Quarta-feira, 12 de Março de 2008 - 18:47

Sobre a palestra da Gol Mobile

Por Leonardo Xavier

Alex Pinheiro fez um bom panorama das fases do mercado mobile. Dividiu em 3 momentos: (1) posicionamento por maior rede e cobertura, (2) guerra de preços e (3) VAS.

Faz sentido, mas discordo que passamos das fases 1 e 2.

Quem tem celular sabe da grande diferença de qualidade de sinal. A Vivo, atualmente, posiciona sua comunicação para defender esse atributo. A americana Cingular adota como slogan “Raising the Bar”.

Guerra de preços, na minha opinião, simplesmente não existe. Basta você pensar se gasta menos com celular hoje do que há um ano. Com a portabilidade em 2009, talvez comecemos a ver anúncios de operadoras com preços de minutos e não com preços de aparelhos.

Sobre VAS, concordo com Alex e acredito estar aí uma grande oportunidade para mobile marketing/ advertising. Afinal, é caro baixar um conteúdo e o pais é pobre (80% são pré-pagos e, dentre os 20% pós, outros 80% são o menor plano de minutos).

No entanto, todos gostam de uma musica no celular, um jogo ou um vídeo. Daí, surge uma big chance para marcas conquistarem o valioso ”share of hardware”, espaço no aparelho do consumidor.

O subsídio de serviços de telefonia é um caminho inevitável e que ganha força no mundo todo.

No Reino Unido, a Blyk é uma operadora 100% bancada por publicidade. Nos EUA, o programa Sugar Mama, da super-inovadora Virgin, já distribuiu milhões de minutos free para quem assistiu a propagandas online ou em seus celulares. Na Suíça, Turquia, Alemanha, China e África do Sul, já há diversos serviços subsidiados por publicidade, como download de conteúdos e mobile TV.


Está aí um espaço de grande valor para o consumidor que pode/deve ser considerado seriamente pelo mercado publicitário.

O slogan do serviço SugarMama já diz tudo: “Give us a minute of your time and we’ll give you minutes of air-time”.


Destaques: Mobile Tendências

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Quarta-feira, 12 de Março de 2008 - 17:50

A Estrada Amarela dos Links Azuis

Por Leandro de Paula

Acabei de assistir ao painel conduzido pelo Pyr sobre busca. Um evento como o Proxxima precisa obrigatoriamente cobrir esse assunto e nada mais adequado do que o editor da revista que tem esse assunto na capa para moderar o debate.
Na primeira pergunta o Pyr citou a minha frase na matéria da Meio Digital dizendo que Busca do jeito que conhecemos hoje ainda está na "era do DOS", pois receber um monte de links azuis não é exatamente a experiência que o usuário deseja.
O Stelleo, do Mercado Livre, lembrou bem que os links azuis nasceram junto com a Internet, quando os eventos e palestras ainda explicavam o que era hiperlink. Mas de uma maneira geral, tanto Motorola, quanto Mercado Livre, concordaram com a minha colocação.
O fato é que mais da metade dos usuários de busca não conseguem seu resultado na primeira tentativa e a maioria usa mais do que uma alternativa de ferramenta de busca para tentar o resultado esperado.
Para melhorar a experiência, no futuro próximo, a busca deverá estar incorporada em uma série de outras ferramentas e será algo mais intuitivo e transparente para o usuário. Os softwares estarão integrados com os serviços de busca e os resultados virão de maneira mais completa, unindo imagens, vídeos, conteúdos variados e opções de navegação muito além dos atuais links azuis.
Assim como antigamente ao ligar um computador se via um "C:/" e hoje em dia contamos com a interface amigável e intuitiva do Vista, a busca evoluirá até que o consumidor tenha a experiência de chegar onde quer sem nem ao menos notar que havia uma ferramenta de busca trabalhando por ele para entregar o conteúdo esperado.
Essa, no meu entender, será a "estrada de pedras amarelas" por onde o mercado de busca avançará.
 
 

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Quarta-feira, 12 de Março de 2008 - 12:21

Blogs Vs. Mercado Publicitário: precisamos de uma conclusão

Por Marcelo Tripoli

O debate dos blogueiros cisca em volta do ponto principal mas não apresenta uma solução para o ponto básico para que os blogs sejam usados em escala como veículo:
Como anunciar? Vale post pago? E se o leitor for avisado?
O mercado publicitário precisa de escala. É inviável economicamente as agências ficarem seduzindo individualmente milhares de blogueiros com micro audiências para que eles publiquem porque foram conquistados.
Levar em uma sessão de cinema um blogueiro que tem audiência de 1000 visitantes por mês não fecha a conta.
O $$$ vai vir quando o formato permitir escala.  
Update em cima de um comentário do final da apresentação: Fiquei muito feliz com o comentário final do Renato Shirakashi do Via6. Totalmente aderente a minha preocupação.
 

