divulga&ccedil;&atilde;o &eacute; parte fundamental destes neg&oacute;cios e n&atilde;o pode ficar para um segundo momento. Deve fazer parte desde o in&iacute;cio destas negocia&ccedil;&otilde;es. Situa&ccedil;&otilde;es de inseguran&ccedil;a jur&iacute;dica devem ser evitadas a todo custo e todas as garantias de opera&ccedil;&atilde;o nos mais altos &iacute;ndices de seguran&ccedil;a devem ser fornecidas pelos operadores destes locais.<br /> <br /> Estrat&eacute;gias de longo prazo de marcas podem se utilizar desta ferramenta de marketing de maneira adequada, pois os &iacute;ndices de lembran&ccedil;a e favorabilidade ser&atilde;o, com certeza, impactados positivamente. Conhecer muito bem as regras e eventuais entraves comerciais dos conte&uacute;dos que a marca busca se associar &eacute; fundamental e mandat&oacute;rio. Iniciar a divulga&ccedil;&atilde;o da marca logo nos est&aacute;gios iniciais do projeto &eacute; muito importante (durante a obra? O ideal.). E para n&atilde;o falarem que estou aqui vendendo o naming rigts do Itaquer&atilde;o (viu como eu estava certo?), sugiro aos dirigentes de todos os est&aacute;dios, teatros e casas de espet&aacute;culos sedentos por esta nova fonte de receita que desenvolvam projetos de renova&ccedil;&atilde;o dos locais e criem oportunidades para as marcas se relacionarem com seu p&uacute;blico alvo atrav&eacute;s da experi&ecirc;ncia e da viv&ecirc;ncia. Oportunidades, vamos a elas! &ldquo;Content is King&rdquo;, j&aacute; diziam alguns profetas do marketing.<br /></p>
				
							<p><em>Paulo Oct&aacute;vio Pereira de Almeida &eacute; vice-presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado</em><br /> <br /></p>
				
			]]> 
			</description>
			<pubDate>Jun 6, 2013 3:59:20 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[McLuhan às avessas]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/06/05/McLuhan-as-avessas.html</link>
			<guid>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/06/05/McLuhan-as-avessas.html</guid>
			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>Nos anos 60, McLuhan cunhou em seus estudos a express&atilde;o &ldquo;o meio &eacute; a mensagem&rdquo; para mostrar como os meios de comunica&ccedil;&atilde;o se tornaram extens&otilde;es do homem e influenciam o comportamento da sociedade. Os anos avan&ccedil;aram e hoje vivemos a era da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o, tempo em que diferentes ferramentas de comunica&ccedil;&atilde;o, como os aplicativos de smartphones, se apresentam como novos meios.<br /> <br /> S&atilde;o tantos os aplicativos dispon&iacute;veis atualmente, que apenas aqueles com conte&uacute;do realmente relevante se sustentam. Nesse sentido, o Waze merece nossa aten&ccedil;&atilde;o. O aplicativo &eacute; uma ferramenta de navega&ccedil;&atilde;o inteligente, que pela sua funcionalidade j&aacute; conquistou 40 milh&otilde;es de pessoas no mundo - 2,5 milh&otilde;es s&oacute; no Brasil. N&atilde;o s&atilde;o apenas usu&aacute;rios, s&atilde;o &ldquo;wazers&rdquo;, que o classificam como a melhor op&ccedil;&atilde;o para buscar rotas alternativas, ver as condi&ccedil;&otilde;es do tr&acirc;nsito, buscar informa&ccedil;&otilde;es e ainda interagir com outros motoristas. Tamanho sucesso chamou aten&ccedil;&atilde;o dos gigantes da ind&uacute;stria da tecnologia e as especula&ccedil;&otilde;es apontam o Facebook como o destino da empresa, que deve ser comprada.<br /> <br /> E o que levou o Waze a esse sucesso? Certamente, a qualidade da informa&ccedil;&atilde;o que oferece. Hoje, conte&uacute;do qualificado e relevante &eacute; o que atrai e conquista as pessoas.  Na publicidade, as regras s&atilde;o as mesmas, e por este motivo as marcas est&atilde;o repensando os modelos tradicionais de atrair consumidores. O Bradesco, por exemplo, achou uma forma interessante de utilizar o Waze, e hoje aparecem indicadas nos mapas as ag&ecirc;ncias mais pr&oacute;ximas, facilitando a busca dos clientes.<br /> <br /> A mensagem, qualificada, assertiva e direcionada, &eacute; hoje o grande tesouro dos comunicadores em todas as disciplinas. No marketing, &eacute; a ess&ecirc;ncia de todo o aparato que se constr&oacute;i para os neg&oacute;cios, de um aplicativo para smartphones a campanhas em PDV e demais ativa&ccedil;&otilde;es, on ou offline.<br /> <br /> Voltemos ent&atilde;o ao McLuhan. Certamente o grande estudioso, se estivesse vivo, concordaria que sua teoria vem tomando um rumo contr&aacute;rio. O meio continua sendo mensagem, mas cada vez mais a mensagem &eacute; o mais importante meio para alcan&ccedil;ar os objetivos da comunica&ccedil;&atilde;o.<br /></p>
				
							<p><em>Jo&atilde;o Batista Ciaco &eacute; diretor de publicidade e marketing de relacionamento da Fiat e presidente da ABA</em><br /> <br /></p>
				
			]]> 
			</description>
			<pubDate>Jun 5, 2013 3:50:01 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[A força do Geomarketing]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/06/05/Geomarketing-um-aliado-na-estrat-gia-e-no-aumento-de-receita-e-margem.html</link>
			<guid>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/06/05/Geomarketing-um-aliado-na-estrat-gia-e-no-aumento-de-receita-e-margem.html</guid>
			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>Incr&iacute;vel como alguns administradores veem o marketing apenas como tradu&ccedil;&atilde;o de &quot;comunica&ccedil;&atilde;o&quot;, ou mais ainda, apenas como &quot;propaganda, folheteria e eventos&quot;.<br /> <br /> Uma pena que esta vis&atilde;o um tanto quanto m&iacute;ope e distorcida seja realidade ainda nos dias de hoje. Sorte, &eacute; verdade, que estes profissionais s&atilde;o, cada vez mais, a minoria. Comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; apenas uma das v&aacute;rias disciplinas que comp&otilde;e o mix do marketing moderno.<br /> <br /> Uma das disciplinas que mais podem nos ajudar atualmente no setor de sa&uacute;de, &eacute; o Geomarketing. Com ele conseguimos entender e atender v&aacute;rios de nossos p&uacute;blicos-alvo, sejam eles, pacientes, m&eacute;dicos ou operadoras de sa&uacute;de.<br /> <br /> Vejamos como o Geomarketing pode atuar no caso do setor hospitalar. Comecemos pelo p&uacute;blico &ndash;alvo: &quot;os pacientes&quot;. Atrav&eacute;s de um cadastro eficiente, podemos, por exemplo, imputar informa&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas como o CEP de moradia e do trabalho dos pacientes na ferramenta de Geomarketing, e, assim, descobrir, atrav&eacute;s do cruzamento de informa&ccedil;&otilde;es, de qual regi&atilde;o da cidade s&atilde;o oriundos os clientes que passam atualmente pelo pronto-socorro.<br /> <br /> Com isso, podemos entender os polos regionais dos clientes atuais, se v&ecirc;m de casa ou do trabalho, e identificar &aacute;reas geogr&aacute;ficas que n&atilde;o atraem clientes. A partir destas informa&ccedil;&otilde;es podemos tra&ccedil;ar planos de capta&ccedil;&atilde;o de clientes. Ainda no campo das hip&oacute;teses, podemos identificar se moradores de um determinado bairro de classe alta, embora vizinhos do hospital, n&atilde;o sejam clientes e n&atilde;o se sintam atra&iacute;dos para frequentarem esta institui&ccedil;&atilde;o. Entender o porqu&ecirc; e tra&ccedil;ar os planos de corre&ccedil;&atilde;o para gerar atratividade e capta&ccedil;&atilde;o j&aacute; &eacute; um segundo est&aacute;gio.   <br /> <br /> Por falar em capta&ccedil;&atilde;o, entra aqui tamb&eacute;m um outro, e por que n&atilde;o dizer, um dos mais importantes clientes de uma institui&ccedil;&atilde;o hospitalar: os m&eacute;dicos.<br /> <br /> Atrav&eacute;s da identifica&ccedil;&atilde;o das especialidades estrat&eacute;gicas que podem aumentar receita e margem de uma determinada institui&ccedil;&atilde;o hospitalar, podemos inserir toda a base de m&eacute;dicos de uma determinada cidade ou regi&atilde;o, por especialidade, por operadora, etc, e identificar onde geograficamente est&atilde;o localizados. Na sequ&ecirc;ncia entram outras ferramentas t&aacute;ticas do marketing, como comunica&ccedil;&atilde;o, visita&ccedil;&atilde;o, abordagem, pesquisa da identifica&ccedil;&atilde;o e levantamento das necessidades destes profissionais e, finalmente, a capta&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica para que a amplia&ccedil;&atilde;o desta determinada especialidade estrat&eacute;gica seja de fato alcan&ccedil;ada. <br /> <br /> Claro que um programa bem feito pode significar atra&ccedil;&atilde;o e capta&ccedil;&atilde;o, mas se enganam aqueles que pensam que o trabalho encerra-se a&iacute;. T&atilde;o importante quanto atrair e captar &eacute; reter os bons talentos e os bons profissionais. Para isso, uma consistente plataforma de relacionamento que atenda as necessidades deste p&uacute;blico &eacute; de fundamental import&acirc;ncia. Percebam que n&atilde;o estamos falando de investimentos vultuosos. Muitas vezes atender uma reivindica&ccedil;&atilde;o muito simples e de baixo custo de implementa&ccedil;&atilde;o j&aacute; &eacute; o suficiente e pode gerar um grande e positivo impacto. Pode ser a contrata&ccedil;&atilde;o de um manobrista de carros para os m&eacute;dicos n&atilde;o perderem tempo para estacionarem seus ve&iacute;culos e seguirem para o centro cir&uacute;rgico com maior agilidade. O importante &eacute; saber que n&atilde;o vale a pena investir um alto volume de capital nas duas primeiras fases e descuidar da terceira, a de reten&ccedil;&atilde;o, pois todo o trabalho, tempo, esfor&ccedil;o e dinheiro, podem ser jogados fora. O equil&iacute;brio  entre eles me parece o mais sensato.<br /> <br /> Muito valorizado hoje em dia, um bom trabalho de aproxima&ccedil;&atilde;o com empresas, tamb&eacute;m podem ser iniciado atrav&eacute;s do Geomarketing. Tudo come&ccedil;a com um mapeamento das empresas de uma determinada regi&atilde;o alvo e, claro, com o cruzamento de dados importantes, como o n&uacute;mero e perfil dos colaboradores, quais s&atilde;o as operadoras e planos de sa&uacute;de que oferecem aos seus funcion&aacute;rios. Cabe aqui uma regra bastante importante: respeitar e fazer tudo em linha com a operadora de sa&uacute;de que atende esta empresa, pois ela &eacute;, acima de tudo, um dos clientes do pr&oacute;prio hospital.  <br /> <br /> Mas como o geomarketing pode ser &uacute;til para o hospital em se tratando do cliente operadora de sa&uacute;de? Dentro do Marketing, a &aacute;rea de intelig&ecirc;ncia de mercado deve levantar a participa&ccedil;&atilde;o das operadoras em termos de receita e margem. Definir quais os &quot;gaps&quot;e oportunidades com determinadas operadoras e definir um plano de a&ccedil;&atilde;o em conjunto com o a &aacute;rea comercial e de opera&ccedil;&otilde;es, para aumentar a participa&ccedil;&atilde;o desta operadora no neg&oacute;cio do hospital. Pode ser a melhoria da distribui&ccedil;&atilde;o num&eacute;rica e ponderada das especialidades, &quot;pricing&quot; ou a capta&ccedil;&atilde;o de m&eacute;dicos que trabalham com esta determinada operadora. Neste caso, basta que a operadora divulgue sua lista de m&eacute;dicos credenciada que o Geomarketing faz o restante. Como disse anteriormente, podemos mapear os m&eacute;dicos de determinada operadora, por especialidade, regi&atilde;o, rua, etc&hellip;<br /> <br /> Atrav&eacute;s do Geomarketing, at&eacute; a comunica&ccedil;&atilde;o passa a ser cir&uacute;rgica, mais focada e dirigida, muito mais eficaz, sem dispers&atilde;o e com baixo custo.<br /> <br /> Particularmente, gosto tamb&eacute;m de usar esta disciplina para conhecer com muito mais profundidade qualitativa, o perfil da popula&ccedil;&atilde;o de determinada regi&atilde;o. Este conhecimento se d&aacute; atrav&eacute;s de informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis na ferramenta como: participa&ccedil;&atilde;o das diversas faixas et&aacute;rias da popula&ccedil;&atilde;o, classe socioecon&ocirc;mica, n&uacute;mero de habitantes por domic&iacute;lio, n&iacute;vel de instru&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o, n&uacute;mero de escolas na regi&atilde;o, de hospitais concorrentes, al&eacute;m de v&aacute;rios outros indicadores de fontes oficiais como IBGE, MEC, IPEA entre outros. <br /> <br /> &Eacute; por essas e outras que os profissionais que pensam que marketing &eacute; apenas folheteria se tornam cada vez mais escassos no mercado.</p>
				
