A Cardiomiopatia Hipertrófica (CMH) é uma das principais causas de morte súbita em jovens atletas, mas permanece subdiagnosticada. O desafio era tirar a doença da invisibilidade sem gerar pânico, levando informação ao público geral e alertando profissionais de saúde sobre a importância do diagnóstico precoce. Como transformar a paixão nacional pelo futebol em uma oportunidade para falar sobre saúde do coração?
Com o conceito Ecos que Salvam, aproveitamos a expectativa em torno da Copa do Mundo para conectar a emoção do futebol à conscientização sobre a doença. A campanha utilizou a metáfora dos cartões amarelo e vermelho para traduzir sinais de alerta e sintomas em uma linguagem acessível, aproximando esporte e saúde. A iniciativa reuniu relacionamento com a imprensa, influenciadores, conteúdos digitais e ações de engajamento médico para ampliar a circulação de informações sobre a CMH.
Para levar a mensagem a diferentes públicos, trabalhamos na atualização do site de conscientização, na produção de conteúdos para redes sociais e em campanhas digitais, além de ações de relacionamento com jornalistas e influenciadores, incluindo o envio de press kits personalizados. Também participamos do evento médico Cardiofut e utilizamos a plataforma Memed para ampliar o alcance das informações entre profissionais de saúde.
A campanha conquistou visibilidade em veículos relevantes, como a VEJA, e gerou repercussão orgânica nas redes sociais, com conteúdos que conectaram a conscientização sobre a doença ao universo esportivo. A iniciativa também ampliou o acesso ao site da campanha e fortaleceu a presença do tema nas conversas com públicos interessados em saúde e atividade física.
Mais do que ampliar a conscientização sobre uma doença pouco diagnosticada, Ecos que Salvam aproximou comunicação, esporte e ciência para reforçar a importância de reconhecer os sinais de alerta, buscar orientação médica e favorecer o diagnóstico precoce e o tratamento adequado.