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Costa do Sauípe Open leva o tênis além das quadras

Aviva impulsiona nova fase do destino baiano com uma experiência que combina turismo, cultura, entretenimento e marcas.

Em 2004, Gustavo Kuerten conquistou em Costa do Sauípe o último título de simples de sua carreira. Um ano depois, um Rafael Nadal de apenas 18 anos levantaria nas mesmas quadras o segundo troféu ATP de sua trajetória.

Os dois momentos fazem parte de uma história que ajudou a colocar Costa do Sauípe no mapa internacional do tênis. Entre 2001 e 2011, o destino baiano recebeu 11 edições consecutivas do Brasil Open. Guga foi campeão duas vezes, em 2002 e 2004. Além dele e de Nadal, nomes como Nicolás Almagro, Tommy Robredo, Juan Carlos Ferrero, Guillermo Cañas e Carlos Moyá passaram pelas quadras do complexo.

Mais de duas décadas depois daqueles primeiros torneios, a Costa do Sauípe recupera essa vocação esportiva como parte de um novo momento do destino.

O movimento ganhou forma em 2025, com a estreia do Costa do Sauípe Open, torneio ATP Challenger 125 que marcou a volta do complexo ao circuito internacional. Em 2026, de 1º a 8 de novembro, a competição realiza sua segunda edição consecutiva desse novo ciclo.

Com premiação de US$200 mil e 125 pontos no ranking mundial para o campeão, o torneio ocupa a categoria mais alta do circuito Challenger realizada no Brasil e se posiciona como a segunda maior competição masculina de tênis do País, atrás apenas do Rio Open.

Mais do que trazer o tênis de volta, a proposta é atualizar o significado dessa relação. O esporte passa a integrar uma experiência que combina férias, hospitalidade, cultura, entretenimento e lifestyle e, ao mesmo tempo, amplia as possibilidades de relacionamento entre marcas e seus públicos.

Na Vila Costa do Sauípe Open, marcas ocupam diferentes pontos da jornada do público com ativações, experiências e oportunidades de relacionamento

Na Vila Costa do Sauípe Open, marcas ocupam diferentes pontos da jornada do público com ativações, experiências e oportunidades de relacionamento

Uma vocação histórica que se renova

Costa do Sauípe ocupa um lugar particular na história do tênis brasileiro. Quando recebeu o primeiro Brasil Open, em 2001, Guga chegou às quadras baianas como número 1 do mundo e, três anos depois, conquistou ali o 17º e último título de simples de sua carreira. Em 2005, foi a vez de um Rafael Nadal de apenas 18 anos vencer na Bahia o segundo título ATP de sua trajetória. Nomes como Nicolás Massú, Guillermo Cañas, Nicolás Almagro, Tommy Robredo e Juan Carlos Ferrero também passaram pelo torneio antes de a competição deixar Sauípe, em 2012.

O retorno ao circuito internacional, em 2025, como ATP Challenger 125, recuperou essa história ao mesmo tempo em que abriu espaço para uma nova geração. Na primeira edição dessa nova fase, Román Andrés Burruchaga foi campeão de simples, enquanto os brasileiros Guto Miguel e Eduardo Ribeiro venceram nas duplas. Em 2026, Guto retorna a Sauípe com duas novas credenciais: o título juvenil de Roland Garros e o juvenil de duplas de Wimbledon, conectando o legado das antigas quadras à geração que agora busca construir sua própria trajetória no tênis profissional.

Um torneio que também é uma viagem

A volta do tênis acontece em um formato diferente daquele de um evento esportivo convencional.

O conceito adotado pela Costa do Sauípe é o de um “torneio-destino”: em vez de o espectador se deslocar até uma arena exclusivamente para assistir à competição, esporte e viagem passam a fazer parte de uma mesma experiência.

Uma família, por exemplo, pode viajar junta sem que todos precisem compartilhar a mesma relação com o tênis. Enquanto parte dela acompanha as partidas, crianças e outros acompanhantes podem aproveitar piscinas, praia, gastronomia, atividades de lazer e demais estruturas do resort.

