Panini defende figurinhas patrocinadas

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Panini defende figurinhas patrocinadas

Editora do álbum da Copa do Mundo diz que a inclusão dos cromos dos anunciantes é uma valorização dos parceiros do projeto, mas abre diálogo para os consumidores que se sentirem insatisfeitos

Bárbara Sacchitiello
10 de abril de 2014 - 4h03

Desde a semana passada, quando foi lançado, o álbum da Copa do Mundo vem dominando as atenções dos amantes de futebol e dos colecionadores, que já estão investindo seu tempo e dinheiro para comprar e trocar as figurinhas das 32 seleções que participarão do torneio no Brasil. Junto com o lançamento do produto, no entanto, a Panini se deparou com uma polêmica.

Muitos colecionadores se decepcionaram ao ver que, das 649 figurinhas do álbum, nove não eram de nenhuma das seleções e nem dos estádios da Copa, mas sim dos patrocinadores da publicação da Panini. Os nove cromos servem para complementar ilustrações das páginas da Liberty Seguros, Johnson & Johnson e Wise Up. As figurinhas patrocinadas são vendidas juntamente com os demais cromos, o que gerou a maior parte das reclamações postadas pelos compradores nas redes sociais.

Em comunicado, a Panini justifica a presença das figurinhas como uma forma de valorizar os patrocinadores do álbum, explicando que é a graças ao apoio dessas empresas que foi possível o desenvolvimento e a distribuição do produto. A editora diz, ainda, que assim como todas as outras figurinhas, os adesivos dos patrocinadores também compõem o projeto do Mundial da Fifa e que, sem elas, o álbum não estará completo.

Apesar de defender a presença dos patrocinadores, a Panini mostrou-se aberta a dialogar com os colecionadores que, eventualmente, não aprovarem a inclusão dos cromos. “A Panini está à disposição para registrar qualquer comentário por meio de seu serviço de atendimento ao consumidor, como de costume.”

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