Destaques: Marketing Mídia Negócios

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Quarta-feira, 12 de Março de 2008 - 11:48

O Migucho e o CPM

Por Marcelo Coutinho

Os seis blogueiros lá na frente estão discutindo as "blogosferas" dentro da blogosfera. Falaram dos Miguchos. Depois disseram como é simples verificar como funcionam estas blogosferas: basta digitar um tag e verificar a autoridade no Technorati. Ai é necessário verificar como fazer um investimento, pq nem todos os blogueiros possuem CNPJ...
Too much para os dois executivos do meu lado. Levantaram e foram tomar um café.
 

Destaques: Marketing

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Quarta-feira, 12 de Março de 2008 - 11:14

Estratégia de marketing digital do McDonalds aposta no Social Media Marketing

Por Marcelo Tripoli

O ponto que mais me chamou a atenção na apresentação do Dean Barrett do McDonalds  foi o fato que grande parte dos cases apresentados tinham um forte componente de Social Media Marketing.

Esta estratégia faz todo o sentido para uma marca que busca sempre uma conexão emocional com seus consumidores, principalmente no mundo atual aonde o engajamento é fundamental para se criar este tipo de elo e se manter relevante perante o público-alvo.

Um dos cases apresentados foi  Voice of McDonalds,  um concurso no estilo American Idol, originalmente dirigido para que os 1.6 milhões de funcionários da empresa no mundo pudessem se expressar. A mecânica de votação on-line porém expandiu este universo envolvendo os consumidores  no processo de votação.

O resultado segundo Dean foi engajar os funcionários e consumidores além de ter gerado um grande impacto de mídia espontânea.

O recado do Dean Barrett é bastante claro:  Criar formas do seu público se expressar e se sentir parte da marca é o único meio de uma marca se manter relevante para o consumidor da geração MySpace.

Assista o vídeo de um dos finalistas da segunda edição do Voice of McDonalds:



Destaques: Digital Tendências Web 2.0

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Quarta-feira, 12 de Março de 2008 - 03:16

#proxxima no twitter.com/dudex

Por Eduardo Camargo

Fiz uma cobertura comentada em tempo real das palestras via twitter: twitter.com/dudex - está tudo lá, na tag #proxxima. Achei que dessa forma minha contribuição seria mais "orgânica", por assim dizer. Pelo jeito funcionou. Durante o evento, umas 50 pessoas resolveram me seguir :)

Falar do Bob Garfield é desnecessário. A polêmica é necessária :)

O case da Bullet para a Kibon (ipod no palito) foi uma surpresa boa. Forte candidato a leão esse ano. Brasileiro, nada vira-lata (termo que o mauricio mota cunhou no keynote dele, citando Nelson Rodrigues), campeão.

Leonardo Byrro contou sobre o "safari" que ele fez. Eu já conhecia a história (ele me contou há meses atrás) e confesso que já espalhei isso praticamente em forma de meme (sem citar a fonte, naquelas de "um grande anunciante...") aos quatro ventos, várias vezes :-P

Igor, Abel, o Mug apontaram cases (é difícil concordar aqui frente a variedade de cases de interactive), e cada um disse o que pensa sobre o que vem por aí. Foi uma boa configuração ver os 3 lá, overview completinho: mídia + criação + tecnologia. Gostei do que ouvi:

- do Mug ("crie as ferramentas que eles virao", sobre o consumidor, e o simples "mais importante q procurar respostas eh questionar")

- do Igor ("
sobre padronizacao de formatos... ser uma midia conceituada eh ser "padronizada?" / "discussao sempre, conclusao nunca" / e no geral "temas e discussoes que sao recorrentes nos ultimos 10 anos vao continuar sendo" )

- e do Abel ("nanoaudiencias" / "
vetor evolutivo: de grandes centros de
audiencia (uol e aol) pra busca livre e conectividade (google e
torrents) pra participacao (facebook)"
/ "rfid / gps / arsenal de comunicacao publicitaria vai precisar muito de metodos matematicos pra planejamento de midia" e o "open source branding" da isobar)

Acho que faltaram cases enormes, mais recentes (gettheglass por exemplo), mas no geral eles pinçaram variedade de execução criativa. Esse tipo de painel educa, faz bem pra todos.

