Paralisação nos EUA projeta McDonalds, Wendy´s e Burger King

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Paralisação nos EUA projeta McDonalds, Wendy´s e Burger King

Com serviços do governo americano em suspenso, Donald Trump serviu hambúrguer para os campeões nacionais do Clemson Tigers

Luiz Gustavo Pacete
16 de janeiro de 2019 - 7h58

O State Dining Room, na Casa Branca, é um salão de jantar que comporta até 140 pessoas. O local já recebeu milhares de festas e recepções com muita pompa e luxo. Na terça-feira, 14, no entanto, o espaço ganhou repercussão por um motivo incomum. Ao receber os jogadores do time de futebol americano Clemson Tigers, campeão nacional, o presidente Donald Trump serviu aos atletas hambúrgueres e pizza das marcas McDonald´s, Burger King, Wendy´s e Domino´s.

O ato foi criticado por muitas pessoas, mas compreendida por outras já que o motivo de não ter um jantar tradicional é fruto do shutdown, paralisação do governo americano motivado pela tentativa de Trump de conseguir a aprovação da construção de um muro na fronteira com o México. Ao explicar o cardápio, Sarah Huckabee, secretária de imprensa da Casa Branca, disse que “a recusa dos democratas em comprometer a segurança nas fronteiras e reabrir o governo não impediu o presidente Trump de sediar o campeão nacional pagando pessoalmente pelo jantar.”

Ao comentar o caso, Donald Trump disse, via Twitter, que havia comprado pessoalmente “1000 hamberders”. A forma equivocada como foi escrita a palavra fez com que o Burger King brincasse com a situação. Em um post publicado em suas redes a marca afirmou “em função da grande encomenda feita ontem, não temos mais hamberders, estamos vendendo somente hambúrgueres”. Com cinco horas de publicação, o post já tinha mais de 160 mil curtidas.

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