			]]> 
			</description>
			<pubDate>Jun 5, 2013 11:25:33 AM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[O médico de sua empresa]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/05/31/O-medico-de-sua-empresa.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p><p>Nestes meus quase 35 anos de mercado, desde quando &ndash; ainda na faculdade &ndash; comecei a trabalhar em uma ag&ecirc;ncia de propaganda, s&oacute; vi se agravar a recorr&ecirc;ncia de concorr&ecirc;ncias para a nossa &aacute;rea de comunica&ccedil;&atilde;o, particularmente de propaganda, seja de conquista de contas, seja para a realiza&ccedil;&atilde;o de jobs individuais. E, lamentavelmente, s&oacute; vi piorar a rela&ccedil;&atilde;o, at&eacute; chegarmos &agrave;s denominadas mesas de compra.</p> <p>Dizem que, quando crescemos, unimos o idealismo com o pragmatismo. Pois bem, meu idealismo continua n&atilde;o aceitando concorr&ecirc;ncia e achando mesa de compra o extremo do &ldquo;requinte de perversidade&rdquo; numa rela&ccedil;&atilde;o. Em tempo: entendo que, caso voc&ecirc; esteja lendo este texto, saiba que estou falando de uma pr&aacute;tica cada vez mais frequente para aprovar propostas de trabalho quase com os mesmos crit&eacute;rios da compra de parafusos - prevalece o pre&ccedil;o - e a compet&ecirc;ncia se nivela por baixo... Por favor, compradores de parafuso, n&atilde;o fiquem ofendidos, &eacute; s&oacute; uma provoca&ccedil;&atilde;o com as pessoas do nosso neg&oacute;cio da comunica&ccedil;&atilde;o.</p> <p>J&aacute; o meu pragmatismo considera necess&aacute;ria a exist&ecirc;ncia de concorr&ecirc;ncia em algumas situa&ccedil;&otilde;es, particularmente quando h&aacute; uma enorme necessidade de transpar&ecirc;ncia e governan&ccedil;a, caso, por exemplo, de contas p&uacute;blicas. Mesmo assim...</p> <p>A escolha de um prestador de servi&ccedil;os de intelig&ecirc;ncia &eacute; a op&ccedil;&atilde;o por um intang&iacute;vel de alta confian&ccedil;a, dizem os manuais acad&ecirc;micos. No caso das ag&ecirc;ncias, uma organiza&ccedil;&atilde;o ir&aacute; depositar nas m&atilde;os de um grupo de profissionais uma parcela importante e potencialmente decisiva de seu futuro. Saber&aacute; detalhes sobre fragilidades mercadol&oacute;gicas e novos movimentos que sua organiza&ccedil;&atilde;o pretende fazer. Construir&atilde;o juntos um bom diagn&oacute;stico e desenvolver&atilde;o um caminho diferenciado e eficaz de solu&ccedil;&atilde;o.</p> <p>N&atilde;o resisto a uma compara&ccedil;&atilde;o com a escolha criteriosa de um m&eacute;dico para cuidar de sua sa&uacute;de. Pessoalmente ou via contatos e m&iacute;dias sociais, voc&ecirc; buscar&aacute; refer&ecirc;ncias. Quando entender que potencialmente encontrou um profissional a considerar, ir&aacute; agendar uma consulta - n&atilde;o, amigo, o m&eacute;dico n&atilde;o ir&aacute; prospect&aacute;-la nem convid&aacute;-lo para um almo&ccedil;o de aproxima&ccedil;&atilde;o - voc&ecirc; pagar&aacute; por essa consulta, at&eacute; mesmo antes de falar com ele. Caso sinta, ap&oacute;s a consulta, que existiu um processo de confian&ccedil;a se estabelecendo, voc&ecirc; o adotar&aacute; e confiar&aacute; nele, de modo crescente.</p> <p>Imagine escolhermos o m&eacute;dico do mesmo modo de uma concorr&ecirc;ncia: consultamos tr&ecirc;s especialistas; n&atilde;o pagamos nenhum e pedimos tr&ecirc;s laudos cl&iacute;nicos. Dois apontar&atilde;o pneumonia dupla. Um apontar&aacute; faringite. Seguindo os mesmos princ&iacute;pios, voc&ecirc; escolher&aacute; este &uacute;ltimo, porque &eacute; mais leve e seu or&ccedil;amento ser&aacute; menor.</p> <p>Continuo achando que escolher prestador de servi&ccedil;o &eacute; a mesma coisa! Procure muito, ou&ccedil;a muito. Remunere por servi&ccedil;os menores at&eacute; que o la&ccedil;o de confian&ccedil;a nos processos e produtos se estabele&ccedil;a. Entregue-lhe a conta e aposte na rela&ccedil;&atilde;o. E, quando ele encaminhar voc&ecirc;, ao local especializado, para fazer uma resson&acirc;ncia sofisticada, n&atilde;o solicite tr&ecirc;s alternativas e tamb&eacute;m n&atilde;o mande o pedido para seu contador aprovar, por favor. <br /> <br /> <em>Luiz Fernando Garcia &eacute; diretor-geral da gradua&ccedil;&atilde;o ESPM-SP&nbsp;</em></p></p>
				
								<img src="http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/05/31/O-medico-de-sua-empresa/newsDetails/0/imageBinary/red_cross_300.jpg" width="308" height="197" > </img>
							
								<p>Blogueiro Luiz Fernando Garcia compara a escolha do prestador de serviços com a opção por um médico de confiança
								<span><strong>Crédito:</strong> Sxc</span>
								</p>
								
			]]> 
			</description>
			<pubDate>May 31, 2013 12:46:21 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Ensinamentos do iogurte]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/05/28/Ensinamentos-do-iogurte.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>Descobri, fu&ccedil;ando no Wikip&eacute;dia, que o iogurte (do turco yoğurt, pron&uacute;ncia [jɔˈurt], do adjetivo yoğun, &quot;denso&quot; ou &quot;tornar denso&quot;) &eacute; uma forma de leite em que o a&ccedil;&uacute;car foi transformado em &aacute;cido l&aacute;ctico, por fermenta&ccedil;&atilde;o bacteriana.<br /> <br /> &Eacute; um alimento que tem origem nos Balc&atilde;s h&aacute; milhares de anos. No entanto, a sua comercializa&ccedil;&atilde;o teve in&iacute;cio a partir da constata&ccedil;&atilde;o feita pelo m&eacute;dico Ilya Ilyich  Mechnikov, premiado com o Nobel da Fisiologia ou Medicina em 1908. At&eacute; Gengis Khan, o c&eacute;lebre guerreiro e l&iacute;der militar dos mong&oacute;is, alimentava o seu invenc&iacute;vel ex&eacute;rcito com iogurte, tomado ao natural ou utilizado como conservante da carne e de outros alimentos.<br /> <br /> Por&eacute;m, al&eacute;m destas curiosidades, o iogurte pode trazer grandes aprendizados para n&oacute;s, da &aacute;rea de comunica&ccedil;&atilde;o e estrat&eacute;gia.  Desde a minha inf&acirc;ncia consumo esta categoria que trouxe algumas  novidades de sabor, embalagens, personagens e inovou com aditivos funcionais ou campanha prometendo devolver o dinheiro caso o benef&iacute;cio n&atilde;o fosse entregue. Nos &uacute;ltimos anos, com a estabilidade econ&ocirc;mica e aumento do poder de consumo, uma grande parcela da popula&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m come&ccedil;ou a colocar este segmento em sua cesta de compra. Mas a grande virada deste segmento veio recentemente.<br /></p>
				
							<p><p>N&atilde;o sei ao certo quando o iogurte deixou de ser apenas mais um derivado de leite em uma dieta equilibrada se transformando no &ldquo;manjar dos deuses&rdquo; dos tempos atuais.&nbsp;Mas algumas pesquisas me levaram a concluir que este processo teve in&iacute;cio na regi&atilde;o de Nova York, h&aacute; aproximadamente cinco anos. Uma empresa grega chamada Fage abriu uma pequena f&aacute;brica para produzir iogurte tipo grego e assim conquistar a comunidade de descendentes existente na regi&atilde;o. Na mesma &eacute;poca, um outro empres&aacute;rio,o imigrante turco Hamdi Ulukaya, colocou o primeiro pote de iogurte Chobani a venda em um mercado em Long Island. Hoje, al&eacute;m de se tornar l&iacute;der no segmento de iogurte grego, virou uma celebridade mete&oacute;rica e participa do segmento de alimento que mais cresce no mercado americano.</p> <p>Com certo atraso, este mesmo movimento teve reflexo no Brasil. Primeiro, atrav&eacute;s de marcas conhecidas que lan&ccedil;aram a categoria e rapidamente entraram nas geladeiras locais, passando a fazer parte das conversas de diferentes grupos . Por &uacute;ltimo, uma nova marca gourmet foi criada (Delicari) e, com uma loja conceito no cora&ccedil;&atilde;o da regi&atilde;o mais chique de S&atilde;o Paulo, passou a vender iogurte como se vende uma especiaria embalada por uma embalagem, em um ambiente que transpira gula, desejo e encanto.</p> <p>E para eliminar qualquer sensa&ccedil;&atilde;o de culpa nesta deliciosa tenta&ccedil;&atilde;o, foram explorados conceitos de &ldquo;slow food&rdquo; &ndash; cores, texturas, caseiro, natural, design de embalagem e ingredientes diferenciados como baunilha da Polin&eacute;sia, Caramelo de Bali e Pepino com Azeite de Oliva.</p> <p>A inova&ccedil;&atilde;o no iogurte pode ser descrita como mais um processo de criatividade mercadol&oacute;gica de alguns gestores antenados, mas &eacute; fato que sua simplicidade deve ser aclamada. Talvez o consumidor at&eacute; procure por sabor, por sa&uacute;de, por funcionalidade ou mesmo ter prefer&ecirc;ncia por uma ou outra marca. Mas, na ess&ecirc;ncia, estamos falando de um tipo de leite fermentado, descoberto ocasionalmente. E que, ocasionalmente, deixou de ser um produto ingrediente para assumir seu papel de produto final.</p> <p><strong>Diante desta simplicidade, volto aos ensinamentos do iogurte:</strong></p> <p>* Produtos seculares consagrados est&atilde;o abertos a inova&ccedil;&atilde;o (ainda bem! Isso mostra o mundo de oportunidades que ainda temos em diversos segmentos).</p> <p>* A diversifica&ccedil;&atilde;o pode estar no pr&oacute;prio produto (parece f&aacute;cil. Mas saber enxergar o potencial e elasticidade &eacute; o que vai definir o sucesso ou o fracasso do produto).</p> <p>* Gerar valor pode ser mais &oacute;bvio e simples do que parece (&eacute; verdade! E isso muda o papel do produto na cesta de consumo. E o pre&ccedil;o da etiqueta).</p> <p>* O boca a boca pode superar a audi&ecirc;ncia do cap&iacute;tulo final da novela (claro! Desde que a hist&oacute;ria seja mais relevante e impactante que a morte do vil&atilde;o).</p> <p>* Todo produto precisa de uma boa hist&oacute;ria para dar certo (obrigado bact&eacute;rias! Imagino que n&atilde;o foi f&aacute;cil transformar &ldquo;leite estragado&rdquo; em &ldquo;manjar do deuses&rdquo;).</p> <p>E para quem tiver a oportunidade de conhecer a loja da Chobani no Soho em Nova York, recomendo pedir o pistache com chocolate. Aproveite para levar o pote de vidro para casa que &eacute; um charme.</p> <p><em><br /> Rodrigo Lacerda &eacute; vice-presidente de marketing do Grupo Dass&nbsp;</em></p></p>
				