A tarde, além do painel dos anunciantes, muita gente falou de "inovação".
Aqui não dá pra pegar leve: a gente (mercado brasileiro) tem um caminho longo ainda pela frente pra começar a praticá-la. De forma pragmática e sistemática, que é como a gente deveria olhar pra isso então, nem se fala.

Discursar sobre inovação foi tão recorrente hoje a tarde quanto louvar o aumento de investimento em digital / interactive. Por outro lado, o apocalipse é discurso também, por enquanto. Quase sempre dá tempo de correr.

Vamos ver como vai ser amanhã :)

Destaques: Digital Inovação Propaganda Tendências

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Terça-feira, 11 de Março de 2008 - 22:42

Horário Nobre Amanhã 11:00 -12:30

Por Alon Sochaczewsky

Pra mim esse é o painel imperdivel amanhã.

O fenômeno dos Blogs - Já chegou a hora de virar mídia?




Painelistas:


Alexandre Fugita, TechBits

Carlos Cardoso, Problogger

Cláudio Roca, BlogTV

Edney Souza, Interney




Fabio Seixas, Camiseteria.com

Renato Shirakashi, Via6


Moderadora:


Wagner Martins, Agência Espalhe




Destaques: Tendências

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Terça-feira, 11 de Março de 2008 - 22:35

Quando o celular vai se tornar mídia?

Por Leonardo Xavier

O Castelo, da Fbiz, fechou o dia de hoje com uma palestra sobre mobile advertising. A grande questão que ele levantou foi: por que celular, com 123 milhões de usuários no Brasil, ainda não virou mídia?

Bom, posso ajudar a responder.

Primeiro, é importante lembrar que mobile advertising depende totalmente das operadoras, na medida em que elas concentram 95% da audiência de mobile web e têm o opt-in para SMS de sua base de clientes.

Portanto, o mercado ficará em compasso de espera até que se definam: propriedades de mídia, precificação alinhada com realidade de mercado e mínima padronização de formatos. Nada muito diferente dos primórdios da web.

Além disso, obviamente, ainda faltam conhecimento das agências e apetite por risco/inovação dos anunciantes.

De qualquer forma, há diversas outras possibilidades em mobilidade com baixa ou nenhuma dependência de operadoras, como Bluetooth marketing (cada vez mais forte), ações em mobile web e voz (Sprite, Mattel e Yahoo realizaram ações desse tipo nos últimos 4 meses).

Porém, mesmo em mobile advertising, o mercado já caminha. Está aí a FIAT (post abaixo), que lançou o Punto primeiro em celulares e obteve grandes resultados.

Mais do que o celular, o conceito de mobilidade passará a ser percebido pelo mercado.

Cada vez mais anunciantes se interessem pela nova mídia. Nos últimos 6 meses, houve campanhas mobile de marcas como:  Motorola, Blackberry, Center Norte, Samsung, Smirnoff, Bohemia, Seda, Uninove, VW e Banco Real.

Estamos no pré-boom de mercado. Não tem mais como parar: a base de celulares não pára de crescer, os aparelhos se renovam a cada 14 meses, as pessoas ficam cada vez mais íntimas das interações e o mercado começa a investir de forma mais consistente.

Bom, respondendo à pergunta: não vai, já virou.

Destaques: Mobile Tendências

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Terça-feira, 11 de Março de 2008 - 22:31

Money? Money? Money?

Por Alon Sochaczewsky

Entre as declarações dos clientes de hoje, a mais interessante foi a do Leonardo Byrro , gerente da Skol onde num Safari(termo usado para pesquisa em campo) num bairro da periferia do Rio com um grupo de jovens de aproximadamente 20 anos(moradores locais), eles descobriram entre outras coisas que:
-    a Internet é um dos meios de referência delese o mais relevante.
-    Assim como a classe A eles acompanham LOST
-    GatoNet a TV a cabo é pouco usada mas é usada.
-    Eles não lembraram da última campanha da SKOL. Minto lembram uma de 4 anos atrás.

Mas aí vem a pergunta : 5% de investimento não é ainda pouco para a SKOL depois disso?

E outra: seguindo o pensamento do diretor da Oi mais ou menos assim “E isso é só começo. Se já esta difícil de entender e organizar o mundo digital hoje,  imaginem quando o 3G chegar (já chegou) e a TV Digital junto,  tudo no mesmo lugar(móvel).

