Tidal cria produto voltado à música brasileira

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Tidal cria produto voltado à música brasileira

Batizada de Arena, batalha de rimas destaca cultura do Brasil e segue proposta da plataforma de dar visibilidade e exposição a artistas em ascensão

Giovana Oréfice
2 de maio de 2022 - 9h12

Grag Queen, Mari Fernandez e Niack (Créditos: Divulgação/Felipe Vianna)

Mostrando que a cultura brasileira é muito mais do que samba, praias e futebol, o Tidal, plataforma global de música e entretenimento, lançou na última quinta-feira, 28, a Arena, uma batalha de rimas que conta com três episódios. O projeto traz MCs da Batalha da Aldeia, maior grupo brasileiro dessa vertente, para competir com Grag Queen, Mari Fernandez e Niack. 

De acordo com Dan Murphy, VP sênior de parcerias do Tidal, um dos principais pilares do serviço é dar visibilidade e exposição aos artistas em ascensão e a Arena segue a mesma essência. “Queremos continuar a destacar artistas e gêneros marginalizados e o Arena se concentra em dar a esses artistas em ascensão uma plataforma para colaborar com artistas tradicionais e compartilhar seus talentos com o mundo”, diz.

O projeto reforça os planos da plataforma em reforçar seu posicionamento no Brasil. Em março do ano passado, o Tidal foi adquirido pela Block In (Square), empresa que tem como foco o empoderamento econômico e, segundo Murphy, encontrar maneiras adicionais de capacitar e apoiar artistas no Brasil é uma prioridade. 

“Sabemos que muito mais precisa ser feito para criar um modelo de indústria que beneficie e apoie todos os envolvidos no processo de criação musical. Por enquanto, estamos tomando medidas para que todos paguem mais”, explica o VP. Em novembro de 2021, o Tidal lançou um programa de royalties centrado em fãs e pagamento direto ao artista como parte da estratégia de oferecer a eles termos de ganhos mais justos e pagamentos mais rápidos. 

No processo, a plataforma busca o apoio de players do ecossistema, como grandes gravadoras e distribuidoras independentes, a fim de fazer com que os pagamentos de royalties sejam mais transparentes tanto para os artistas, quanto para os detentores de direitos das músicas.

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