								<img src="http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/05/28/Ensinamentos-do-iogurte/newsDetails/00/imageBinary/chobani300b.jpg" width="308" height="197" > </img>
							
								<p>Loja da Chobani no Soho, em Nova York
								<span><strong>Crédito:</strong> Rodrigo Lacerda</span>
								</p>
								
				
			]]> 
			</description>
			<pubDate>May 28, 2013 9:24:23 AM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Um dilema chamado Neymar]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/05/23/Um-dilema-chamado-Neymar.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>&nbsp;O futebol brasileiro est&aacute; vivendo nesse momento uma grande novela: a poss&iacute;vel sa&iacute;da do Neymar do Santos. O maior craque da atualidade do futebol brasileiro tem contrato at&eacute; 2014 com seu clube e caso n&atilde;o seja transferido para o exterior, sair&aacute; de gra&ccedil;a do Brasil, ap&oacute;s a Copa do Mundo.<br /> <br /> O Santos quebrou um paradigma no futebol brasileiro ao recusar propostas tentadoras de times europeus, mantendo o jogador no Pa&iacute;s. As receitas do clube cresceram muito gra&ccedil;as &agrave; presen&ccedil;a de seu maior &iacute;dolo. Al&eacute;m disso, houve um ganho de imagem, aumento de torcida entre os mais jovens e conquistas de t&iacute;tulos importantes.<br /> <br /> Assim, a decis&atilde;o de mant&ecirc;-lo foi fundamental para o crescimento dos neg&oacute;cios do clube e do valor de sua marca. Em 2009, antes do fen&ocirc;meno Neymar, o Santos faturava pouco mais de R$ 70 milh&otilde;es, valor que em 2012 atingiu praticamente R$ 200 milh&otilde;es, um crescimento de 186%.<br /> <br /> O clube se beneficiou muito da presen&ccedil;a do jogador e agora, por tantas press&otilde;es, decidiu vend&ecirc;-lo. Uma quest&atilde;o complicadora dessa situa&ccedil;&atilde;o &eacute; que uma parte muito representativa do valor da transfer&ecirc;ncia n&atilde;o ficar&aacute; com o clube e sim com a empresa DIS, de Delcir Sonda, propriet&aacute;ria de 40% dos direitos econ&ocirc;micos do atleta.<br /> <br /> Portanto, esse &eacute; o dilema chamado Neymar. O jogador foi fundamental para o clube e poderia ser ainda mais no futuro, mas as condi&ccedil;&otilde;es atuais obrigam que seja negociado, para ressarcir em parte o Santos. Um problema que, infelizmente, o futebol brasileiro vai continuar convivendo, pois temos uma estrutura bastante limitada para que um atleta se mantenha no Brasil por muito tempo.<br /> <br /> A import&acirc;ncia de Neymar para o Santos pode ser vista no ranking das receitas com patroc&iacute;nios dos clubes brasileiros em 2012 e a participa&ccedil;&atilde;o da torcida de cada clube em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; popula&ccedil;&atilde;o brasileira, segundo pesquisa do Datafolha de 2012. Embora tenha a oitava torcida do Brasil, o Santos figurou na segunda posi&ccedil;&atilde;o do ranking.<br /></p>
				
				
								<img src="http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/05/23/Um-dilema-chamado-Neymar/newsDetails/00/imageBinary/Tabelas times.jpg" width="308" height="197" > </img>
							
							<p>&nbsp;Os dados mostram de forma contundente como o Neymar foi importante para o processo de incremento das receitas do Santos que, ao meu ver, poderia ter sido muito melhor trabalhada, especialmente no mercado internacional.<br /> <br /> A grande quest&atilde;o &eacute; saber como o clube vai repor o seu maior craque, n&atilde;o apenas dentro de campo, mas tamb&eacute;m fora dele, na busca de novas receitas, tanto no mercado brasileiro como internacional.<br /></p>
				
			]]> 
			</description>
			<pubDate>May 23, 2013 8:25:46 AM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[O Facebook como canal de venda ]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/05/16/O-Facebook-como-canal-de-venda-.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>Participei da edi&ccedil;&atilde;o deste ano do ProXXIma, onde assisti um painel de &quot;cases&quot; de redes sociais muito legal. O que me chamou a aten&ccedil;&atilde;o foi o depoimento da Florence Scappini, diretora de marketing, comunica&ccedil;&atilde;o e inova&ccedil;&atilde;o da Gol. Ela contou a experi&ecirc;ncia da empresa na venda de passagens no Facebook. Algumas coisas merecem destaque.   <br /> <br /> A Gol come&ccedil;ou de forma t&iacute;mida nas m&iacute;dias sociais. Dois anos atr&aacute;s, o foco da empresa no Facebook era trabalhar a marca e o posicionamento institucional. No entanto, com o passar do tempo, muita gente come&ccedil;ou a pedir ofertas e promo&ccedil;&otilde;es por esse canal. Ficou evidente a demanda por compra de passagens pelo Facebook e a empresa decidiu investir no projeto. Atualmente a Gol tem quase 1,5 milh&atilde;o de seguidores no &quot;face&quot;. <br /> <br /> O projeto foi lan&ccedil;ado em mar&ccedil;o, coroando a Gol como a primeira empresa a&eacute;rea brasileira a vender passagens pelo Facebook. Mas ser pioneira tem seu pre&ccedil;o e traz desafios. A Gol ainda est&aacute; conhecendo o perfil desse novo consumidor, que &eacute; claramente diferente do perfil daquele que compra nas lojas. A primeira percep&ccedil;&atilde;o &eacute; pensarmos que ele segue o padr&atilde;o do comprador online que tipicamente compra no site da empresa, mas n&atilde;o &eacute; bem assim. Esse novo consumidor &eacute; mais r&aacute;pido e impaciente. Florence disse que a experi&ecirc;ncia de compra no Facebook tem que ser completa, al&eacute;m de divertida e interativa, como o canal exige. Esque&ccedil;a o conceito do Facebook ser um canal para levar o consumidor para o site da empresa. Segundo ela, o cliente quer executar toda intera&ccedil;&atilde;o e compra dentro da pr&oacute;pria rede social. Isso tornou o projeto ainda mais desafiante. <br /> <br /> A experi&ecirc;ncia de compra do cliente no &quot;face&quot; da Gol oferece algumas novidades que n&atilde;o est&atilde;o contempladas no processo de compra online, tradicional, no site da empresa. No &quot;face&quot;, o cliente pode compartilhar a passagem comprada e convidar os amigos para embarcarem no mesmo voo. Aparece um mapa interativo e voc&ecirc; pode ver o perfil social da pessoa que estar&aacute; na poltrona do lado, desde que a pessoa autorize a publica&ccedil;&atilde;o do perfil. Essa &eacute; uma experi&ecirc;ncia nova e muito interessante. Vale a pena ver o v&iacute;deo no final do post para entender e conhecer mais.   <br /> <br /> Esse caso da Gol exemplifica algo que cada vez fica mais evidente. Muitas vezes as empresas come&ccedil;am nas m&iacute;dias sociais com uma determinada vis&atilde;o e expectativa, mas a comunidade empurra, cria e imp&otilde;e necessidades, que exigem uma rea&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida das empresas, precipitando algo que ainda n&atilde;o havia sido planejado ou at&eacute; cogitado. Uma pesquisa antiga, publicada em 2010, apontou que 70% das pessoas qualificam as m&iacute;dias sociais como o canal preferencial para as empresas interagirem com seus clientes no atendimento de servi&ccedil;os. Esse n&uacute;mero deve ser ainda maior hoje em dia. Surpreendentemente, outra pesquisa, tamb&eacute;m feita em 2010, indicou que apenas 7% das empresas consideram que o uso das m&iacute;dias sociais &eacute; algo realmente imprescind&iacute;vel no relacionamento com os clientes. Ou seja, temos a&iacute; um problema. Os <a href="http://aquintaonda.blogspot.com.br/2010/11/70-dos-clientes-querem-acessar-as.html" target="_blank">clientes querem muito conversar atrav&eacute;s das m&iacute;dias sociais</a>, mas muitas empresas encaram tais canais como algo complementar, n&atilde;o importante e n&atilde;o <a href="http://aquintaonda.blogspot.com.br/2010/11/redes-sociais-empresas-ibramec.html" target="_blank">relevante para seus neg&oacute;cios e relacionamento com os clientes</a>. A experi&ecirc;ncia da Gol evidencia esse cen&aacute;rio e mostra que a empresa soube escutar os anseios dos clientes, e transformou tais anseios em uma bela oportunidade de neg&oacute;cio. <br /> <br /> Segundo Florence, os resultados no Facebook est&atilde;o superando as expectativas. Sem falar em n&uacute;meros, ela disse que o tr&aacute;fego ao site da empresa aumentou, e que a origem desse tr&aacute;fego adicional tem vindo das m&iacute;dias sociais, mesmo considerando o fato que a Gol quer que o consumidor seja plenamente atendido dentro da pr&oacute;pria rede social .&nbsp;<br /> <br /> Enfim, aprendi tr&ecirc;s coisas com esse caso da Gol: <br /> 1- A comunidade sempre vence. &Agrave;s vezes come&ccedil;amos projetos nas redes sociais com um determinado objetivo, mas a comunidade faz a gente repensar o projeto e redirecion&aacute;-lo. A empresa tem que saber ouvir, identificar a oportunidade e ter capacidade de rea&ccedil;&atilde;o; <br /> 2- A experi&ecirc;ncia dentro de uma rede social tem que ser completa. Evitar que o consumidor pule de uma rede para outra &eacute; uma forma inteligente de evitar perd&ecirc;-lo; <br /> 3- O consumidor do Facebook &eacute; diferente do consumidor geral do online, portanto o projeto para essa rede social deve ser diferenciado. <br /> <br /> <a href="http://www.facebook.com/voegol " target="_blank">Conhe&ccedil;a a p&aacute;gina da Gol</a>&nbsp;e&nbsp;mais sobre o projeto atrav&eacute;s do v&iacute;deo abaixo:&nbsp;<br /> &nbsp;</p>
				
				
							<p>Mauro Segura, l&iacute;der de marketing e comunica&ccedil;&atilde;o na IBM Brasil<br /></p>
				
