A IA veio também para transformar o Branding em Resultado
Branding e performance podem andar de mãos dadas e a chave para isso hoje é a IA
A IA chegou para mudar o jeito de fazer muitas coisas e também mudou radicalmente também o jeito de fazer conteúdo e branding. É mais que fato que os avanços em tecnologia nos trouxe nos últimos anos uma condição qualitativa e quantitativamente inédita, diferente de outros momentos históricos, o que impacta toda a interação com o mundo, e isso não deixaria de impactar o modo como as marcas passam a existir.
Com isso, o branding quando estratégico e gerador de conexão humana, é mais importante do que nunca, e a pergunta que fica é se (ou como) a IA ajuda nesse processo. É muito relevante pensar sobre isso, pois uma coisa a IA não mudou: branding sempre foi e ainda é sobre diferenciação. Acontece que o que notamos nas produções de IA nas experiências iniciais com essa tecnologia é que em alguns momentos tudo fica um pouco parecido… Quem nunca bateu o olho em um texto e já sacou de cara que foi feito com IA? Ao utilizarmos a inteligência artificial no branding corremos o mesmo risco? Há quem diga que o mundo tem ficado mais pasteurizado e que estamos sendo arrastados para uma linha mediana em tudo.
Quando se faz conteúdo para social media é preciso tomar cuidado para não cair na armadilha mais do que pronta da necessidade de volume de conteúdos com a simples criação automatizada pela IA. O erro é usar IA só para volume. O acerto é usar para clareza, consistência e relevância através de dados. Quando focamos nessas características desejáveis de marca e na mensagem certa em cada ponto de contato, começamos a pensar no que podemos chamar de brandformance.
Vamos lembrar sempre que conteúdo de social media não é só distribuição, é uma das principais ferramentas para construir marca hoje. Em muitos casos, é o ponto de contato mais frequente entre empresa e público. Quando bem feito, ele molda percepção, posicionamento e valor, características totalmente relacionadas com aspectos humanos e comportamentais.
E a pergunta que temos que nos fazer não é como usar IA para criar conteúdos que desenvolvam marcas, mas como a IA pode potencializar as habilidades humanas na hora de fazer conteúdo e branding.
As plataformas estão se tornando mais precisas à medida que ajudam a fornecer dados em maior volume e velocidade para conclusões e desenhos de marca e conteúdo mais assertivos. Com esses recursos, é cada vez mais possível construir marca ao mesmo tempo que as performances de campanhas são otimizadas, A análise e aplicação desses dados pode ser um exemplo do uso da IA no dia a dia de forma a potencializar o papel humano de moldar a marca.
Quando a tecnologia e a ferramenta mudam, a habilidade humana também se transforma, e cada vez mais o profissional humano precisará adotar o papel de curador e melhorador do que a IA pode fornecer. O profissional humano continua extremamente necessário para rever tom de voz, narrativa, significado e coerência no posicionamento da marca enquanto a IA é fundamental para análises e pesquisa, testes e otimização de narrativas, acelerar processos e manter consistência. O senso crítico é mais necessário do que nunca, por isso é necessário rever a formação e treinamento dos profissionais, e também a composição das equipes.
Outra pergunta fundamental no cenário atual é: o que você está fazendo para formar uma equipe que some com as ferramentas atuais? Na Frat apostamos em equipes multidisciplinares com profissionais de diferentes origens e formações para olhares atuais e acurados em todos os trabalhos que colocamos na rua, aqui estudo profundo do cenário atual anda junto com o olhar para o futuro.