Data as a service: marcas empoderadas

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Data as a service: marcas empoderadas

Logan transforma Super Small Data em empresa de Data Science e fornece Dashboards de Data Insight juntando mundo online e offline

Foco nos usuários, diante das novas dinâmicas de navegação via dados, será a prioridade da Logan em 2021



30 de novembro de 2020 - 10h25

Um universo de dados formado por 260 milhões de IDs anônimos – 165 milhões deles no Brasil – que podem ser clusterizados em 6,5 mil dimensões de perfis de consumo. Tudo isso é o que marcas e empresas da América Latina têm à disposição para usar em suas ações desde que a Logan, empresa de mídia, marketing e desenvolvimento de soluções para mobile, concluiu a compra de uma empresa de data science de Miami, e transformou a plataforma Super Small Data em uma empresa independente de inteligência de dados.

“Todo esse volume de informação era usado apenas internamente, da porta para dentro, como Data Activation, para entregar conteúdo certo para a pessoa certa no momento certo através da mídia mobile”, afirma Francesco Simeone, CGO Latam e diretor geral da Logan no Brasil. “Depois de anos analisando dados, decidimos usar todo esse potencial da porta para fora também, somando à Data Activation, o serviço de Data-as-a-Service por meio de dashboards customizados e de última geração”, explica, entusiasmado.

A Super Small Data, além dos serviços de Data Activation e Data-as-a-Service, também tem no portfólio de serviços  Data Enrichment e Data Consulting.

Desde sua criação, a nova empresa já realizou mais de 25 projetos comerciais. Um deles foi desenvolvido para O Boticário. “Foi um projeto relacionado à geração de data insight sobre a movimentação dos pontos de venda”, afirma Simeone.

Ela também realizou 27 projetos institucionais, em parceria com governos municipais, estaduais e federais da América Latina que lideraram a Iniciativa Latina de prevenção ao novo coronavírus.

Um deles foi realizado junto à Prefeitura de Curitiba. “O dashboard era usado para medir o isolamento entre pessoas que estavam no grupo de risco”, explica Simeone. “Entender que no bairro do Cabral, por exemplo, há alta mobilidade de pessoas com mais de 60 anos. “A ação enviou comunicações específicas para esses grupos de pessoas que pertenciam ao segmento +60 para que elas respeitassem o pedido de isolamento social”, diz ele.

“Estamos falando de um ecossistema completo de dados, que não trabalha apenas com first-party”, explica Simeone. “Temos também second e third-party”, afirma. A utilização de fontes múltiplas permite comparar e validar as informações em várias fases, inclusive por meio de blockchain.

Mensagens customizadas
O dashboard da Super Small Data oferecido por meio de Data-as-a-Service permite que as ações de marketing veiculadas em mobile ou OOH tenham uma planificação inteligente para ativar microcomunidades ao redor dos pontos de venda.

Além disso, com uma base dos dados qualitativos e quantitativos atualizados com alta frequência, permite gerar customização de mensagens e ações direcionadas da forma mais precisa possível para o público-alvo.

Os dados ajudam também a obter o perfil dos visitantes do PDV e detalhes da sua jornada. Fornecem ainda, insights sobre o comportamento online e offline dos consumidores e permitem análises comparativas entre PDVs. Para completar, métricas de fluxo ao ponto de venda podem ser utilizadas para medição e atribuição de performance.

“Com o dashboard, não apenas informamos dados para entregar mídia, mas entregamos insights para os clientes”, diz Simeone. “Esse é o grande diferencial de entregar dados como serviço, o que o mercado está pedindo.”

Respeito total à privacidade
Simeone faz questão de ressaltar que a Logan atua com total respeito à privacidade, sem nunca invadir a esfera pessoal dos usuários e sempre trabalhando em macro grupo de personas – e não de pessoas – anônimas. “Conseguimos dar capilaridade, granularidade e precisão inéditas no segmento de Big Data para marketing e trade respeitando totalmente a privacidade do usuário e em conformidade com todas as leis de privacidade da região Latam, inclusa a LGPD”, afirma.

Além disso, a única informação armazenada são grupos de Device ID, que são disponibilizados pelos sistemas operacionais e não são atrelados a qualquer dado pessoal do usuário, tudo é feito de forma anônima.

Todos os dados da Super Small Data são coletados com permissão dos previa dos usuários por meio do “opt-in” e com um claro processo de “opt-out”.

Foco no usuário
Para 2021, a ideia de Simeone é reforçar ainda mais o produto, trazendo melhorias para cada projeto e aprimorando cada vez mais UX (user experience) e UI (user interface). “Também teremos uma expansão comercial porque queremos montar departamentos de vendas da Logan, dedicados exclusivamente para venda de dados no Brasil, México, Argentina e talvez até na Espanha”, diz. “Faz parte do nosso DNA.”

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