			]]> 
			</description>
			<pubDate>May 16, 2013 4:56:38 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[A exclusão como estratégia de marketing]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/05/15/A-exclusao-como-estrategia-de-marketing.html</link>
			<guid>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/05/15/A-exclusao-como-estrategia-de-marketing.html</guid>
			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>Repercutiram recentemente na imprensa brasileira as declara&ccedil;&otilde;es do CEO da Abercrombie &amp; Fitch, Mike Jeffries, explicando os motivos pelos quais a empresa n&atilde;o tem numera&ccedil;&otilde;es grandes em suas lojas: &ldquo;em toda escola, h&aacute; adolescentes legais e populares e h&aacute; aqueles que n&atilde;o s&atilde;o t&atilde;o legais. N&oacute;s estamos atr&aacute;s dos legais. N&oacute;s vamos atr&aacute;s de todos os adolescentes atraentes, com muita atitude e com muitos amigos. Muitas pessoas n&atilde;o pertencem &agrave;s nossas roupas e elas nem podem pertencer&rdquo;. Jeffries defende a estrat&eacute;gia alegando que outras companhias, que t&ecirc;m n&uacute;meros maiores em suas araras, erram ao tentar atingir todo tipo de consumidores. &ldquo;Voc&ecirc; se torna totalmente comum. Voc&ecirc; n&atilde;o exclui ningu&eacute;m, mas tamb&eacute;m n&atilde;o empolga ningu&eacute;m&rdquo;.<br /> <br /> A elei&ccedil;&atilde;o de p&uacute;blicos-alvo priorit&aacute;rios &ndash; e a consequente exclus&atilde;o de outros &ndash; remonta &agrave;s origens do marketing, mas a forma crua e direta utilizada por Jeffries chama aten&ccedil;&atilde;o e choca muita gente. Certamente mais pelo pressuposto de que uma pessoa de maiores propor&ccedil;&otilde;es n&atilde;o possa ser &ldquo;legal&rdquo; ou &ldquo;atraente&rdquo; do que pela escolha do p&uacute;blico em si. O fato &eacute; que a marca &eacute; um grande sucesso entre os jovens de classes mais altas e sua estrat&eacute;gia n&atilde;o &eacute; t&atilde;o &uacute;nica assim. Basta assistir a um desfile de moda t&iacute;pico e suas modelos supermagras para ver implicitamente a mesma mensagem dita explicitamente por Jeffries. <br /> <br /> O tamanho das roupas &eacute; uma forma de exclus&atilde;o, mas est&aacute; longe de ser a &uacute;nica. No mercado de superluxo, a exclus&atilde;o se d&aacute; de uma forma ainda mais direta: pelo pre&ccedil;o. Custa caro porque &eacute; muito bom, mas tamb&eacute;m para que somente alguns possam usar. Os bens se transformam em signo de grande riqueza e status e &ndash; obviamente &ndash; geram margens de lucro fant&aacute;sticas para seus criadores. <br /> <br /> H&aacute; &eacute; claro mercado para outras posturas, como mostram campanhas de Dove, as modelos plus size etc. Por hora, no entanto, ao menos no mundo da moda e do luxo, a inclus&atilde;o est&aacute; longe de ser a estrat&eacute;gia dominante. Provavelmente por isso h&aacute; algum tempo tenha causado tanto estranhamento e pol&ecirc;mica o v&iacute;deo do novo Mercedes Classe A, que mostra o desempenho do carro ao som de um funk. O pecado aqui &ndash; dizem alguns &ndash; teria sido ser inclusivo demais, o que poderia afastar os consumidores mais tradicionais da marca. <br /> <br /> O fato &eacute; que, de fato, o mundo muda &ndash; ainda que mais devagar do que muitos gostariam &ndash; e os ecos dessa mudan&ccedil;a surgem nos lugares mais diversos. Se a Abercrombie e a Mercedes erram ou acertam em suas a&ccedil;&otilde;es &eacute; uma quest&atilde;o de ponto de vista. Mas a inclus&atilde;o de novos consumidores no mercado brasileiro &eacute; mais do que uma tend&ecirc;ncia. Quem enxergou na hora certa se beneficiou antes. Muitas marcas vendem cada vez mais para a classe C, mas poucas mudaram efetivamente a sua comunica&ccedil;&atilde;o, deixando velhos padr&otilde;es de lado e assumindo o seu lado mais popular ou colocando a cara do Brasil em suas a&ccedil;&otilde;es. Por sinal, deu no Globo que a maioria da popula&ccedil;&atilde;o negra do Brasil j&aacute; &eacute; de classe m&eacute;dia.<br /> <br /> Sua marca j&aacute; est&aacute; preparada para isso?<br /> <br /> <em>Carlos Pollhuber &eacute; diretor de marketing do Bob&acute;s</em>&nbsp;</p>
				
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			</description>
			<pubDate>May 15, 2013 2:21:52 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Foco na solução e adeus ao problema!]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/05/09/Foco-na-solucao-e-adeus-ao-problema.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>&nbsp;Quantas e quantas vezes nos deparamos com situa&ccedil;&otilde;es n&atilde;o muito positivas, que nos fazem ter um certo receio sobre se vamos conseguir manter as coisas em ordem... As mudan&ccedil;as nos assustam ao mesmo tempo em que somos adapt&aacute;veis a elas. E esta adapta&ccedil;&atilde;o se torna mais f&aacute;cil se o nosso pensamento for positivo. Quando tenho algum problema e sinto vontade de reclamar, um irm&atilde;o meu j&aacute; vai logo dizendo: &ldquo;n&atilde;o pense no problema, pense na solu&ccedil;&atilde;o&rdquo;. E ele tem raz&atilde;o! Isso facilita bastante para que a nossa vida seja mais apraz&iacute;vel.<br /> <br /> Recentemente passei por uma situa&ccedil;&atilde;o que exemplifica exatamente o que contei acima. Ap&oacute;s muitos e muitos anos, a minha assistente de casa decidiu parar de trabalhar para cuidar de uma s&eacute;ria doen&ccedil;a. Ela era verdadeiramente uma assistente, capaz de planejar, organizar, realizar, avaliar e sempre melhorar. Sabia de tudo sobre as tarefas dom&eacute;sticas e muito al&eacute;m disso. Tinha capacidade para desde me ajudar com o meu computador quando tinha alguma pane at&eacute; realizar, com excel&ecirc;ncia e carinho, jantar para 50 ou mais pessoas, bastando receber orienta&ccedil;&otilde;es sobre o perfil dos convidados, card&aacute;pio e alguns outros detalhes. No mais, eu poderia fechar os olhos e abrir um pouco antes do evento; tudo estaria nos conformes.<br /> <br /> A gente n&atilde;o espera, mas sabe que esse tipo de separa&ccedil;&atilde;o vai acontecer um dia e, quando chega, fica com a sensa&ccedil;&atilde;o de que o nosso plano de vida precisa ser revisto radicalmente. Muitas vezes, por n&atilde;o dominarmos completamente um assunto ou situa&ccedil;&atilde;o, ficamos com a sensa&ccedil;&atilde;o de impot&ecirc;ncia e de perda. Acredito que &eacute; a mesma sensa&ccedil;&atilde;o que as mulheres, especialmente as que trabalham fora, passaram a vivenciar com a nova lei das empregadas dom&eacute;sticas, cujo hor&aacute;rio de trabalho agora &eacute; definido e precisa ser cumprido.<br /> <br /> Por alguns minutos, horas ou dias, a sensa&ccedil;&atilde;o estranha de &ldquo;o que &eacute; que eu vou fazer agora?&rdquo; permanece, assim como a de &ldquo;eu n&atilde;o vou ter tempo pra fazer tudo isso&rdquo;. Afinal, mulheres modernas costumam ser multitarefa e, ao mesmo tempo, m&atilde;es, esposas, profissionais, estudantes, al&eacute;m de terem vida social ativa. Passado o susto inicial, a gente percebe que &eacute; sim vi&aacute;vel ser tudo ao mesmo tempo se nos determinarmos a focar na solu&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o no problema. Nossa mente &eacute; incr&iacute;vel, e quando pensamos na solu&ccedil;&atilde;o ela vai surgindo. Da mesma forma, se pensarmos no bem, boas ideias, positivas, come&ccedil;am a fluir. Provavelmente &eacute; por isso que o bem chama o bem.<br /> <br /> Assim, a gente vai deixando as dificuldades de lado e se anima, reaprendendo coisas que paramos de fazer por rotina de trabalho, de compromissos e viagens. Pouco nos dedicarmos a quest&otilde;es relacionadas &agrave; nossa pr&oacute;pria casa. E digo isso com propriedade! Hoje arrumei tempo para ir ao supermercado, para pensar em que prato preparar para o jantar, em montar arranjos de flores para a casa e tamb&eacute;m organizar o dia a dia... e sinto-me melhor, conseguindo fazer isso e trabalhar fora, al&eacute;m de tantas outras coisas &ndash; por enquanto, sem a perfei&ccedil;&atilde;o que gostaria, mas estou entusiasmada e vou melhorar. Mudan&ccedil;as, sejam elas no ambiente de trabalho ou na vida pessoal, fazem com que a gente saia da &ldquo;zona de conforto&rdquo; e evolua cada vez mais. &Eacute; assim que aprendemos a ter melhor organiza&ccedil;&atilde;o, a dar import&acirc;ncia ao trabalho do outro e a recome&ccedil;ar, renovar as energias.<br /> <br /> Fiquei pensando que, no Jap&atilde;o e em muitos outros pa&iacute;ses, n&atilde;o &eacute; comum as fam&iacute;lias contarem com empregadas dom&eacute;sticas, faxineiras ou cozinheiras. Se no Brasil est&aacute; dif&iacute;cil encontrar este tipo de profissional, no Jap&atilde;o, por exemplo, &eacute; quase uma miss&atilde;o imposs&iacute;vel, mas, ao mesmo tempo, tudo &eacute; resolvido com praticidade.<br /> <br /> Voltando ao nosso Pa&iacute;s, &eacute; preciso nos adaptarmos &agrave; nova lei em prol das empregadas dom&eacute;sticas. Al&eacute;m disso, tornar a vida mais pr&aacute;tica &eacute; algo que beneficiar&aacute; tanto os moradores quanto as empresas, principalmente as de alimentos e bebidas e hospedagem. Voc&ecirc; est&aacute; se perguntando por qu&ecirc;? Simples! Acredito que as pessoas passar&atilde;o a comer mais fora de casa, aumentando os gastos em restaurantes, ou, ainda, comprando mais produtos semiprontos. Est&aacute; a&iacute; uma excelente oportunidade para quem tem foco na excel&ecirc;ncia de servi&ccedil;os e produtos. Os consumidores ser&atilde;o ainda mais exigentes e selecionar&atilde;o as empresas que atenderem &agrave;s suas expectativas de forma personalizada, com rapidez e qualidade, assim como eram atendidos pelas suas assistentes do lar, para quem n&atilde;o precisavam dizer nada; elas j&aacute; adivinhavam pelo olhar. Ser&aacute; que as empresas conseguir&atilde;o atingir este grau de personaliza&ccedil;&atilde;o, assim como nossos clientes tinham em suas casas? E mais! Com velocidade, praticidade, variedade, originalidade e inova&ccedil;&atilde;o?	<br /> <br /> Fica aqui uma li&ccedil;&atilde;o de casa para todos n&oacute;s.<br /> <br /> <em>Chieko Aoki &eacute;&nbsp;presidente da Blue Tree Hotels</em><br /></p>
				
