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Marcas, atenção: conversar é preciso!

Estudos da plataforma Gente, da Globosat, ressaltam o poder do diálogo e a influência das crianças nas famílias brasileiras

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28 de novembro de 2019 - 18h58

Dentro da premissa de gerar um hub onde as pessoas tenham dados e informações sobre a audiência dos canais Globosat, a Plataforma Gente apresentou dois novos estudos ao público: “Diálogo: conexão que atravessa bolhas” e “Eu, Criança: Presente do Futuro”, produzido em parceria com o Gloob – ambos disponíveis no site e temas principais do evento realizado pela programadora, na terça-feira, 26, em São Paulo.

“A construção de marcas que fazem a diferença tem sido cada vez mais difícil. A partir da comunicação e da escuta, a gente pode ajudar as nossas marcas a se conectarem melhor com os consumidores”, afirma Mariana Novaes, gerente de marketing corporativo da Globosat, que fornece dados comportamentais e de consumo da sociedade brasileira.

O estudo “Diálogo: conexão que atravessa bolhas” traz algumas lições. A primeira: é necessário praticar simetria para conseguir escutar o outro de maneira apropriada. Ou seja, escutar e compreender são os primeiros passos de um diálogo. Em um momento de hiperindividualização da sociedade, a simetria abre a possibilidade de olhar para o outro como semelhante.

Também é preciso abraçar o diferente para que não universalizemos as experiências individuais. “Diversidade é aceitar que o mundo é muito maior que a gente”, disse André Freire, da Inesplorato, parceira no estudo “Diálogo: conexão que atravessa bolhas”, que faz referência à pesquisas anteriores da própria plataforma, como “Respeito às Diferenças”, “Meia Palavra”, “Toda Emoção Conta” e “Era Uma Vez”, e tem como fio condutor a transformação do diálogo na vida das pessoas com a chegada da tecnologia.

As vantagens de uma atitude positiva quanto à diversidade não se limitam ao campo social, mas se estendem também aos negócios. Empresas conseguem resultados melhores ao adotar políticas de diversidade – e para isso é preciso estar disposto a ouvir mais do que falar. Em sua apresentação, Ana Carolina Soutello, gerente global de marca da Natura, enumerou as iniciativas da empresa de cosméticos para estabelecer diálogo com os consumidores. Segundo ela, um dos primeiros passos é entender o quanto as pessoas sabem sobre um determinado assunto, para, a partir daí, estabelecer a conversa. Uma das dificuldades desse processo, explicou, é que “dialogar também tem a ver com ter menos controle sobre as coisas”. Mas é preciso “abrir sua marca para novas fronteiras e novos espaços”, explicou Soutello.

As crianças como protagonistas

Realizada com 600 crianças de classes A, B e C e 400 pais e mães com filhos entre 6 e 9 anos, “Eu, Criança: Presente do Futuro” revelou um cenário de opiniões polarizadas entre adultos em oposição a um olhar infantil mais flexível, propondo novos caminhos.

Os pais se veem diante de diversos dilemas na hora de educar os filhos: resguardar as crianças ou mostrar o mundo como ele é; proteger ou deixá-las mais livres; incentivar o uso de ferramentas digitais ou exaltar o comedimento. Já as crianças mostram que estão conectadas sim, mas à realidade. De acordo com a pesquisa, feita em parceria com o Quantas, 89% dos pequenos diz ter alguma bandeira ou acreditam que pode fazer algo para mudar o mundo.

Elas, inclusive, quando são incentivadas a dar opinião e participar das tarefas de casa, se sentem mais seguras para criar “soluções para perguntas que não estamos conseguindo responder”, explicou Maeda Camarcio, do Coletivo Tsuru, parceiro do estudo. “Elas estão vivendo o presente”, acrescentou.

Na tela

Ao final das apresentações, os presentes puderam assistir ao documentário com o mesmo nome do estudo. O filmete registra crianças de diversos estados do Brasil, das cinco regiões, e conta a história de meninos e meninas que estão tendo impacto positivo onde vivem. Seja criando um negócio, dançando balé ou refletindo sobre o ambiente, os pequenos brasileiros entrevistados no minidocumentário mostram o potencial que a infância tem de não apenas sonhar, mas criar.

“São crianças inspirando crianças, mas que também estão inspirando os adultos. Elas trazem a possibilidade da transformação por meio desse olhar que não está polarizado”, explica Luciane Neno, gerente de marketing e plataformas digitais dos canais Gloob e Gloobinho. “É surpreendente ver como as crianças estão engajadas em causas coletivas ou empreendedoras”, afirma Neno. A “voz transformadora” dos pequenos, afirma ela, “está ajudando a levar a transformação aos adultos”.

NÚMEROS: Eu, Criança: Presente do Futuro
Crianças:

Consumo de vídeos: 100% dos pesquisados
Gêneros de vídeo preferidos:
72% tutorial
67% pessoas jogando games
52% crianças ajudando a quem precisa

Pais:

68% queriam que filhos assistissem menos vídeos online
64% queriam que se dedicassem mais à lição de casa
47% gostariam que filhos não assistissem mais ao Youtube

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