Para 2026, serão seis quadras de saibro totalmente renovadas — uma central e cinco secundárias —, além de cinco quadras de piso rápido, destinadas à preparação dos atletas e também a clínicas de tênis para patrocinadores.

A proximidade física ajuda a sustentar a proposta. Os hotéis mais próximos, como o Mar Premium e Sol Grand Premium ficam a aproximadamente três minutos das quadras e, mesmo nos mais distantes, o deslocamento leva cerca de dez minutos a pé. Um sistema de transporte interno circula pelo complexo ao longo do dia, o que faz com que a logística seja ainda mais rápida.

Os atletas também estão inseridos nessa dinâmica. Eles se hospedam e treinam dentro do próprio destino, compartilhando diferentes espaços com hóspedes, convidados e público.

Assim, a convivência com o tênis não fica restrita ao período de uma partida. O público pode acompanhar treinos e encontrar competidores em diferentes momentos da estadia, criando uma proximidade pouco usual em grandes eventos esportivos.

Das quadras para a música

Em 2026, essa lógica de experiência ganha uma programação musical que amplia o evento para além do esporte.

Carlinhos Brown será responsável pela abertura oficial do Costa do Sauípe Open. Vitor Kley se apresenta no segundo dia, e o Jammil encerra a programação no dia da final.

As atrações ajudam a traduzir diferentes dimensões da proposta. Brown leva para a abertura a representatividade e a potência cultural da Bahia. Vitor Kley acrescenta uma conexão particular com a modalidade: seu pai, Ivan Kley, foi um dos principais tenistas brasileiros da década de 1980 e técnico. Já o Jammil fecha a semana no dia da decisão, conectando a final a uma atmosfera de celebração associada ao lifestyle baiano.

A programação recupera ainda uma característica presente na história dos grandes eventos realizados em Sauípe: a combinação entre esporte e entretenimento.

“Trazer esta proposta de música para o Costa do Sauípe Open é um movimento significativo para a força deste evento. Ter esses grandes nomes amplia ainda mais a nossa proposta de valor de tudo que queremos construir com o torneio.”, diz Mariana Ferraz, CMSO da Aviva.

Na nova fase, porém, essa relação se amplia. Tênis, música, gastronomia, hotelaria, praia e lazer passam a compor uma mesma jornada.

É nesse ponto que o conceito de “torneio destino” deixa de ser apenas uma definição: para parte do público, os oito dias podem representar simultaneamente uma competição internacional e uma viagem de férias.

O tênis dentro da transformação de Costa do Sauípe

A retomada dessa vocação acontece enquanto a própria Costa do Sauípe passa por uma transformação.

A Aviva conduz um ciclo de investimentos de R$1,4 bilhão em seus destinos até 2028. Dentro desse movimento, R$435 milhões estão associados à renovação da Costa do Sauípe, contemplando a atualização da hotelaria, infraestrutura e experiências do complexo. Outros R$420 milhões estão previstos para a marca Hot Park Costa do Sauípe.

Parte dessa transformação já chegou aos hotéis. O Brisa passou por retrofit e integra a categoria Grand Premium; o Sol foi completamente reformado e reposicionado na mesma categoria; e o Mar Premium também integra a nova etapa da oferta do destino.

Nesse contexto, o Costa do Sauípe Open desempenha também um papel de vitrine.

Se o tênis ajudou a projetar Sauípe nacional e internacionalmente nos anos 2000, agora a modalidade retorna enquanto o destino atualiza sua hotelaria, seus espaços e suas experiências.

O movimento une, assim, duas histórias: a recuperação de um ativo que já pertence ao imaginário de Costa do Sauípe e a apresentação de uma nova fase do complexo.

Quando o patrocínio extrapola a quadra

Para o mercado publicitário, essa configuração também amplia a lógica de participação em um evento esportivo.

Em uma arena tradicional, boa parte das oportunidades de patrocínio está concentrada no período da competição e nos espaços ao redor da quadra. Em Sauípe, hotelaria, gastronomia, lazer, entretenimento e esporte convivem dentro do mesmo ambiente.