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			</description>
			<pubDate>May 9, 2013 3:37:00 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[O Entretenimento ao vivo está em crise?]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/05/07/O-Entretenimento-ao-vivo-esta-em-crise.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>&nbsp;&ldquo;O Brasil finalmente entrou no circuito mundial dos shows&rdquo;. Quem nunca leu ou ouviu este chav&atilde;o que atire a primeira pedra! Agora, recentemente, os mesmos jornalistas que escreveram os chav&otilde;es alteraram o seu enfoque para crise no setor: &ldquo;Bruxa esta solta no Show Biz&rdquo; e &ldquo;Empresas de shows passam por xeque mate&ldquo; foram algumas das manchetes relacionadas ao mercado que foram publicadas nos &uacute;ltimos meses. Mas qual &eacute; realmente a situa&ccedil;&atilde;o? Crise ou oceano azul?<br /> <br /> O que estamos vendo acontecer no mercado de entretenimento ao vivo &eacute; uma acomoda&ccedil;&atilde;o tanto das empresas quanto do mercado. Aqui no Brasil existe a bizarra situa&ccedil;&atilde;o dos produtores culturais, em geral, terem que aceitar a meia-entrada em qualquer espet&aacute;culo com enfoque cultural. Sim, bizarra porque nos principais mercados mundiais esta situa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o acontece (e olha que tem muitos estudantes por l&aacute;!). Esta situa&ccedil;&atilde;o tem um impacto muito forte nos business plan das empresas envolvidas com este setor da economia.<br /> <br /> Para resolver a situa&ccedil;&atilde;o, as empresas come&ccedil;aram a cobrar pre&ccedil;os exorbitantes. Duas, tr&ecirc;s ou at&eacute; quatro vezes o pre&ccedil;o dos ingressos em pa&iacute;ses com renda per capita cinco vezes maior que a nossa. Quando t&iacute;nhamos dois shows internacionais por semestre (lembro que o primeiro show do Queen no Morumbi no in&iacute;cio dos anos 80 foi um acontecimento na cidade de S&atilde;o Paulo) era uma coisa. Com o aumento da oferta de shows e da import&acirc;ncia do mercado local para os artistas, a situa&ccedil;&atilde;o &eacute; completamente distinta. Acredito que a discuss&atilde;o da lei que limita a aceita&ccedil;&atilde;o de meia-entrada a 35% da capacidade do local deve gerar algum tipo de redu&ccedil;&atilde;o nos pre&ccedil;os, mas n&atilde;o esperem redu&ccedil;&otilde;es dr&aacute;sticas. Na verdade, os estudantes deveriam ter v&aacute;rios outros benef&iacute;cios como &ldquo;meio computador&rdquo;, &ldquo;meia mensalidade da faculdade &ldquo;, etc.<br /> <br /> Ou seja, faz parte do problema este equacionamento de pre&ccedil;os, mas n&atilde;o estamos falando do &uacute;nico problema. Com a imposi&ccedil;&atilde;o da aceita&ccedil;&atilde;o da meia-entrada, falta de controle generalizado na emiss&atilde;o de carteiras de estudante (para n&atilde;o falar dos desvios na emiss&atilde;o das mesmas), renda dispon&iacute;vel para o lazer/entretenimento ampliada aqui no Brasil e maior oferta de shows e conte&uacute;dos culturais, criou-se uma situa&ccedil;&atilde;o &uacute;nica. Hoje os brasileiros &aacute;vidos por alguma a&ccedil;&atilde;o cultural pagam os pre&ccedil;os mais caros do mundo! Existe crise? Esta sendo atendida toda demanda potencial deste setor?<br /> <br /> Se o conte&uacute;do for relevante, a demanda existe mesmo com pre&ccedil;os aviltados. Vide Cirque Du Soleil. Se o conte&uacute;do for relevante e os pre&ccedil;os razoavelmente atrativos os ingressos acabam em horas. Vide Rock in Rio 2013. Se o conte&uacute;do for relevante e os pre&ccedil;os extremamente atrativos, os ingressos desaparecem e n&atilde;o se sabe nem como. Vide todos os shows e pe&ccedil;as teatrais excelentes produzidas pelas unidades do SESC. Estamos falando de crise ou de oceano azul? Em qual lado desta equa&ccedil;&atilde;o as empresas de entretenimento est&atilde;o se posicionando?<br /> <br /> Quando o decano do entretenimento ao vivo brasileiro, Roberto Medina, escreve em um manifesto do Rock In Rio &ldquo;que existe preocupa&ccedil;&atilde;o dos organizadores com o antes, durante e depois dos shows&ldquo; (a tal da experi&ecirc;ncia...) e ao mesmo tempo reduz a capacidade total de cada show, vejo uma a&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica de longo prazo que coloca o mercado brasileiro em sintonia com o que de mais moderno se faz ao redor do mundo. Agora, quando vejo shows j&aacute; desgastados de tanta rodagem cobrando R$ 600 ou R$ 700 por ingresso da pista VIP, come&ccedil;o a pensar que as manchetes estavam certas.<br /> &emsp;<br /> <em>Paulo Oct&aacute;vio Pereira de Almeida &eacute; vice-presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado</em><br /></p>
				
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			</description>
			<pubDate>May 7, 2013 3:21:25 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Mídia grátis?]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/05/06/Nao-existe-midia-gratis.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>A busca incessante das marcas e das ag&ecirc;ncias por audi&ecirc;ncia n&atilde;o paga est&aacute; mudando a cara da publicidade. <br /> <br /> O crescimento acelerado da internet e das redes sociais no Brasil, 2&ordm; pa&iacute;s com maior numero de f&atilde;s no Facebook, est&aacute; provocando um movimento interessante na comunica&ccedil;&atilde;o, invertendo a prioridade dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o na constru&ccedil;&atilde;o de uma campanha.<br /> <br /> A publicidade &ldquo;antiga&rdquo; era constru&iacute;da depois que um plano de m&iacute;dia cheio de &lsquo;xizinhos&rsquo; era feito. E l&aacute; ia a cria&ccedil;&atilde;o desenvolver a campanha que preencheria cada um dos espa&ccedil;os comprados. Isso com certeza trazia um padr&atilde;o de campanha pautada em v&iacute;deos de 30 segundos e lindos an&uacute;ncios de p&aacute;gina dupla. Ah, e o plano de internet era um r&eacute;plica do que foi desenvolvido pro &ldquo;off&rdquo; &ndash; e se coubesse na verba.<br /> <br /> Pouco a pouco essa pir&acirc;mide est&aacute; invertendo, e a relev&acirc;ncia da internet est&aacute; fazendo os publicit&aacute;rios pensarem primeiro numa grande sacada que reverbere o m&aacute;ximo poss&iacute;vel pela rede &ldquo;espontaneamente&rdquo; e depois, quem sabe, seja replicado para um filme de 30&rdquo; na TV. Ou pode at&eacute; come&ccedil;ar num filme de 30&rdquo; na TV, mas depois segue uma continuidade nas plataformas digitais com esperan&ccedil;a que termine como noticia no jornal das 22h.<br /> <br /> A busca por um bom &ldquo;viral&rdquo; virou briefing e as ag&ecirc;ncias est&atilde;o tendo que redobrar a criatividade para atender a demanda. Uma criatividade que passa desde a pr&oacute;pria propaganda at&eacute; desenvolvimento de conte&uacute;dos super elaborados e produtos inovadores que possam virar a pr&oacute;pria publicidade.<br /> <br /> Vejamos o caso do copo da Budweiser, que traduz o posicionamento da marca atrav&eacute;s de um desenvolvimento de um novo produto, o copo integrado com Facebook, e a linda <a href="http://retratosdarealbeleza.dove.com.br/" target="_blank">campanha de Dove,</a> em formato de document&aacute;rio de 6 minutos feito para web. &nbsp;</p>
				
				
							<p>Esse novo cen&aacute;rio exige departamentos novos dentro das empresas e ag&ecirc;ncias que estudem e pensem regularmente sobre como se manter inovadores. Exige tamb&eacute;m uma revis&atilde;o completa de como o marketing, o criativo, o planejamento, o redator, o RTV, a imprensa e o m&iacute;dia v&atilde;o trabalhar daqui em diante.<br /> <br /> Mas n&atilde;o tem almo&ccedil;o gr&aacute;tis, como diria o economista Milton Friedman. Se por um lado acha-se que se investe menos nas m&iacute;dias pagas, por outro investe-se, e muito, em inova&ccedil;&atilde;o, em produ&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do, em pessoas, em estudos... O que de fato acontece &eacute; que n&atilde;o se investe menos, ao contr&aacute;rio: multiplicam-se as op&ccedil;&otilde;es de canais e a necessidade de uma boa composi&ccedil;&atilde;o entre eles.&nbsp;</p>
				
				
								<img src="http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/05/06/Nao-existe-midia-gratis/newsDetails/02/imageBinary/quadro_blog_dietrich_560.jpg" width="308" height="197" > </img>
							
								<p>Quadro de projeção de investimento de mídia por canal até 2015
								<span><strong>Crédito:</strong> Zenith Optimedia</span>
								</p>
								
				
								<img src="http://www.meioemensagem.com.br" width="308" height="197" > </img>
							
								<p>Quadro de projeção de investimento de mídia por canal até 2015
								<span><strong>Crédito:</strong> Zenith Optimedia</span>
								</p>
								
				
								<img src="http://www.meioemensagem.com.br" width="308" height="197" > </img>
							
								<p>Quadro de projeção de investimento de mídia por canal até 2015
								<span><strong>Crédito:</strong> Zenith Optimedia</span>
								</p>
								
							<p>Uma equa&ccedil;&atilde;o que estamos todos aprendendo a usar e a entender como mensurar.<br /> <br /> <em>Andrea Dietrich &eacute; gerente de marketing da Netshoes</em><br /> &nbsp;</p>
				