E por último: A promoção que o Neto da Bullet mostrou da Kibon + Ipod no palito não pertence também a verbas de digital? Aliás forte candidato a leão este ano.

Destaques: Criação Digital Marketing Negócios Propaganda Tendências

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Terça-feira, 11 de Março de 2008 - 22:27

Money Money Money

Por Alon Sochaczewsky

Depois dos números apresentados pelo Neto onde mostra claramente o tamanho da audiência comparativa entre Blogs e alguns veículos tradicionais impressos fica claramente alertado a incompatibilidade dos investimentos de marketing no meio digital. Mas alguns anunciantes de hoje já revelaram alguns dos seus números com excessão da Coca-Cola.


PS: Neto, acho que seria interessante você tentar publicar os Visitors por mês para a comparação de audiência ficar mais semelhante.



Destaques: Marketing Negócios Tendências

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Terça-feira, 11 de Março de 2008 - 21:25

Eu quero é ver embate!

Por Jean Boechat

Vendo Monza 2.0, o caminho é digital, grandes criadores de caso e o que eu faço agora com tudo isso?
Nada contra (ou a favor) a ninguém. Só quero ver o circo pegando fogo!
Será que não falta um pouco de conflito nos painéis? Opiniões diferentes?
Ou o povo tá muito comportado. Será que eu vou ter que chamar a turma do "Mac vs. Windows" ou os "Jornalistas vs. Blogueiros" pra colocar um temperinho a mais nessas panelas? Que tal "Palmeirenses vs. Corintianos"?
Quem convive um pouquinho com o mundo das listas de discussão sabe do que eu estou falando. Esse negócio de todo mundo concordando com todo mundo não tá com nada.
É sempre mais divertido ver os lados defendendo suas idéias com
argumentos cheios de paixão e cacetadas (no 'bom sentido' é claro).

Destaques: Web 2.0

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Terça-feira, 11 de Março de 2008 - 20:58

As ações de mobile marketing da FIAT

Por Leonardo Xavier

A Maria Lucia, da FIAT, iniciou sua participação no Proxxima comentando sobre suas recentes "maluquices" em marketing digital. Coincidentemente, as 3 primeiras ações citadas foram de mobile marketing.

Duas valem destaque e maior detalhamento.

A primeira, foi a campanha criada pela Click do anúncio interativo em cinemas pra Fiat Idea Adventure. Basicamente, o público podia escolher, via SMS, qual a seqüência do anuncio que gostaria de assistir. Em tempo real, apurava-se ao desejo da maioria e então era exibido o anuncio mais votado. Foi a primeira ação cruzada entre cinema e mobile no mundo e a taxa de participação atingiu excelentes 22%.

O vídeo abaixo mostra passo-a-passo a dinâmica da ação:



Outra ação citada pela Maria Lucia foi o lançamento do Fiat Punto, que aconteceu exclusivamente em celulares na primeira quinzena de campanha. Um mobile banner foi veiculado em celulares da operadora Claro. Quando clicado, direcionava o consumidor para um mobile site do carro (www.fiatpunto.mobi). Os resultados também foram expressivos: mais de 255.000 visitas ao mobile site e taxa de cliques media de 4,3%.

Sem dúvida, a FIAT é a marca que mais investe em ações de mobilidade e já realizou mais de uma dezena de campanhas.

Com estes resultados, a tendência é que mobile conquiste um linha representativa no plano de mídia de todos lançamentos da montadora.

Destaques: Inovação Mobile Tendências

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Terça-feira, 11 de Março de 2008 - 20:57

As ações de mobile marketing da FIAT

Por Leonardo Xavier

A Maria Lucia, da FIAT, iniciou sua participação no Proxxima comentando sobre suas recentes "maluquices" em marketing digital. Coincidentemente, as 3 primeiras ações citadas foram de mobile marketing.

Duas valem destaque e maior detalhamento.

A primeira, foi a campanha criada pela Click do anúncio interativo em cinemas pra Fiat Idea Adventure. Basicamente, o público podia escolher, via SMS, qual a seqüência do anuncio que gostaria de assistir. Em tempo real, apurava-se ao desejo da maioria e então era exibido o anuncio mais votado. Foi a primeira ação cruzada entre cinema e mobile no mundo e a taxa de participação atingiu excelentes 22%.

