O storytelling da maior convenção farmacêutica do Brasil
SOAP ajudou a transformar convenção em uma plataforma de direcionamento estratégico
A SOAP responde uma questão decisiva para qualquer evento corporativo de grande porte: o que faz uma convenção continuar relevante depois que a programação termina?
Aproximadamente 5 mil pessoas. Diversos slides. Dezenas de ensaios. Dois dias inteiros de evento. Os números ajudam a dimensionar a escala da convenção anual do Aché, que hoje opera na dimensão de grandes eventos.
“Claro que o tamanho do projeto é proporcional ao propósito do Aché de levar mais vida a milhões de pessoas. Mas, no fim, o mais importante é fazer com que cada colaborador saia dali lembrando por que faz o que faz todos os dias. Quando conseguimos conectar estratégia, cultura e propósito de forma verdadeira, fortalecemos nossa crença no que construímos juntos e criamos uma direção clara para continuar crescendo”, conta Wilson Junior, Diretor Executivo da divisão Prescrição e Cuidados Especiais do Aché.
Foi a partir desse contexto que a SOAP entrou no projeto. Muito mais do que apoiar a construção de apresentações, a empresa participou da definição da narrativa que guiaria a convenção e ajudaria a desdobrar a estratégia do ano da companhia. O trabalho começou meses antes, com um mergulho nos objetivos, na escuta das lideranças e na busca por uma ideia que tivesse força suficiente para sair do palco e permanecer na cabeça do time mesmo depois da festa encerrada.
A palavra escolhida foi “Crescer”.
A escolha carregava um sentido estratégico. Em vez de funcionar apenas como tema de uma edição, “Crescer” foi pensado como um direcionamento. Uma palavra com potência cultural, capaz de traduzir desenvolvimento e preparo sem perder proximidade com quem vive a empresa no dia a dia.

“Crescer” se transformou em um direcionamento estratégico capaz de conectar cultura, propósito e futuro
“Construir um storytelling para um evento desse tamanho envolve criar conexões emocionais com cada colaborador. Precisamos colocar uma empresa gigantesca na mesma direção, mas sem perder aquilo que cativa”, explica Carol Martins, CEO da SOAP Brasil.
O conceito ganhou ainda mais significados a partir de uma pergunta simples, conhecida e carregada de memória: o que você quer ser quando crescer? O ponto de partida ajudou a abrir espaço para uma reflexão mais próxima, que provoca uma conexão imediata e nos faz refletir sobre onde estamos e para onde vamos.
Ao lado da estratégia, a identidade visual também foi desenhada para sustentar e desdobrar o conceito por todos os pontos de contato. O key visual da convenção expandia o naming, sugerindo avanço, desdobramento e movimento permanente.

Com storytelling, estratégia e identidade visual integrados, a convenção foi desenhada para gerar algo que permanece além do evento
“Quando o evento se apoia apenas em recompensas imediatas, como brindes, shows e alimentação, ele pode até ser muito divertido, mas entrega pouco valor para a estratégia da companhia. A experiência precisa acolher as pessoas, claro, mas também precisa comunicar com clareza, gerar identificação e deixar uma direção nítida”, reforça Carol.
“Claro que queremos entender como o time percebeu a experiência, o local e a programação. Mas o que realmente importa é o que permanece depois que as luzes se apagam. A convenção precisa fortalecer a cultura, gerar pertencimento e reforçar aquilo que acreditamos como empresa. Porque resultado é consequência. O que sustenta o crescimento de verdade é quando as pessoas vivem o propósito no dia a dia, inclusive naquilo que fazem quando ninguém está vendo. E a SOAP teve um papel muito importante em nos ajudar a transformar isso em narrativa”, reforça Wilson Junior.
Para marcas que investem em eventos proprietários, a provocação permanece. A diferença nem sempre está apenas na grandiosidade da produção, mas na qualidade da história que consegue dar sentido e direção a tudo isso.