RBS nega venda de operação no Rio Grande do Sul

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RBS nega venda de operação no Rio Grande do Sul

Após informação publicada pela Veja, de que a família Sirotsky estaria prestes a se desfazer do grupo, empresa afirma que não existem negociações em curso

Luiz Gustavo Pacete
27 de fevereiro de 2018 - 11h38

A RBS afirmou, em nota enviada ao Meio & Mensagem, que não negocia suas operações no Rio Grande do Sul. “As áreas de mídia do Grupo RBS no Rio Grande do Sul não estão à venda nem vêm sendo negociadas com outra empresa.”

O posicionamento da empresa ocorre alguns dias após uma nota da revista Veja, publicada pelo jornalista Maurício Lima, da coluna Radar, afirmar que “estão avançadas as negociações entre a família Sirotsky e Carlos Sanchez para a venda total da RBS.”

Ainda de acordo com a Veja, o negócio está avaliado em R$ 2 bilhões e envolve 12 emissoras de TV, 15 de rádio e três jornais. Em março de 2016, a operação da RBS em Santa Catarina foi adquirida por Carlos Sanchez. O valor da negociação não foi divulgado, no entanto, estimativas do mercado avaliam que a venda supere R$ 1 bilhão. No ano passado, após um sorteio popular, foi escolhida a nova marca da RBS em Santa Catarina passando a atender por NSC.

História

O Grupo RBS foi fundado em 1957 no Rio Grande do Sul por Maurício Sirotsky Sobrinho e chegou a 2016 com oito jornais, entre eles Zero Hora e A Notícia, 24 emissoras de rádios, além de duas emissoras de TV locais. O conglomerado é afiliado à Rede Globo. Nas plataformas digitais, RBS atua com sua empresa e-Bricks, entre outras operações de eventos, gráfica e logística.

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