O vídeo abaixo mostra passo-a-passo a dinâmica da ação:



Outra ação citada pela Maria Lucia foi o lançamento do Fiat Punto, que aconteceu exclusivamente em celulares na primeira quinzena de campanha. Um mobile banner foi veiculado em celulares da operadora Claro. Quando clicado, direcionava o consumidor para um mobile site do carro (www.fiatpunto.mobi). Os resultados também foram expressivos: mais de 255.000 visitas ao mobile site e taxa de cliques media de 4,3%.

Sem dúvida, a FIAT é a marca que mais investe em ações de mobilidade e já realizou mais de uma dezena de campanhas.

Com estes resultados, a tendência é que mobile conquiste um linha representativa no plano de mídia de todos lançamentos da montadora.

Destaques: Inovação Mobile Tendências

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Terça-feira, 11 de Março de 2008 - 20:51

Uma lasanha para o fim do mundo

Por Jean Boechat

Jean Boëchat, como "sapo de dentro" iniciando as transmissões.

Uma das coisas mais divertidas dos últimos segundos é acompanhar eventos através do Twitter. Vários amigos que estavam dentro do #proxxima - isso é uma tag do twitter utilizada para se referir ao evento - e outros que estão fora, passaram o dia comentando, discutindo ou fazendo brincadeiras relacionadas aos debates, palestras e tudo mais.

Não dá. Eu sempre faço piadas ruins. Num momento, logo após a palestra do Bob Garfield uma amiga me pergunta, via Twitter: "- O que você acha do Garfield?" A resposta infame vem na ponta dos dedos: "- Garfield é um gato!" =^P

Na seqüência, outro amigo, também via Twitter, me pergunta o que eu achei da palestra do Garfield. Cometendo mais um "sacrilégio humorístico", eu digo: "- Garfield odeia segunda-feira", em mais uma citação terrível ao personagem felino de Jim Davis. A piada é ruim, mas o recado foi entendido. O discurso apocalíptico de Bob Garfield para o grande público do mercado poderia soar como um mau-humor típico de uma segunda-feira. Apesar de hoje ser terça-feira, se Garfield, tanto o Bob ou o gato, tivessem pegado o trânsito que eu - e várias outras pessoas - pegaram nesta manhã para chegar até o WTC, o mau-humor seria semelhante ao de uma boa segunda-feira.

Voltando ao "fim do mundo como conhecemos" profetizado por Bob Garfield, realmente é de se assustar quem não está acostumado com seus discursos ou quem ainda não acordou para entender que estamos - sim! - vivendo um momento de revolução. Bob Garfield compara o que vivemos hoje aos momentos da "invenção da escrita ou da roda". Não é a primeira vez que vejo alguém falando isso. Quer saber? Eu concordo em gênero, número e grau.


Hecatombe já! Apocalipse now!

Mas não é preciso se desesperar. Processos de revolução dessa "latitude" tem um tempo real pra acontecer. Um tempo de maturação. E não sabemos o que vai acontecer. Como prever o novo? O desconhecido? Não tem jeito. Mas quem avisa, amigo é. Muita gente tem que ficar esperto para não ficar apenas vendo os bondes digitais passarem. Não dá pra ter aquela sensação de mudança rapidinha, aquela coisa de "vai ser bom, não foi?". As oportunidades de mudança estão aí, ululantes na frente de todos. Como dizia minha sábia bisavó: "- A oportunidade é que nem uma velhinha careca que só tem cabelo na testa. Depois que ela passa, não tem como pegar".

Temos muito o que aprender. Não sabemos nada. Como serão os modelos de negócios, de remuneração, o que funciona e o que não funciona, o que vai sobreviver, o que vai morrer. É a era da experimentação - citando meu amigo Ricardo Cavallini.

O grande barato é perceber a revolução e mergulhar de cabeça nela. É hora de participar. Os consumidores já estão participando. E você?

Amanhã tem mais #proxxima. No Twitter, aqui no Sapo de Dentro e direto no WTC.


Ps1.: O fim do mundo com Bob Garfield teve até aparição do Dr. Strangelove, com direito a um silêncio retumbante no momento em que apareceu o slide comparando o vilão do clássico de Stanley Kubrick com Sir Martin Sorrell. Acho que ninguém entendeu a piada.

Ps2.: No Twitter, o outro "must" hoje foi o #anteriorr, um desencontro nacional de comunicação digital, com diversas pessoas conectadas há 10 anos atrás.