			]]> 
			</description>
			<pubDate>May 6, 2013 4:43:58 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[A busca das empresas por um novo profissional de marketing e comunicação ]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/05/02/A-busca-das-empresas-por-um-novo-profissional-de-marketing-e-comunicacao-.html</link>
			<guid>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/05/02/A-busca-das-empresas-por-um-novo-profissional-de-marketing-e-comunicacao-.html</guid>
			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>Vejo o profissional de marketing se aproximando mais do perfil, linguagem e conhecimento do profissional de TI do que o contr&aacute;rio.&nbsp;<br /> <br /> Em 2012, o Gartner, reconhecido instituto na &aacute;rea de pesquisa, divulgou uma previs&atilde;o espetacular: em 2017, os CMOs gastar&atilde;o mais em TI do que CIOS. A previs&atilde;o &eacute; fant&aacute;stica pois coloca na berlinda a quest&atilde;o de quem lidera ou direciona TI dentro das empresas. Todos n&oacute;s sabemos que praticamente todas as &aacute;reas organizacionais das empresas dependem do uso intensivo de tecnologia, cada vez mais. A press&atilde;o &eacute; not&oacute;ria e evidente. <br /> <br /> Os CMOs, de forma geral, sempre foram apaixonados pela tecnologia, gostam de us&aacute;-la em seus projetos de marketing, mas raramente conheci colegas CMOs que tinham conhecimento profundo de TI e que demonstravam vontade de participar de discuss&otilde;es tecnol&oacute;gicas. O assunto sempre foi muito delegado a TI. <br /> <br data-temp="true" /> <span data-scaytid="10348" data-scayt_word="Infelizmente" data-temp="true">Infelizmente</span>, a rela&ccedil;&atilde;o entre CMOs e CIOs nunca foi muito saud&aacute;vel.  Quase sempre o CMO afirma enfrentar dois dilemas: TI n&atilde;o tem agilidade para entender o escopo de suas necessidades; e tudo sempre parece muito caro. <br /> <br data-temp="true" /> Muitas vezes &eacute; dif&iacute;cil justificar o investimento em novas tecnologias, pois n&atilde;o existe clareza do ROI. Por outro lado, TI nutre preocupa&ccedil;&otilde;es que o marketing &agrave;s vezes tem dificuldade de entender, como governan&ccedil;a do sistema, conex&atilde;o de novos sistemas com o legado, manuten&ccedil;&atilde;o, atualiza&ccedil;&atilde;o, seguran&ccedil;a, etc. A&iacute; acontecem situa&ccedil;&otilde;es estranhas, como um CMO procurar o CIO para pedir uma solu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica para uma campanha de marketing que deseja botar no ar em trinta dias, e o CIO responder que vai levar tr&ecirc;s meses para dar a resposta de quanto tempo e qual ser&aacute; o custo para entregar a solu&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> A afirma&ccedil;&atilde;o de que em 2017 os CMOs gastar&atilde;o mais em TI do que os pr&oacute;prios CIOs assusta, mas parece fazer sentido quando vemos algumas coisas acontecendo. Nunca os CMOs foram t&atilde;o dependentes de tecnologia como agora, n&atilde;o apenas para seus programas de marketing e relacionamento com clientes, mas tamb&eacute;m na pr&oacute;pria automa&ccedil;&atilde;o interna do marketing dentro da empresa.<br /> <br /> &quot;Big data&quot; &eacute; uma realidade e o poder anal&iacute;tico para tomada de decis&atilde;o &eacute; um diferencial competitivo relevante. Mobilidade est&aacute; explodindo, social business tamb&eacute;m, e ambos s&atilde;o 100% dependentes de TI. Enfim, existe uma conspira&ccedil;&atilde;o de fatores que coloca o CMO como o maior potencial consumidor de tecnologia dentro das empresas, mais do que o CFO, CHRO (Recursos Humanos) ou o CSCO (Supply Chain). <br /> <br /> A rela&ccedil;&atilde;o entre as &aacute;reas j&aacute; foi pior e est&aacute; sensivelmente melhor hoje em dia. Eu diria que as duas &aacute;reas caminham para um futuro muito mais promissor do que tempos atr&aacute;s, pois ambas t&ecirc;m o cliente como sua principal agenda. E esta deve ser a agenda comum entre as organiza&ccedil;&otilde;es. De v&aacute;rios anos para c&aacute;, a &aacute;rea de TI saiu da toca e passou a ser uma &aacute;rea estrat&eacute;gica para o neg&oacute;cio das empresas, e isso mudou o perfil do CIO de &quot;apenas&quot; um perfil t&eacute;cnico para um perfil estrat&eacute;gico de neg&oacute;cio. Tal perfil est&aacute; muito pr&oacute;ximo do perfil do CMO. Ambos falam de neg&oacute;cio, de clientes e de estrat&eacute;gia. Isso colocou os dois no mesmo lado&nbsp;da mesa e criou uma linguagem comum. <br /> <br /> No meio disso tudo est&aacute; o profissional de marketing, cujo papel e expectativa das empresas vem passando por grande transforma&ccedil;&atilde;o. Hoje n&atilde;o basta mais ser bom criativo e bom planejador. O uso de mais tecnologia para an&aacute;lise de dados, e para pr&oacute;pria opera&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea de marketing, vai exigir profissionais que tenham mais intimidade com tecnologia, matem&aacute;tica e estat&iacute;stica. <br /> <br data-temp="true" /> <span data-scaytid="20641" data-scayt_word="Sempre" data-temp="true">Sempre</span> brinco dizendo que estamos criando uma nova disciplina: o &quot;matemarketing&quot;. Profissionais de marketing modernos ter&atilde;o que se tornar mais &quot;publishers&quot;, enquanto que os profissionais de comunica&ccedil;&atilde;o ter&atilde;o que ser mais estrat&eacute;gicos do que produtores de conte&uacute;do, considerando que a pr&oacute;pria sociedade, funcion&aacute;rios e clientes s&atilde;o os reais geradores de conte&uacute;do. <br /> <br data-temp="true" /> <span data-scaytid="20642" data-scayt_word="Caminharemos" data-temp="true">Caminharemos</span> para um profissional com perfil de curador e gestor, menos preocupado com o tradicional jornalismo corporativo, t&atilde;o comum dentro das empresas hoje. Paix&atilde;o por m&iacute;dias digitais e tecnologias inovadoras faz parte desse profissional dos sonhos de marketing e comunica&ccedil;&atilde;o. Ou seja, estou falando de pessoas apaixonadas por tecnologia, apaixonadas pelo marketing do di&aacute;logo e com mentalidade em tempo real. J&aacute; comecei a brincar com meus colegas dizendo que agora vamos precisar contratar matem&aacute;ticos e estat&iacute;sticos para fazer marketing. <br /> <br /> Nesse cen&aacute;rio aparentemente ca&oacute;tico, vamos precisar de um profissional de marketing multitarefa, que tenha condi&ccedil;&otilde;es de lidar e gerenciar m&uacute;ltiplos projetos em diversas plataformas, simultaneamente, o que faz a expertise de ger&ecirc;ncia de projeto ser um enorme diferencial. Acredito que cada vez mais profissionais de marketing se especializar&atilde;o em ger&ecirc;ncia de projetos. Analisando tudo isso, eu vejo o profissional de marketing se aproximando mais do perfil, linguagem e conhecimento do profissional de TI do que o contr&aacute;rio. <br /> <br /> Os estere&oacute;tipos atrapalham muito!!! J&aacute; cansou a ret&oacute;rica de que marketing n&atilde;o &eacute; objetivo, n&atilde;o sabe o que quer e muda o tempo todo.  E tamb&eacute;m cansou a hist&oacute;ria de que TI &eacute; muito fechada em seu pr&oacute;prio mundo. Isso j&aacute; era. N&atilde;o &eacute; mais verdade. Existem sim dificuldades e limita&ccedil;&otilde;es, mas essas s&atilde;o vis&otilde;es de um passado que n&atilde;o existe mais. Ambas as &aacute;reas mudaram muito nos &uacute;ltimos tempos, s&atilde;o &aacute;reas estrat&eacute;gicas que se colaboram e que j&aacute; colocam o cliente como o centro da conversa e das decis&otilde;es. Existe uma agenda comum sendo montada pelas organiza&ccedil;&otilde;es. Algumas empresas j&aacute; t&ecirc;m isso muito &agrave; frente, outras ainda est&atilde;o no in&iacute;cio da jornada, mas o fato &eacute; que essa viagem conjunta j&aacute; est&aacute; em curso. <br /> <br /> Eu, por trabalhar numa empresa de tecnologia, me sinto um privilegiado pois investimos muito em tecnologia para nossas opera&ccedil;&otilde;es e atividades de marketing e comunica&ccedil;&atilde;o. Atualmente temos um projeto estrat&eacute;gico de colocar uma plataforma colaborativa em tablets para a For&ccedil;a de Vendas que tem feito a minha &aacute;rea trabalhar colada com o grupo de TI, evidenciando que tecnologia &eacute; essencial para nosso sucesso em marketing e comunica&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> Tenho em minha mente alguns casos que vivi que ilustram bem o mundo dos CMOs e CIOs. Um dos mais emblem&aacute;ticos diz respeito a um CMO de uma grande empresa, que brigou com o CIO e decidiu que nunca mais iria pedir nada a ele. E, desde ent&atilde;o, ele iniciou a implementa&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios projetos em marketing com or&ccedil;amento pr&oacute;prio, autonomia e investindo em tecnologias como cloud. Tal situa&ccedil;&atilde;o funcionou bem temporariamente, mas causou um grande problema para a empresa, pois come&ccedil;aram a surgir sistemas e solu&ccedil;&otilde;es &quot;monstrinhos&quot; que ficaram desconectados dos grandes sistemas corporativos, sem governan&ccedil;a, capacidade de crescimento e seguran&ccedil;a. <br /> <br data-temp="true" /> <span data-scaytid="20643" data-scayt_word="Hoje" data-temp="true">Hoje</span> esse meu colega CMO vem enfrentando problemas para lidar com o pr&oacute;prio frankenstein que criou. Ele me diz no p&eacute; de ouvido que se arrependeu de n&atilde;o ter procurado um maior di&aacute;logo com a &aacute;rea de TI na &eacute;poca. Essa historia &eacute; verdadeira e bem recente, mas n&atilde;o digo o nome da empresa nem sob tortura intensa.<br /> <br /> <strong>Mauro Segura, l&iacute;der de marketing e comunica&ccedil;&atilde;o na IBM Brasil</strong><br /> <br type="_moz" /></p>
				
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			<pubDate>May 2, 2013 3:44:38 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Já leu e aceitou os termos de uso?]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/04/22/Ja-leu-e-aceitou-os-termos-de-uso.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>O que cada um de n&oacute;s tem feito na internet, ou mais especificamente, nas redes sociais? Temos criado e compartilhado conte&uacute;do. Sim, viramos agentes disseminadores de informa&ccedil;&otilde;es. E discernir o que pode ou n&atilde;o nesse ambiente virtual j&aacute; n&atilde;o &eacute; t&atilde;o simples.<br /> <br /> Se as pessoas est&atilde;o patinando, com o mundo corporativo n&atilde;o &eacute; muito diferente. A rela&ccedil;&atilde;o que t&iacute;nhamos com nossos consumidores era uma rela&ccedil;&atilde;o privada, uma rela&ccedil;&atilde;o a dois: empresa x consumidor, do momento da decis&atilde;o de compra at&eacute; os processos de p&oacute;s-venda. Agora n&atilde;o &eacute; bem assim. O relacionamento com o cliente virou um assunto tratado na esfera p&uacute;blica, pra todo mundo ver. E a&iacute;, faz parte corrermos o risco de acertar ou n&atilde;o. S&atilde;o as dores da evolu&ccedil;&atilde;o da tecnologia e da pr&oacute;pria comunica&ccedil;&atilde;o, do marketing, do relacionamento. Evolu&ccedil;&atilde;o do comportamento de forma geral.<br /> <br /> Lendo sobre o Google Glass (a mais nova empreitada do Google), vi que mesmo antes de ser lan&ccedil;ado j&aacute; levantou pol&ecirc;micas como a privacidade das pessoas, tal o poder de registro e compartilhamento da ferramenta, e at&eacute; mesmo sobre o uso, pelo Google, de todo o conte&uacute;do gerado pelos seus usu&aacute;rios. <br /> <br /> Se estamos vivendo nesse ambiente onde tudo &eacute; compartilhado e onde cada indiv&iacute;duo &eacute; m&iacute;dia, nada mais justo voltarmos &agrave; discuss&atilde;o da privacidade, do p&uacute;blico e do privado e da pr&oacute;pria &eacute;tica &ndash; seja a sua, ao produzir e compartilhar qualquer material, ou das empresas, que se relacionam em ambientes t&atilde;o abertos. Cada vez que uma companhia traz uma discuss&atilde;o como essa, estamos avan&ccedil;ando na pr&oacute;pria redefini&ccedil;&atilde;o desses conceitos. <br /> <br /> Penalizar os gadgets e os avan&ccedil;os da tecnologia me parece n&atilde;o ser o caminho, pois toma o lugar de uma pauta muito mais aprofundada: a responsabilidade no conte&uacute;do gerado e no gerenciamento de informa&ccedil;&otilde;es dos indiv&iacute;duos.<br /> <br /> A pr&oacute;pria sociedade tem que criar meios de adapta&ccedil;&atilde;o a essa nova realidade, onde perdemos um pouco o controle do que &eacute; privado. &Eacute; uma discuss&atilde;o coletiva sobre nossos pr&oacute;prios limites, sobre nosso comportamento enquanto potenciais geradores de informa&ccedil;&atilde;o e o dom&iacute;nio desse mundo virtual nas nossas vidas.<br /> <br /> <em>Jo&atilde;o Batista Ciaco &eacute; diretor de publicidade e marketing de relacionamento da Fiat e presidente da ABA</em><br type="_moz" /></p>
				
