Grupo NZN reforça projetos em vídeo

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Grupo NZN reforça projetos em vídeo

Com Fika Dika, Não Entre Aki e Mega Mulher, empresa procura aumentar tráfego por meio de compartilhamento em redes

Igor Ribeiro
22 de fevereiro de 2016 - 11h54

As marcas Fika Dika, Não Entre Aki e Mega Mulher são algumas das novas apostas do Grupo NZN para 2016. Em comum, as três plataformas têm estratégias focadas em vídeo e compartilhamento.

O Fika Dika nasceu como uma fanpage do Facebook direcionada a sugestões gerais, para o dia a dia, mas evoluiu para uma plataforma de receitas simples, em vídeo. Ganhará nova identidade visual e site em março e um aplicativo próprio até o fim do semestre. Em algumas produções são envolvidos parceiros de conteúdo, como os canais do YouTube Todos pra Cozinha e Clube da Carne, cujos vídeos são reeditados segundo os padrões do Fika Dika. Apesar de ter uma dinâmica muito diferente do Tudo Gostoso – portal de receitas que o NZN administrava e cujo dono, o Avant Invest, vendeu à Webedia por R$ 49 milhões em agosto de 2015 – o novo projeto ocupa um nicho de público que estava em aberto. “Sem dúvida, do ponto de vista comercial, (o Tudo Gostoso) deixou uma lacuna interessante que estamos preenchendo agora”, afirma Ronaldo Bastos, vice-presidente de comercial e marketing do NZN.   

Já o Não Entre Aki é inspirado em famosos sites estrangeiros de compartilhamento de conteúdo de humor – muitas vezes politicamente incorretíssimos –, como o 9gag e o Reddit. Os próprios usuários criam um perfil na plataforma, e por meio dele publicam, distribuem e compartilham. “É uma ferramenta em linha com o empoderamento do usuário”, diz Gustavo Abrão, vice-presidente de conteúdo do NZN. O Não Entre Aki já possui site, fanpage e lança no início de março seu aplicativo para Android, com campanha que inclui a participação de youtubers como Becca Pires, Pyong Lee e Leo Bacci, do Bom Dia Leo.

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Já o Mega Mulher é um canal repleto de listas e facilmente compartilhável. Por ora, é um canal do Mega Curioso, mas deve ganhar maior independência no segundo semestre. Para Ronaldo, o reforço em vídeos e compartilhamento seguem uma nova tendência de geração de tráfego semelhante ao que tiveram as ferramentas e métodos de search engine optimization (SEO) há 15 anos, quando nascia o NZN. “Os fundadores foram testando, aprendendo e encontrando as melhores práticas ganhando relevância e audiência de forma orgânica. Hoje, esse aprendizado é colocado em prática no uso das redes sociais com o objetivo de aumentar o alcance dos nossos conteúdos”, explica o VP.

Segundo o executivo, os projetos comerciais direcionados a essas plataformas seguem alinhados com o restante dos verticais do NZN, que têm investido em cases de branded content, merchandising, product placement e outros formatos mais sutis. Novos formatos, como o Instant Article do Facebook, também deverão ser testados. “Temos o desafio de encontrar e direcionar o conteúdo mais rápido para as redes e o mais profundo que atraia o clique do usuário”, diz.

O Grupo NZN possui, hoje, cerca de 90 funcionários em Curitiba, sua sede, direcionada principalmente a tecnologia e conteúdo. O escritório em São Paulo tem 40 colaboradores, voltados a área comercial e marketing, em sua maioria. Em termos de audiência, a reunião do número de seus sites verticais colocam a empresa entre uma das maiores de conteúdo digital do Brasil, especialmente após concretizar sua fusão com o site Click Jogos, em setembro de 2014, quando recebeu aporte do fundo H.I.G. Capital.

Veja a seguir alguns vídeos dos canais do Grupo NZN. A íntegra desta reportagem está publicada na edição 1698, de 22 de fevereiro, exclusivamente para assinantes do Meio & Mensagem, disponível nas versões impressa e para tablets iOS e Android.

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