Destaques: Digital Inovação Marketing Propaganda Tendências

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Terça-feira, 11 de Março de 2008 - 20:10

Testar e Aprender

Por Leandro de Paula

Vimos várias pessoas falando hoje como fazer ou ser online. Mas, ao final do dia, o assunto foi "dissecado" pela brilhante apresentação do Brian Crotty.
O Brian apresentou um conceito em que descreve quatro perfis de pessoas:
1- o Incompetente Inconsciente
2- o Incompetente Consciente
3- o Compentente Inconsciente
4- o Compentente Consciente
O melhor, obviamente, é ser o número 4.
Para isso, diz Brian, a fórmula é "Test/Learn/Reapply".
Qual a melhor forma de fazer isso, senão em uma mídia em que cada passo pode ser medido? Em que cada ação do consumidor pode ser acompanhada?
Logo após, volta ao palco Bob Garfield, para fechar sua apresentação com uma chamada apaixonada a todos os publicitários para serem éticos, honestos e RESPEITAREM a profissão.
Podemos gostar ou não, concordar ou não com o discurso do Mr Garfield. Mas essa última mensagem nos faz pensar em como o mundo seria melhor se todos seguissem essas regras.

Destaques: Criação Marketing Mídia Propaganda

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Terça-feira, 11 de Março de 2008 - 19:21

As agências SEM agradecem

Por Marcelo Sant´Iago

Tanto o Sergio Mugnanini quanto o Igor Puga foram traídos - consciente ou inconscientemente - por desconher o funcionamento das campanhas de links patrocinados ao apresentar como "case" uma suposta "campanha" "veiculada" no Google utilizando ASCII, aquela linguagem que forma figuras através de caracteres do computador.
Para resumir a história: como qualquer agência de search engine marketing sabe, a política editorial do Google proíbe explicitamente o uso excessivo de caracteres. Além disso, só é permitido a veiculação de um único anúncio por CNPJ por palavra-chave, ou seja, jamais o mesmo anunciante teria dois anúncios veiculados simultaneamente na página de resultados do Google. Ainda mais em ASCII.
Você vai dizer "Mas a campanha ganhou prêmio no Eurobest". E eu vou responder "Em Cannes chamariam isso de fantasma".
Veja abaixo outro exemplo que com certeza ganharia Ouro no Eurobest, mas jamais seria aprovado no Google.


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 





 

 

 
 

Destaques: Mídia Propaganda

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Terça-feira, 11 de Março de 2008 - 18:28

É a cauda que abana o ROI ou o ROI que abana a cauda?

Por Marcelo Coutinho

O debate "Ad 2.0" reuniu gente com muita experiência no uso e análise das redes sociais digitalizadas na comunicação, mas é impossível dar conta em 60 minutos de discussão sobre o tema do retorno do investimento em comunidades, blogs, wikis e outras ferramentas Web 2.0.
Comparar "audiências", como fez o Mentor, da Bullet, é um primeiro passo, mas não é suficiente. Tudo bem que o Kibe Loco possa ter mais leitores que a Nova, mas a questão é outra: qual o impacto de uma informação no comportamento da leitora do Kibe Loco e qual o impacto da mesma informação sobre a leitora da Nova? Ou, como eu costumo perguntar para as empresas que pedem formas de avaliar a Web 2.0: o que vale mais? Um blog que 1000 pessoas visitam todos os dias mas não deixam comentários ou um blog que 100 pessoas visitam e deixam comentários?
Eu também não sei responder, mas temos que pensar no assunto. Acho que o Michael Lent deu uma pista, quanto lembrou da Long Tail. Existe uma "corrente" de informações que a medida que vai "descendo o rio" vai ganhando força, a questão é como medir este efeito. Nosso sistema de métricas está baseado na "cabeça do cachorro", nos blockbusters. Mas como mostrou o Chris Anderson, em alguns mercados a cauda longa pode chegar a representar 40% do valor das vendas.
O Estadão sugeriu um caminho interessante (talvez não quanto a forma, mas ao conteúdo): combinar a mídia tradicional com a mídia viral. Aliás, a maior parte dos cases do dia teve este ponto em comum. Curiosamente, é a mesma sugestão apresentada pelo Duncan Watts, que dirige o Grupo de Dinâmicas Coletivas da Universidade de Columbia (http://cdg.columbia.edu), em um artigo que será publicado em breve na Harvard Business Review. Como lembrou o Leonardo, da Skol, os jovens não conseguem mais se lembrar dos comerciais que assistem na TV. Eles tem uma vaga noção dos valores da marca, mas é nos chats, blogs, sites de comunidades e mensagens instantâneas e outros quetais que eles vão buscar o que é relevante para suas vidas, e é lá que as marcas precisam estar.
Em tempo: Leonardo não se referiu aos jovens dos Jardins ou do Leblon. Falava sobre os adolescentes da Cidade de Deus, aonde ele passou alguns dias fazendo uma "imersão" junto ao consumidor.
 