Isso permite que a presença de uma marca acompanhe diferentes momentos da jornada do público.

“Na Aviva, acreditamos que as melhores parcerias nascem da cocriação. O Costa do Sauípe Open tem uma dinâmica muito particular: os visitantes acompanham o tênis de perto, encontram os atletas em diferentes momentos da estadia e aproveitam a programação em um destino completo de lazer. Para os jogadores, participar do torneio na Costa do Sauípe também representa a oportunidade de usufruir da estrutura e da hospitalidade do resort nos períodos paralelos aos jogos. Essa integração abre espaço para projetos de marca incorporados à programação e à proposta do torneio”, destaca Mariana Ferraz, CMSO da Aviva.

A edição de 2025 já mostrou como essa lógica pode assumir formatos distintos.

Na Vila Costa do Sauípe Open, parceiros criaram lojas tematizadas, operaram bares e desenvolveram ambientes voltados à interação e produção de conteúdo. As ativações também chegaram a outros pontos e momentos da programação, com clínicas particulares de tênis, experiências de bem-estar, estrutura de academia para atletas e atividades infantis.

Para algumas empresas, o evento funcionou também como ferramenta de relacionamento. Uma companhia do setor de benefícios corporativos, por exemplo, realizou uma clínica de tênis para clientes, utilizando a experiência esportiva como ambiente de aproximação com convidados.

Em outro caso, o resultado chegou diretamente às vendas. O InCanto Residence Club registrou R$ 2 milhões em negócios a partir de sua ativação na área VIP da edição de 2025, além de utilizar o espaço para prospecção e relacionamento comercial.

O exemplo ajuda a traduzir uma das propostas da propriedade: diferentes marcas podem encontrar diferentes objetivos dentro do mesmo evento, seja experimentação, conteúdo, hospitalidade, relacionamento ou geração de negócios.

Essa diversidade também aparece entre os parceiros de 2026. Até o momento, estão confirmadas BENDU, Decolar, Ambev/Stella Artois, Algar, Engie, INNI, RCI, Grupo Pleno, Premium Lindóia, Président, Parmalat Fit, Tidelli, Luminafit, Klin, Mendoá, Chandon, Pernod Ricard, TNT Energy Drink, Uvva, Capelinha e Porto a Porto.

Entre elas, a Decolar estreia na propriedade e amplia sua atuação em experiências relacionadas ao esporte, aproximando turismo, tênis e lazer. Já a Stella Artois Pure Gold dá continuidade à sua associação com a modalidade e tem parceria com o torneio confirmada também para 2027.

A configuração do destino permite ainda que as ativações ocupem espaços e ocasiões diferentes: da quadra aos restaurantes, da Vila à hotelaria, passando por gastronomia, entretenimento, clínicas e experiências proprietárias.

Mais do que oferecer um inventário fixo, a proposta da Aviva é cocriar as ações a partir dos objetivos de cada parceiro.

Do patrocínio ao legado

As possibilidades de parceria também alcançam iniciativas que permanecem para além da experiência de consumo.

Na edição de 2025, projetos realizados com marcas parceiras incorporaram temas como circularidade, reaproveitamento de materiais esportivos e apoio a iniciativas sociais da região. Entre os exemplos estiveram ações desenvolvidas pela INNI e pela Long Live The Passion.

A lógica acrescenta outra dimensão ao conceito de cocriação: utilizar o próprio evento e os ativos dos parceiros para desenvolver projetos conectados ao território e à comunidade.

Assim, a plataforma pode reunir diferentes objetivos dentro da mesma propriedade — exposição, relacionamento, conteúdo, vendas e impacto positivo.

Lifestyle, influência e relacionamento

Outra dimensão do Costa do Sauípe Open aparece no perfil dos convidados que estarão no destino durante o torneio.

A edição de 2026 reunirá nomes de diferentes territórios do entretenimento, televisão, moda, esporte, negócios e ambiente digital. Serão mais de 40 nomes compondo o time de creators, entre eles Mari Gonzalez, Pipo Marques, Duda Reis, Danni Suziki, Daniella Cicarelli, Rafa Brites, Felipe Andreoli, Ricardo Amorim e Fernanda Brandão.

