Os desafios de transformar criatividade em inovação

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Os desafios de transformar criatividade em inovação

Adobe traz ao Brasil o Creative Jam, que se propõe a aliar dinâmicas criativas com uso de tecnologia em processos de transformação digital

Luiz Gustavo Pacete
17 de setembro de 2019 - 6h00

 

Primeira edição do “Creative Jam”, desenvolvido pela Adobe no Brasil (Crédito: Divulgação)

A Adobe importou de sua sede global o “Creative Jam”, dinâmica que se propõe a aliar o uso de tecnologia e processos criativos na resolução de desafios em processos de transformação digital. A iniciativa mescla as maratonas hackers, ou hackathons, com dinâmicas de metodologia ágil.

O primeiro cliente da empresa a receber a dinâmica no Brasil foi a editora Moderna que reuniu cinquenta funcionários para o processo. Rodrigo Dias, Gerente de Serviços Digitais da Adobe para a America Latina, explica que o maior desafio do equilíbrio entre tecnologia e criatividade está na geração de valor.

“A criatividade é uma das poucas habilidades humanas que não se mede em termos absolutos e objetivos. Como consequência, além de se tornar essencial para o presente, também é um dos skills vitais para as profissões do futuro, muitas das quais ainda nem existem nos dias de hoje”, afirma Dias que, em entrevista fala de três aspectos chaves dessa relação.

Criatividade
A criatividade nos abre portas para transformar não só o resultado daquilo que fazemos, mas todo o processo pelo qual chegamos a esses resultados. Em um mercado altamente competitivo, é de extrema importância que saibamos explorar a nossa capacidade criativa para desenvolver projetos e produzir inovações que representem valor agregado para essas empresas. A criatividade é uma das poucas habilidades humanas que não se mede em termos absolutos e objetivos. Como consequência, além de se tornar essencial para o presente, também é um dos skills vitais para as profissões do futuro, muitas das quais ainda nem existem nos dias de hoje.

Ferramentas
Não basta apenas exigir que os profissionais sejam criativos. É preciso ter um olhar mais abrangente e incentivar a criatividade oferecendo as ferramentas corretas para que ela seja desenvolvida. Todo profissional pode -e deve- usar da criatividade para desempenhar suas tarefas. Seja um advogado, um profissional de recursos humanos, um cozinheiro, um contador ou até mesmo um criativo em uma agência de publicidade: todos eles são capazes de produzir e entregar experiências relevantes, criativas e que impactam.

Experimentação
O produto principal de uma dinâmica como essa é, além do material produzido pelos participantes, a troca de experiências e informações entre eles. Esse tipo de atividade é um “espaço livre de julgamentos, solidário ao erro”, pois o erro faz parte do processo criativo e é nele que o profissional se apoia e impulsiona o aperfeiçoamento. Não existe criação sem o erro; e não existe o erro sem a experimentação – e um ambiente que propicie essa experimentação.

Coletivo
Quando se trabalha de forma coletiva as cabeças se abrem à novas experiências. O profissional de hoje, pressionado pela necessidade de entregar mais e melhor, muitas vezes se fecha ao novo por acreditar que aquilo que ele faz, bem como a maneira que ele faz, é a única forma correta. Trabalhar de forma colaborativa faz com que esse profissional enxergue outras formas de produzir determinado conteúdo, proporcionando até, em muitas vezes, maior velocidade na entrega deste conteúdo. Um conceito muito utilizado atualmente é o Content Velocity, a velocidade com a qual o conteúdo precisa ser entregue nos dias de hoje. Quando não há colaboração de forma eficaz, dificilmente esse conceito é atingido. Nesse sentido, existe muito aprendizado com a troca de experiências em cada interação.

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