 

Destaques: Propaganda

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Terça-feira, 11 de Março de 2008 - 16:02

E se online fosse 30% do mercado?

Por Leandro de Paula

Entre as várias coisas interessantes que o provocativo Bob Garfield falou hoje pela manhã, não posso deixar de comentar as duas últimas telas.
Com a imagem do Bill Gates na tela, ele comentou que 30% do orçamento de mídia para o lançamento do Windows Vista foi online. E perguntou qual seria a cara das pessoas da Madison Ave se todos os anunciantes resolvessem fazer o mesmo. A última tela tinha a cara do Pluto.
Apenas para ilustrar o que ele estava dizendo, de Jan a Out de 2007, a Microsoft vendeu mais de 88 Milhões de licenças do Vista, representando um crescimento de 27% ano sobre ano.
Se olharmos para outros exemplos da empresa, o lançamento do game Halo3 vendeu mais de um milhão de cópias só em pré-vendas e ainda impactou na venda do console, que teve um aumento de 50% logo após o lançamento do título.
Agora imaginem, como disse Bob Garfield, se os maiores anunciantes resolvessem reverter 30% dos seus orçamentos de mídia para publicidade online?
Provavelmente muitos dos que estão lendo esse post acharão isso muito arriscado. Acredito que os resultados acima demonstram o inverso. Arriscado é ficar OFFLINE.
Temos visto várias marcas crescendo, mas ainda temos muitas que estão paradas no tempo.
Talvez seja necessário fazer um Proxxima por mês para convencê-los.

Destaques: Digital Marketing Mídia Negócios Propaganda Web 2.0

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Terça-feira, 11 de Março de 2008 - 15:53

Dilemas Digitais

Por Priscila Tortorette

Apesar dos discurssos do Sergio e Abel terem sidos muito bons e pertinentes com o que já aconteceu na web e com o que vai rolar, meu preferido desse painel foi o Igor Puga.
Com um tom meio de "indignação", ele comentou sobre questões e dilemas que sempre comentamos no dia-a-dia, mas que nunca chegamos a uma resposta ou uma verdade absoluta...cada caso é realmente um caso; cada problema específico, requer uma solução específica.
Adorei quando ele falou temas como "padronização de formatos" e "concentração x pulverização". Genial! E ai, alguém se habilita a responder um desses grandes dilemas do mundo digital?

Destaques: Digital

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Terça-feira, 11 de Março de 2008 - 15:42

Speed Petro

Por Marcelo Coutinho

Além do patrocínio de um carro no filme sobre o Speed Racer (será que o carro vai ser movido a etanol?), a Petrobras também está no game que será lançado com o filme. Não é mera coincidência: segundo Bob Garfield (primeira palestra do dia), o console de videogame vai ocupar o lugar de centro do entretenimento doméstico que hoje é ocupado pela televisão. "Vamos recarregar os nossos celulares neste equipamento, em uma integração constante entre comunicação, diversão, informação e publicidade".

Destaques: Propaganda

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Terça-feira, 11 de Março de 2008 - 12:51

A gente não quer só comida

Por Marcelo Coutinho

Para Bob Garfield, "consumidores são famintos por informação sobre bens e serviços, e a publicidade não entrega mais este tipo de informação, apenas imagens". Um desses indicadores seria o fato de que os websites das empresas recebem milhares de visitas de pessoas interessadas em conhecer os produtos de forma mais detalhada que a permitida pela publicidade tradicional.
Se pensarmos em informação no sentido mais hard do termo (notícias, análises, etc), acho que Garfield está errado. Jornalistas são famintos por informação, consumidores não. Mas se considerarmos informação como qualquer conteúdo que possa ser digitalizado (livros, música, etc), então o raciocínio faz sentido. E neste caso os anunciantes terão um espaço enorme para trabalhar, na medida em que entenderem que podem utilizar a credibilidade das redes sociais para transferir "informação" para suas marcas. Um bom ponto de partida para pensar no assunto está no YouTube: Information R\Evolution ( http://www.youtube.com/watch?v=-4CV05HyAbM).
A questão de como combinar redes socias com marcas é o tema do próximo painel,  Ad 2.0. Depois eu conto como foi.

