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TV1 aposta no futuro

Aos 40 anos, TV1 investe no futuro integrando conteúdo e tecnologia para a Era da Experiência

O Grupo TV1 completa 40 anos com a mesma atitude dos seus primeiros dias: o impulso para estar sempre à frente. Talvez porque tenha nascido com o DNA de dois jornalistas, que se destacaram como correspondentes internacionais: Sergio Motta Mello e Selma Santa Cruz, ex-correspondentes de O Estado de São Paulo, da TV Globo e da Revista Veja. E como é da natureza do jornalismo estar o tempo todo atrás de novidades, essa vocação impulsionou a TV1 a inovar continuamente: do vídeo para o marketing digital, dos comerciais e programas de TV para o branded content, do live marketing às plataformas, e das plataformas à inteligência artificial.

“Essa origem nos mostrou muito cedo a centralidade que o conteúdo iria ganhar no marketing. E transformou a curiosidade num pilar da nossa cultura”, afirma o CEO do grupo Cassio Motta Mello. “Talvez esteja aí, nessa ânsia de inovação, a explicação de como um grupo de agências brasileiro conseguiu não apenas sobreviver, mas sobretudo evoluir, de forma independente, ao longo de 4 décadas de tantas transformações no Brasil e no mundo.”

A tecnologia foi o fio condutor dessa evolução. Afinal, a TV1 nasceu em 1986 justamente de uma transformação tecnológica, quando a produção de vídeo encontrou a revolução digital. “E a cada ciclo tecnológico, a gente já estava construindo o próximo”, enfatiza Cassio. Essa é também a razão do modelo diferenciado do grupo, que não cresceu por aquisições, mas de forma orgânica. “Cada uma das nossas agências nasceu de um problema que um cliente colocou na mesa”, enfatiza Cassio.

Hoje são seis agências, cada uma focada em um pilar de competência. A TV1 Live entrega experiência e live marketing. A Atlas.One relacionamento, com marketing de incentivo, viagens e trade. A Curious reúne publicidade, criação e mídia. A Pixel.Prompt transforma conteúdo em experiências por meio de formatos que vão do imersivo ao vídeo com IA, realidade estendida e cenografia. Já a X.Lab é o hub de tecnologia do grupo. E a Fire, uma ad-tech de retail media, com foco em performance em marketplaces.

As seis atuam com equipes autônomas, mas integram competências para criar soluções diferenciadas. Um exemplo é o lançamento da Rampage, da Stellantis, projeto que conquistou o primeiro Ouro no AutoVision Awards, o maior prêmio automobilístico do mundo, um feito inédito para uma agência brasileira. Outro, a plataforma de votação desenvolvida para o Nubank para a escolha do novo nome do estádio do Palmeiras, usando tecnologia para mobilizar a torcida e valorizar a marca. Este modelo também fez a diferença nos eventos de marketing realizados para a Eli Lilly nas áreas de obesidade e diabetes, e numa campanha global sobre o Alzheimer para este cliente.

A inteligência artificial é a atual fronteira dessa trajetória. A TV1 usa IA desde 2023 em gestão, criação, planejamento e análise, e desenvolve gêmeos digitais e agentes para simular interações com clientes e públicos. “Essa experiencia já mostrou o quanto a IA potencializa nosso trabalho, ampliando repertório, agilizando processos e impulsionando a criatividade”, diz Cassio. “Agora, ela está tornando possível uma nova revolução no marketing, a personalização em escala. Não entregamos mais, por exemplo, uma ação de Lollapalooza para o público geral, mas uma para cada pessoa”, afirma Cassio. “Os eventos geram plataformas de relacionamento always on, com cada stakeholder, e bases de dados para estratégias de CRM.”

É assim que a TV1 continua construindo o futuro. Olhando para a frente. Integrando conteúdo e tecnologia para transformar a comunicação e o marketing na Era da Experiência. “O futuro será o nosso legado”, finaliza Cassio.