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			<pubDate>Apr 22, 2013 6:37:16 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[GPS até no paciente]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/04/17/GPS-ate-no-paciente.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>Em tempos de tantos avan&ccedil;os tecnol&oacute;gicos, nada melhor do que utilizar as novas descobertas como aliadas do marketing para medir o grau de satisfa&ccedil;&atilde;o dos clientes. E at&eacute; mesmo, &eacute; claro, poder medir seus pr&oacute;prios n&iacute;veis de servi&ccedil;o. Foi pensando assim que alguns dos grandes hospitais da &Iacute;ndia e Estados Unidos introduziram o sistema RFID (Radio Frequency Identification) em seus atendimentos de Pronto Socorro.<br /> <br /> Como um verdadeiro GPS, tal tecnologia &eacute; colocada na pulseira de identifica&ccedil;&atilde;o que &eacute; colocada no paciente assim que o mesmo chega ao hospital. A partir da&iacute;, a sua experi&ecirc;ncia de compra &eacute; monitorada segundo a segundo. &Eacute; poss&iacute;vel medir qual o tempo de perman&ecirc;ncia na recep&ccedil;&atilde;o antes da consulta, na sala do m&eacute;dico, na ala de exames, medica&ccedil;&atilde;o e assim por diante. Tudo com o objetivo claro de mensurar o tempo em que o consumidor, neste caso o paciente, gasta em sua visita ao hospital.<br /> <br /> Mas a grande vantagem, obviamente, &eacute; transformar esta montanha de dados em informa&ccedil;&otilde;es que ajudem a tra&ccedil;ar planos de melhoria nas &aacute;reas de gargalo, com baixa performance e que impactam negativamente na imagem do hospital. Depois da implanta&ccedil;&atilde;o no novo sistema nestes hospitais, v&aacute;rias oportunidades de melhoria foram identificadas e mudan&ccedil;as foram feitas, mas uma delas chamou aten&ccedil;&atilde;o: foi a amplia&ccedil;&atilde;o do uso da pulseira para os m&eacute;dicos e enfermeiras, fazendo com que profissionais e pacientes estivessem em locais apropriados no tempo certo. O tempo daquele cafezinho da equipe m&eacute;dica ficou mais curto e a espera dos pacientes tamb&eacute;m.<br /> <br /> <em>Claudio Tonello, profissional de marketing</em><br /> <br /></p>
				
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			</description>
			<pubDate>Apr 17, 2013 5:50:15 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Patrocinadores como fator de mudança no futebol]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/04/04/Patrocinadores-como-fator-de-mudanca-no-futebol.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>O futebol brasileiro vive um momento paradoxal, j&aacute; que, ao mesmo tempo em que nunca se gerou tantos recursos, os clubes demonstram n&atilde;o estarem preparados para esse boom de investimentos e novas receitas.<br /> <br /> Estamos vivenciando uma s&eacute;rie de graves problemas de credibilidade perante o mercado, com abordagens que nada contribuem para o fortalecimento institucional da Ind&uacute;stria. <br /> <br /> Isso fica claro em opini&otilde;es desastradas de dirigentes, questionamentos de parceiros via m&iacute;dia, posicionamentos equivocados em momentos de crise, pedidos de ajuda do Governo para poderem continuar gastando, sem limite e controle.<br /> <br /> Em minha opini&atilde;o temos que mudar radicalmente o futebol brasileiro e acredito que os patrocinadores t&ecirc;m papel fundamental nesse processo.<br /> <br /> Um bom exemplo recente foi o projeto da Ambev - Movimento por um Futebol Melhor. A empresa escolheu n&atilde;o colocar dinheiro nos clubes, mas contribuir para que haja uma efetiva mudan&ccedil;a neste cen&aacute;rio de descontrole, novas receitas e falta de credibilidade. O pr&oacute;prio slogan demonstra que minha preocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; a mesma que da maior empresa do Brasil.<br /> <br /> Espero que outros patrocinadores tamb&eacute;m se posicionem As empresas precisam cobrar dos clubes uma abordagem mais profissional, j&aacute; que s&atilde;o companhias bilion&aacute;rias, e algumas at&eacute; t&ecirc;m a&ccedil;&otilde;es negociadas na bolsa.<br /> <br /> A minha ideia &eacute; que os patrocinadores saiam da zona de conforto e exijam contrapartidas dos clubes patrocinados, muito al&eacute;m da visibilidade nas propriedades esportivas. <br /> <br /> A mudan&ccedil;a passa pelos donos do dinheiro, que precisam enxergar que um clube patrocinado deve atrair valores positivos para as marcas e n&atilde;o pol&ecirc;micas e not&iacute;cias negativas. Al&eacute;m,&nbsp;&eacute; claro, de cobrar um projeto de marketing condizente com as necessidades de seu neg&oacute;cio. <br /> <br /> Se isso ocorrer, os maiores beneficiados ser&atilde;o os clubes, que ver&atilde;o suas marcas se valorizarem e ter&atilde;o parceiros de peso para construir um neg&oacute;cio muito mais s&oacute;lido&nbsp;que a realidade atual.<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel que a cada dia que nos aproximamos da Copa do Mundo&nbsp;vejamos tantas not&iacute;cias negativas associadas aos clubes. Imaginava que seria bem diferente quando projetava esse novo mundo, alguns anos atr&aacute;s. <br /> <br /> Por isso, acredito que os patrocinadores podem ser decisivos nesse processo de mudan&ccedil;a que temos de implementar no futebol brasileiro.<br /> <br /> As marcas devem cobrar dos clubes patrocinados o mesmo n&iacute;vel de credibilidade, criatividade e rigor estrat&eacute;gico das outras disciplinas de marketing e comunica&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Com essa abordagem mais cr&iacute;tica e construtiva podemos, de forma concreta, mudar o futebol brasileiro para melhor.<br /> <br /> <strong>* Amir Somoggi &eacute; consultor de marketing e gest&atilde;o esportiva</strong><br /></p>
				
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			</description>
			<pubDate>Apr 4, 2013 3:09:21 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Caça-talentos online]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/03/22/Caca-talentos-online.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>Um desafio cada vez maior para os profissionais de comunica&ccedil;&atilde;o e marketing &eacute; fazer o uso adequado e eficaz da comunica&ccedil;&atilde;o multiplataforma. Reconhecer e potencializar as possibilidades de cada meio &eacute; crucial para otimizar os diversos pontos de contato com o p&uacute;blico-alvo. Os jovens n&atilde;o buscam informa&ccedil;&otilde;es exclusivamente pelos meios tradicionais, como seus pais faziam. Querem informa&ccedil;&atilde;o instant&acirc;nea, atualizada constantemente, para que possam coment&aacute;-las, compartilh&aacute;-las e us&aacute;-las em seu benef&iacute;cio. Enfim, querem exercer ativamente seu papel de emissor, n&atilde;o apenas como receptor passivo de not&iacute;cias.<br /> <br /> Entender esse comportamento e t&ecirc;-lo como base para o desenvolvimento de campanhas de comunica&ccedil;&atilde;o e marketing &eacute; essencial para se atingir resultados consistentes. &Eacute; isso que procuramos ter em mente ao conduzir nossos processos de sele&ccedil;&atilde;o de talentos. E as redes sociais t&ecirc;m papel fundamental neste processo. O tradicional envio de curr&iacute;culos por e-mail j&aacute; n&atilde;o atende &agrave;s expectativas. Hoje, o que vale mesmo &eacute; o networking e a participa&ccedil;&atilde;o em processos de sele&ccedil;&atilde;o no ambiente digital.<br /> <br /> Diariamente, centenas de novas vagas s&atilde;o ofertadas pelas empresas na web, seja por meio de suas p&aacute;ginas ou por sites especializados em recrutamento. Esse tipo de a&ccedil;&atilde;o mostra-se efetiva, desde que ela seja planejada corretamente e que o processo seletivo seja, de fato, atrativo e esclarecedor. O volume de informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis na rede aumenta a cada dia e a sele&ccedil;&atilde;o natural do que &eacute; relevante &eacute; um dos crit&eacute;rios adotados pelo internauta para definir o que merece um clique, ser lido e, no caso dos processos de sele&ccedil;&atilde;o, o que vale a participa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Para citar um exemplo bem de perto, na Votorantim, recentemente, foi lan&ccedil;ado um programa para atrair jovens engenheiros com o objetivo de identificar t&eacute;cnicos para trabalhar na regi&atilde;o sul-fluminense em uma nova opera&ccedil;&atilde;o de siderurgia. Foram milhares de inscri&ccedil;&otilde;es por meio de plataformas online. O n&uacute;mero em si n&atilde;o &eacute; o destaque, mas a precis&atilde;o para atrair o perfil dos candidatos que a empresa buscava foi surpreendente. E qual foi o diferencial no processo de sele&ccedil;&atilde;o? O tom da campanha e a identidade visual com foco em um jovem em busca de uma carreira t&eacute;cnica, um hotsite esclarecedor e de f&aacute;cil navega&ccedil;&atilde;o, a identifica&ccedil;&atilde;o com o p&uacute;blico-alvo e, principalmente, a intera&ccedil;&atilde;o com esses candidatos por meio de redes sociais e chats online.<br /> <br /> S&atilde;o tamb&eacute;m in&uacute;meros os exemplos de programas de trainee que utilizam o ambiente digital para selecionar novos talentos. Essa estrat&eacute;gia ganhou for&ccedil;a consider&aacute;vel com o surgimento de outras plataformas de divulga&ccedil;&atilde;o, como links patrocinados no Google e Facebook, e intera&ccedil;&atilde;o via redes sociais.<br /> <br /> Enfim, o desafio de identificar talentos e profissionais que sustentem o crescimento das organiza&ccedil;&otilde;es no longo prazo est&aacute; lan&ccedil;ado. Cabe &agrave;s empresas identificar o perfil destes jovens e a n&oacute;s, profissionais de marketing e comunica&ccedil;&atilde;o, contribuir para que iniciativas cada vez mais criativas sejam desenvolvidas para termos &ecirc;xito e acuracidade nas sele&ccedil;&otilde;es.<br /></p>
				
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			</description>
			<pubDate>Mar 22, 2013 4:00:34 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Conectados, porém sozinhos]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/03/18/Conectados-porem-sozinhos.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>&ldquo;N&oacute;s esperamos mais da tecnologia e menos de n&oacute;s mesmos&rdquo;. Essa &eacute; uma das provoca&ccedil;&otilde;es colocadas por Sherry Turkle, soci&oacute;loga e psic&oacute;loga que estuda as influ&ecirc;ncias da tecnologia nas rela&ccedil;&otilde;es humanas. A apresenta&ccedil;&atilde;o de 20 minutos no TED pode n&atilde;o ter surpreendido mas faz pensar.&nbsp;</p>
				
				
							<p>Voc&ecirc; j&aacute; parou para pensar que os nossos momentos de reflex&atilde;o j&aacute; s&atilde;o quase raros em nossas vidas? E deveriam ser fundamentais para refletirmos sobre nossas atitudes, nossos desafios e sobre n&oacute;s mesmos. Durante o tr&acirc;nsito parado, no elevador, num restaurante, numa reuni&atilde;o, em todos os momentos l&aacute; estamos n&oacute;s, conectados. Num encontro com amigos, num jantar com a fam&iacute;lia e l&aacute; estamos n&oacute;s, conectados &ndash; e &agrave;s vezes vemos a mesa toda nos seus celulares. <br /> <br /> O que est&aacute; por tr&aacute;s desse comportamento? Uma necessidade de compartilhar e mostrar somente os momentos onde estamos felizes, realizados e bem sucedidos. Uma imagem programada sobre o que queremos passar. Uma necessidade de editar o que pensamos e falamos, evitando o espont&acirc;neo do &lsquo;ao vivo&rsquo;. &Eacute; o fen&ocirc;meno do torpedo, mais textos e menos di&aacute;logo, a necessidade de estar em v&aacute;rios lugares ao mesmo tempo, sendo mais superficial nas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> A tecnologia n&atilde;o est&aacute; mudando somente a forma com que fazemos as coisas, mas tamb&eacute;m o que somos, o que estamos nos tornando. Segundo a psic&oacute;loga, estamos exigindo cada vez mais da tecnologia, exigindo que nossos celulares entendam exatamente o que queremos, mas menos do que queremos das nossas rela&ccedil;&otilde;es pessoais. Ao inv&eacute;s de sentirmos para depois compartilharmos, n&oacute;s compartilhamos o que queremos sentir.<br /> <br /> Tudo isso nos faz refletir o quanto as novas gera&ccedil;&otilde;es est&atilde;o evoluindo sem conseguir se conectar ao vivo um com o outro. E perdendo uma das habilidades mais importantes para qualquer indiv&iacute;duo, a conviv&ecirc;ncia em  grupo. Essa frase me fez lembrar do caso pol&ecirc;mico do home office abolido no Yahoo e a frase da CEO da empresa dizendo que muitas das melhores decis&otilde;es das empresas acontecem num cafezinho, numa conversa de corredor, conhecendo pessoas. O mundo isolado das tecnologias, do home office, come&ccedil;a a ser discutido para trazer de volta a necessidade do contato, do di&aacute;logo, do jogo de futebol no campinho da esquina.<br /> <br /> Eu mesma j&aacute; escrevi um post no ano passado contra argumentando essa quest&atilde;o, mas,&nbsp;depois de ser m&atilde;e,&nbsp;come&ccedil;o mesmo a me preocupar com a individualidade e a vida programada&nbsp;&agrave;s quais minha filha pode estar exposta daqui em diante.<br /> <br /> Temos que aprender a equilibrar nossas vidas, valorizando aquilo que nunca vai conseguir ser apagado: nossas palavras, nossas mem&oacute;rias, nossas risadas, nossos amigos de verdade.&nbsp;</p>
				
