Como ficará a magia da maçã?
Há alguns dias o mundo perdeu um de seus maiores gênios da atualidade, Steve Jobs. Não tenho a pretensão de escrever nada novo e diferente do que já foi dito de forma intensa e completa pela imprensa do mundo todo, mas gostaria apenas de compartilhar minha opinião de consumidora e admiradora dessa marca que fascina todos os profissionais de marketing, design e branding pela forma como se comunica e desperta o tão sonhado desejo de consumo.
Um homem que não compôs nenhuma música, mas nunca será esquecido no mundo musical por ter transformado a indústria fonográfica. Esse foi Steve Jobs, um homem que mudou comportamentos e criou uma nova geração, a geração da imagem, do design, do toque e do clique, mas acima de tudo a geração da simplicidade. Aliás, a busca pelo simples está na missão da Apple, que agora terá de seguir o rumo de sua história sem seu comandante, sem o mestre, que ao aparecer com alguma grande novidade, sempre ao estilo camiseta preta e calça jeans, arrastava milhares de pessoas para suas lojas ao encontro de seus produtos inovadores.
Será que ele carregava sozinho o carisma da marca? O lançamento do iPhone 5 já causou uma certa frustração nos apples maníacos. Jobs deixou seu legado, agora cabe aos que permaneceram o desafio da continuidade e a responsabilidade de manter viva a magia da maçã. Grande desafio!
* Diretora de marketing do GRPCom