Destaques: Digital

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Terça-feira, 11 de Março de 2008 - 12:45

Sorvetes Microsoft

Por Marcelo Sant´Iago

A Microsoft personalizou os deliciosos sorvetes Rochinha para distribuição em seu stand no Proxxima.
Tem palito premiado e tudo!
Uma grande idéia, que deve gerar fila após o almoço.
:-)









 




 

Destaques: Inovação Marketing Negócios

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Terça-feira, 11 de Março de 2008 - 12:36

Nike Plus , a prova que estratégia digital vai além da publicidade

Por Marcelo Tripoli

Sergio Mugnaini da AlmapBBDO apresentou o case Nike Plus desenvolvido pela americana RG/A e grande vencedor de Cannes em 2007.

Nike Plus  não é uma campanha, é a junção da música com a corrida, materializada através do iPod e do tênis da Nike. É uma estratégia concebida por uma agência digital que virou produto e impactou diretamente o negócio da Nike.

Você programa seu treino no iPod e (através de um sensor dentro do tênis) recebe informações como o tempo restante para a corrida e progresso realizado entre as músicas que você escolheu, por exemplo.

Se parasse por aí já seria um produto muito interessante, mais a RG/A foi muito além. Ao chegar do treino e sincronizar o iPod, seus dados são enviados automaticamente para o site Nike +, que os apresenta de forma lúdica e visual.

No site ficam seus resultados, histórico e metas. Todas estas informações podem ser compartilhadas e o site assim cultivou uma comunidade global de corredores que competem e trocam informações online. Coletivamente, a comunidade criada em torno do Nike + já correu mais de 50 milhões de quilômetros.

Esta experiência composta de hardware, software, conteúdo e comunicação transformou o Nike + em um sucesso instantâneo que revigorou a marca Nike e, segundo a companhia, contribuiu com o aumento de 8,1% dos lucros no último trimestre.

O case Nike Plus é  uma prova que comunicação digital de resultado é mais do que uma sacada interessante ou uma pirotecnia visual. É serviço, é agregar valor ao produto, é fazer parte da experiência de consumo.

Abaixo, um filme promocional mostra como funciona:


Destaques: Convergência Digital Inovação Negócios Tendências Web 2.0

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Terça-feira, 11 de Março de 2008 - 12:32

Dr. Fantástico?

Por Marcelo Coutinho

Segundo Bob Garfield, editor do Advertising Age, se você trabalha em uma agência de publicidade é bom começar a procurar emprego em outro lugar. Ou reinventar a maneira como trabalha. "Se 31% das pessoas presentes neste auditório trabalham em agências, 29% de vocês 'are fucked'". Para Garfield, nada na nova estrutura de compensação no mundo digital vai dar para as agências uma rentabilidade próxima da que elas apresentam hoje.
O ponto de Garfield é simples: conteúdo é o que atrai audiência, e as empresas de comunicação (veículos incluídos) não conseguem mais criar conteúdo em um modelo econômico sustentável. Mesmo as grandes audiências que aindam comandam milhões em investimento publicitário (como o Superbowl) dependem de programas ao vivo, basicamente de esportes e música. "A economia da produção de programas baseados em scripts vai entrar em colapso nos próximos 5 anos". Nessa altura, ele fez jus ao fato de apresentar uma foto do Martin Sorell ao lado da do Peter Sellers em Dr. Fantástico (ou "Como eu deixei de me preocupar e passei a amar a Bomba"), sátira política que fez um sucesso enorme no final dos anos 60.
É uma colocação polêmica e apaixonada, que como toda observação decorrente do fervor revolucionário deve ser tomada com um grão de sal. Mas faz sentido quando justaposta as análises feitas por Hal Varian, ex-reitor da escola de Negócios da Universidade de Berkley e atualmente economista-chefe do Google: a explosão da informação vai criar a pobreza da atenção (para quem estiver interessado, veja o artigo "Why Old Media and Tom Cruise Should Worry About Cheaper Technology", que ele publicou no NY Times). Se seu modelo de negócios está baseado na escassez de atenção é melhor você começar a tomar cuidado, segundo Garfield. Acho que mais de 31% da platéia torceu o nariz...

Destaques: Negócios

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Segunda-feira, 10 de Março de 2008 - 18:06

Uma palhinha de Bob Garfield

Por Marcelo Sant´Iago

Para começar com o pé direito - assim como no Proxxima amanhã - meu primeiro post é sobre Bob Garfield.
Na verdade um vídeo, com trechos de uma apresentação onde ele fala sobre o futuro do marketing e das agências de publicidade.


Destaques: Digital Inovação Tendências

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