				
							<p><strong><em>Andrea Dietrich &eacute; gerente de marketing da Netshoes</em></strong>&nbsp;</p>
				
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			</description>
			<pubDate>Mar 18, 2013 12:56:16 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Todo mundo online, se a infra permitir]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/03/05/Todo-mundo-online-se-a-infra-permitir.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>Falar em estrat&eacute;gia mobile no Brasil n&atilde;o &eacute; modismo, &eacute; uma necessidade vital para as grandes marcas, tal &eacute; o n&uacute;mero de pessoas conectadas aos seus celulares. Necessidade estrat&eacute;gica para marcas e social para as pessoas. Eu sou daqueles que ainda ficam incomodados ao ver um grupo reunido e todo mundo com os olhares vidrados em seus celulares. Mas entendo que, de fato, ali dentro gira um mundo paralelo. E as marcas querem estar l&aacute; tamb&eacute;m. N&atilde;o &eacute; &agrave; toa que o investimento publicit&aacute;rio global em mobile em 2012 cresceu mais de 100% em rela&ccedil;&atilde;o a 2011 (Fonte: eMarketer). E vai continuar a crescer. Segundo dados da Nielsen, 57% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira t&ecirc;m celulares com conex&atilde;o &agrave; web. N&atilde;o podemos fechar os olhos a isso. Mas o quanto estamos preparados para a comunica&ccedil;&atilde;o mobile?<br /> <br /> A&iacute; me vem &agrave; cabe&ccedil;a a quest&atilde;o da conectividade.  Vejo com bons olhos alguns passos dados no pa&iacute;s para melhorar a nossa infraestrutura seja em tecnologia, telefonia e outros setores que tornam a comunica&ccedil;&atilde;o mobile vi&aacute;vel.<br /> <br /> &Eacute; no m&iacute;nimo inspirador ler nos jornais que finalmente um projeto de democratiza&ccedil;&atilde;o do acesso &agrave; internet vai sair do papel, por meio de redes p&uacute;blicas de wifi gr&aacute;tis instaladas na cidade.  &Eacute; claro que, at&eacute; l&aacute;, vai existir um embate entre interesses p&uacute;blicos e privados. Do entendimento desses dois lados depende o bem coletivo do qual estamos falando.<br /> <br /> Enquanto isso n&atilde;o acontece, iniciativas como a da Coca-Cola, em parceria com a Oi, v&ecirc;m a calhar. As marcas se uniram para oferecer wifi gratuitamente em alguns estabelecimentos comerciais e, assim, um gap da conectividade no Brasil vira inspira&ccedil;&atilde;o para uma a&ccedil;&atilde;o de marketing. Um trabalho que vai al&eacute;m do produto e foca em um estilo de vida. Ponto para eles. J&aacute; a Nestl&eacute; foi contra todo esse movimento e criou uma &aacute;rea totalmente sem wifi, em Amsterdam. O objetivo ali era bem claro: fazer as pessoas se desconectarem por alguns instantes. Sendo a favor ou n&atilde;o, as marcas j&aacute; se renderam ao tema da conectividade.<br /> <br /> Mas que isso n&atilde;o valha de muleta para que as iniciativas p&uacute;blicas eximam-se da responsabilidade na cidade. Acredito sim em propostas conjuntas para fazer acontecer, mas que cada um n&atilde;o esque&ccedil;a de realizar - e bem - o seu papel.<br /> <br /> <strong>* Jo&atilde;o Batista Ciaco &eacute; diretor de publicidade e marketing de relacionamento da Fiat e presidente da ABA</strong><br /></p>
				
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			</description>
			<pubDate>Mar 5, 2013 10:59:06 AM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Michael Jordan e seus US$ 80 milhões anuais]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/02/18/Michael-Jordan-e-seus-US-80-milhoes-anuais.html</link>
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			<category></category>
			<description><![CDATA[
							<p>No &uacute;ltimo 17 de fevereiro, Michael Jordan, maior astro do basquete mundial, completou 50 anos. O fato me motivou a escrever sobre o maior atleta de todos os tempos junto com o Pel&eacute;, em minha opini&atilde;o. Jordan consegue hoje receber cerca de US$ 80 milh&otilde;es anuais, segundo c&aacute;lculo da Forbes. <br /> <br /> Sim, parece absurdo para quem l&ecirc; imaginar um atleta aposentado com 50 anos e com ganhos anuais deste montante! N&atilde;o para a marca Jordan.<br /> <br /> Ainda segundo a Forbes, do valor total, cerca de US$ 60 milh&otilde;es vem da rela&ccedil;&atilde;o com a Nike, uma parceria iniciada em 1984, quando Jordan assinou com os Bulls e rendia US$ 500 mil anuais.<br /> <br /> Este <a href="http://www.nba.com/video/channels/nba_tv/2013/02/16/michael-jordan-nba-playoffs-top-10.nba/index.html" target="_blank">v&iacute;deo</a> com os melhores momentos da carreira de Air Jordan apresentado no site da NBA mostra claramente porque coloco Jordan e Pel&eacute;  no mesmo patamar.<br /> <br /> A Nike, l&iacute;der global de material esportivo, faturou US$ 24 bilh&otilde;es em 2012. A marca Jordan, criada pela empresa, fatura atualmente US$ 1,75 bilh&atilde;o, mais de 7% da receita total da companhia!<br /> <br /> Esse resultado extraordin&aacute;rio somente foi poss&iacute;vel gra&ccedil;as &agrave; decis&atilde;o estrat&eacute;gica da marca em criar uma linha exclusiva e de alta qualidade para um atleta patrocinado. Neste caso, o atleta.<br /> <br /> Segundo a Forbes, a Nike det&eacute;m 58% do mercado de basquete dos EUA e a marca Jordan outros 34%, fazendo com que seja praticamente dona das vendas de produtos de basquete. Apenas como compara&ccedil;&atilde;o, os produtos com a marca Lebron James, o maior vendedor de basquete da Nike, fatura para a empresa pouco mais de US$ 300 milh&otilde;es anuais. Esta &eacute; a <a href="http://store.nike.com/us/en_us/?l=shop,jordan" target="_blank">&aacute;rea do site</a> da Nike destinada &agrave; venda da sua linha Jordan.<br /> <br /> O restante dos valores recebidos por Michael Jordan vem de diferentes acordos de patroc&iacute;nio e publicidade com empresas como Gatorade, Hanes, Upper Deck, 2KSports, Presbyterian Healthcare e Five Star Fragrances.<br /> <br /> O patrim&ocirc;nio total estimado de Jordan &eacute; de US$ 650 milh&otilde;es. O 'atleta aposentado&rsquo; ainda &eacute; dono de 80% do Charlotte Bobcats, time da NBA que vale US$ 315 milh&otilde;es, tem d&iacute;vidas de US$ 150 milh&otilde;es e apresentou preju&iacute;zos anuais de US$ 20 milh&otilde;es nos &uacute;ltimos anos.<br /> <br /> Esse &eacute; o Michael Air Jordan, o atleta genial, que soube construir e consolidar sua marca, junto com um parceiro de peso e que figura ainda hoje entre os atletas mais bem pagos do mundo. <br /> <br /> Jordan &eacute; o atleta que melhor agregou &agrave; sua marca singular, sucesso esportivo, mercadol&oacute;gico e financeiro, se transformando em um case do marketing esportivo mundial.<br /></p>
				
			]]> 
			</description>
			<pubDate>Feb 18, 2013 4:53:06 PM</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[TI - Tecnologia da Inovação]]></title>
			<link>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/01/30/TI-Tecnologia-da-Inovacao.html</link>
			<guid>http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2013/01/30/TI-Tecnologia-da-Inovacao.html</guid>
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			<description><![CDATA[
							<p>Vou me atrever a falar um pouco sobre tecnologia, mesmo essa n&atilde;o sendo a minha especialidade. Mas justamente porque estou cada dia conhecendo mais disso que me interessei a compartilhar um ponto de vista sobre o tema.<br /> <br /> Na verdade, estou acompanhado de perto uma transforma&ccedil;&atilde;o do mercado, ajudando no aculturamento de times sobre a vis&atilde;o digital que dever&aacute; permear toda a corpora&ccedil;&atilde;o daqui em diante. E o que estamos vendo s&atilde;o as &aacute;reas de tecnologia ganhando cada vez mais peso nas corpora&ccedil;&otilde;es e ficando cada vez mais pr&oacute;ximas das &aacute;reas de neg&oacute;cio justamente por esse momento de mudan&ccedil;as.<br /> <br /> Uma grande transforma&ccedil;&atilde;o para os profissionais do neg&oacute;cio, que passam a ter que entender mais de tecnologia/ digital, e tamb&eacute;m para os profissionais de TI, que atuando mais junto ao negocio, come&ccedil;am a ter que desenvolver uma vis&atilde;o mais estrat&eacute;gica e ampla de tecnologia, provendo solu&ccedil;&otilde;es e analises qualificadas para tomada de decis&atilde;o e para alavancagem de resultados. Uma TI cada vez menos &ldquo;mec&acirc;nica&rdquo; e mais estrat&eacute;gica. Uma mudan&ccedil;a acima de tudo cultural, que requer a transforma&ccedil;&atilde;o dos velhos h&aacute;bitos tecnol&oacute;gicos.<br /> <br /> Os maiores desafios das empresas atualmente t&ecirc;m em sua ess&ecirc;ncia tecnologia, como: big data (processamento e cruzamento de muitos dados com fontes diferentes), mobilidade, multicanalidade e inova&ccedil;&atilde;o (onde as grandes transforma&ccedil;&otilde;es acontecem via plataformas digitas). Esse &eacute; o tema de capa, inclusive, da revista TI Inside de dezembro do ano passado.  <br /> <br /> Se os fatores cr&iacute;ticos de sucesso das empresas est&atilde;o pautados na utiliza&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica do digital, ent&atilde;o uma TI forte e qualificada pode ser a grande impulsionadora do neg&oacute;cio.  Uma TI que dever&aacute; provocar uma transforma&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o s&oacute; de sistemas, mas tamb&eacute;m mercadol&oacute;gica. <br /> <br /> A mat&eacute;ria da revista traz uma provoca&ccedil;&atilde;o interessante do analista s&ecirc;nior da Frost &amp; Sullivan, Fernando Belfort, onde o ponto de vista &eacute; que o CIO do futuro n&atilde;o ser&aacute; respons&aacute;vel por informa&ccedil;&atilde;o e sim inova&ccedil;&atilde;o, sendo o Chief Innovation Officer. Gostei disso, a mais pura verdade.<br /> <br /> &Eacute; tempo de inovar, de transformar. &nbsp;<br /> <br /> <strong><em>Andr&eacute;a Dietrich &eacute; Gerente de Digital do Grupo P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car</em></strong><br type="_moz" /></p>
				
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			<pubDate>Jan 30, 2013 1:18:49 PM</pubDate>
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