APRESENTA:
Ecossistema de marca e performance potencializado pela IA
Durante o Brandcast 2026, YouTube reforçou seu papel como propulsor de crescimento para negócios ao longo de todo o funil, conectando a influência dos criadores à capacidade tecnológica da inteligência artificial
Durante anos, a construção de marca e a performance foram tratadas como frentes distintas nas estratégias de marketing, com objetivos, métricas e horizontes de investimento diferentes. De um lado, campanhas voltadas à geração de reconhecimento e conexão cultural; de outro, iniciativas orientadas à conversão e aos resultados de curto prazo. É essa lógica que o YouTube pretende superar com o seu posicionamento de ecossistema completo de construção de marcas e geração de vendas, apresentado na 12ª edição do Brandcast.
Na semana passada, em São Paulo, o evento reuniu executivos, especialistas e criadores de conteúdo para comunicar ao mercado publicitário as diferentes frentes da plataforma em 2027, com uma estratégia que combina criadores, entretenimento, inteligência artificial (IA) e soluções de mídia para conectar cultura, marca e resultado de negócios.

Fábio Coelho, presidente do Google Brasil, apresentou os pilares estratégicos do YouTube para o próximo ano
Há mais de duas décadas, o YouTube acompanha a evolução do consumo de conteúdo e trabalha para estar um passo à frente dessa transformação. “O encontro entre uma ideia, um criador e seu público é o que transformou o YouTube no epicentro da cultura e nos trouxe à Era YouTube. Aqui, qualquer pessoa com uma história para contar ganhou um palco para experimentar, criar do seu jeito e encontrar seu público”, disse Fábio Coelho, presidente do Google Brasil.
Propulsor de crescimento
Nesta edição, a plataforma reforçou seu objetivo de ser o propulsor de crescimento mais eficiente para os negócios ao longo de todo o funil, conectando a confiança gerada pelos criadores da plataforma à capacidade tecnológica da inteligência artificial do Google. Com alcance superior a 130 milhões de pessoas, a partir de 18 anos, no Brasil, a plataforma quer se consolidar como um ecossistema capaz de criar, capturar e converter demanda ao longo da jornada do consumidor.

A creator economy foi um dos destaques do Brandcast, que reuniu executivos, especialistas e criadores de conteúdo
Na visão apresentada pelo YouTube durante o Brandcast, as empresas não precisam escolher entre construir marca e gerar vendas; elas podem utilizar o mesmo ecossistema de mídia para trabalhar as duas dimensões ao longo da jornada do consumidor.
“Só em junho deste ano, mais de 90 milhões de brasileiros logados no YouTube pesquisaram sobre compras e serviços na plataforma. Isso não é apenas dado, é intenção. Quando nós combinamos a atenção do YouTube, a intenção de busca do Google e a inteligência do Gemini, o resultado não é apenas alcance. É crescimento real de negócio”, afirmou Monica Carvalho, diretora de negócios do Google Brasil.
Futebol consolida o hábito de assistir à TV conectada
Depois de transmitir a copa deste ano, YouTube exibirá todas as partidas do mundial feminino de 2027 pela CazéTV
Após transmitir gratuitamente os 104 jogos da Copa do Mundo FIFA 2026, o YouTube se prepara para o mundial feminino. Em 2027, o Brasil sediará a competição, com as 64 partidas exibidas ao vivo e de graça pela CazéTV na plataforma.
“O futebol feminino já vem sendo construído há muito tempo, e a próxima Copa é uma oportunidade de fazer essa comunidade crescer ainda mais”, disse Fábio Coelho, presidente do Google Brasil.
Segundo o YouTube, o mundial deste ano foi fundamental para consolidar um novo hábito entre os brasileiros: assistir à plataforma diretamente na TV conectada (CTV). Atualmente, 90 milhões de brasileiros consomem o YouTube pela CTV.
A partir desse movimento, a plataforma destaca a oferta de torneios em 2027. Além da Copa feminina, o Campeonato Brasileiro e o Campeonato Paulista seguem como principais pilares de audiência da CazéTV, com jogos disponíveis em todas as rodadas e forte engajamento entre o público de 18 a 44 anos. Outro desta que é a Copa Sul-Americana, que contará com 16 partidas transmitidas pela TNT Sports — com exibição exclusiva no YouTube.
Confiança e conversão
A programação do Brandcast destacou a creator economy. “O encontro entre uma ideia de um criador e o seu público foi o que transformou o YouTube. Não é apenas democratizar a mídia, mas também a capacidade de empreender. A união entre o mundo da influência e o da publicidade criou uma indústria”, afirmou Coelho. O YouTube reúne agora víde os longos, shorts, podcasts e novos formatos, como mininovelas e avatares virtuais.
Para Clarissa Orberg, líder de ecossistema de criadores, gaming e YouTube Shopping do YouTube Brasil, a relação entre criadores e audiência também representa uma oportunidade para as marcas. A proposta é transformar a confiança construída por essa rede em resultados para os anunciantes.
“Nós continuamos fortalecendo esse ecossistema. Nos últimos quatro anos, foram mais de US$ 100 bilhões investidos globalmente em criadores. E tudo isso também gera oportunidades para as marcas participarem, de forma autêntica, das histórias, interesses e comunidades que mobilizam”, explicou Clarissa.
Nesse cenário, o criador deixa de ser apenas um canal de distribuição e passa a participar da construção de entretenimento, comunidades e relevância cultural, ao mesmo tempo em que pode atuar como ponte entre conteúdo, confiança e conversão.
Credibilidade dos creators
Segundo pesquisa da Kantar, a credibilidade é um dos principais fatores de engajamento para a audiência: 87% dos espectadores brasileiros afirmam que a plataforma reúne os criadores mais confiáveis do mercado em comparação com concorrentes, incluindo TV aberta, canais por assinatura, serviços de streaming e redes sociais.
“Quando um criador do YouTube fala sobre o seu produto, os usuários têm 13 vezes mais chance de pesquisar pela sua marca e cinco vezes mais chances de comprar. Isso gera resultados, não apenas métricas de engajamento”, reforçou Regina Chamma, diretora sênior do Google Customer Solutions (GCS) no Brasil.
Para apoiá-los, a plataforma lançou recentemente recursos como a dublagem automática em lives, além da evolução do Ask Studio, que auxilia no diagnóstico de métricas, em testes de formatos e no aprimoramento de cada etapa da produção. Outra novidade é a chegada da Amazon.com.br ao YouTube Shopping — o programa de afiliados que permite a marcação de produtos em conteúdo dos criadores participantes, possibilitando que os usuários comprem uma recomendação direto do vídeo, sem precisar sair da plataforma.
Os criadores aparecem como uma das engrenagens do entretenimento, enquanto a inteligência artificial ocupa espaço central na frente de performance. “Nossa IA combina o que a audiência realmente quer assistir no YouTube com o que ela está pesquisando no Google. Com essa inteligência, a solução Demand Gen, por exemplo, consegue encontrar e converter o cliente antes mesmo que ele esteja pronto para fazer uma busca, encurtando o caminho até a compra”, contou Regina.