Considerados em conjunto, os perfis desses convidados somam mais de 40 milhões de seguidores nas redes sociais. Mais do que uma estimativa de alcance — já que naturalmente existem sobreposições entre essas audiências —, o número ajuda a dimensionar o ecossistema de influência reunido pelo evento.

Para as marcas, a presença desses diferentes perfis abre possibilidades de conteúdo e relacionamento que extrapolam o público tradicional do tênis.

Há ainda um componente menos mensurável apenas em seguidores: a convivência. Influenciadores, artistas, executivos, atletas, patrocinadores e convidados permanecem em um mesmo destino durante o torneio, compartilhando partidas, restaurantes, hotéis e experiências.

É nesse ambiente que hospitality e networking passam a ser parte relevante da plataforma.

Os números de uma retomada

A edição de 2025 recebeu cerca de 2,4 mil pessoas por dia de torneio e reuniu nomes como Thiago Monteiro, João Lucas Reis, Guto Miguel, Román Andrés Burruchaga e Daniel Vallejo.

Dentro das quadras, foram 64 partidas, com 69 atletas de 18 países. Burruchaga conquistou o título de simples, enquanto Guto Miguel e Eduardo Ribeiro venceram nas duplas.

Fora das quadras, os conteúdos relacionados ao evento registraram 18 milhões de visualizações/impressões e alcançaram 3,5 milhões de pessoas nas plataformas digitais. Em mídia espontânea, foram 42 veículos de imprensa presentes e 229 matérias publicadas, equivalentes a R$4,2 milhões em valor de mídia.

O evento reuniu ainda um squad de 15 influenciadores, artistas e convidados e contou com mais de 20 marcas entre patrocinadores, apoiadores e participantes de ativações.

Ao longo dos oito dias de competição, foram mais de 90 horas de conteúdo transmitidas em tempo real por dois canais de streaming, com distribuição para mais de 150 países. A transmissão internacional ampliou a visibilidade do torneio e do destino, dando também às marcas presentes na competição uma exposição que extrapolou a experiência presencial em Costa do Sauípe.

Mais do que números isolados, os resultados ajudam a dimensionar o ecossistema criado ao redor da competição. Público, atletas, hóspedes, marcas, convidados e criadores permanecem conectados ao evento durante vários dias, fazendo com que seu impacto se estenda das quadras à hotelaria, do entretenimento às redes sociais e das experiências de marca ao turismo.

Um torneio que projeta a Bahia

Mais do que marcar a retomada do tênis profissional em Costa do Sauípe, o Open amplia a presença da Bahia no calendário dos grandes eventos esportivos do País. Ao atrair atletas, visitantes, convidados e marcas para o destino, a competição movimenta uma cadeia que envolve turismo, hotelaria, gastronomia, serviços, cultura e entretenimento — e reforça a capacidade do Estado de receber eventos de projeção nacional e internacional.

Essa força ganha uma dimensão particular em Costa do Sauípe. O tênis profissional está no centro da programação, mas a experiência se estende por todo o destino, aproximando esporte, férias, música, gastronomia e hospitalidade. É essa combinação que permite que diferentes públicos vivam o torneio de maneiras distintas e, ao mesmo tempo, compartilhem um mesmo ambiente durante vários dias.

Para as marcas, esse ecossistema multiplica as possibilidades de conexão. Atletas, hóspedes, convidados, criadores e executivos circulam pelos mesmos espaços, fazendo com que o relacionamento possa acontecer dentro e fora das quadras. Patrocínio, conteúdo, hospitalidade, networking e experiências proprietárias passam, assim, a integrar uma mesma jornada.

Ao recuperar uma vocação histórica de Costa do Sauípe e inseri-la em uma proposta contemporânea, a Aviva transforma o torneio em um ativo que vai além do esporte: fortalece a Bahia como destino de grandes eventos e cria para as marcas uma plataforma de experiência, relacionamento e negócios.