entretenimento

Omelete e CCXP integram operações para se conectar com fãs

Equipes ficam sob o comando de Thiago Romariz, que integrará a inteligência de dados com os produtos

i 13 de outubro de 2026 - 6h03

Integração entre CCXP e Omelete focará em relacionamento com os fãs (Crédito: Divulgação)

Integração entre CCXP e Omelete focará em relacionamento com os fãs (Crédito: Divulgação)

O Omelete e a CCXP, pertencentes ao ecossistema O&CO, integrarão seus times e operações que, agora, ficam sob o comando de Thiago Romariz.

Dessa forma, o executivo assume como diretor de produtos e será o responsável por estruturar produtos com base em dados e geração de valor de forma a tornar o consumo dos produtos do grupo mais perene.

De acordo com Romariz, essa decisão foi tomada para potencializar os dois produtos que unem a frente de conteúdo de Omelete, que tem base de dados e insights muito rica, com a experiência que é apresentada pela CCXP, o que reflete o comportamento do público.

“É algo que partiu de uma maturidade de gestão. Nosso intuito de potencializar as comunidades passa por uma visão estratégica de transformar as nossas paixões em cultura”, explica.

Nesse sentido, as equipes já estão em processo de integração e trabalham para a concretização de ideias e iniciativas juntamente com grupos de fãs.

Entre as quais está o programa Guilda CCXP, que reúne líderes de fã-clubes, criadores de conteúdo e comunidades como embaixadores, os quais ouvirão a opinião dessas comunidades sobre ações e iniciativas que podem se incorporar ao festival de cultura geek.

“Queremos escutar o que a comunidade quer do evento. Já tivemos encontros presenciais e definimos, por exemplo que, este ano, cada Guilda vai criar uma missão para as pessoas realizarem durante o evento”, diz o diretor.

Trabalho com insights

Mais do que a visualização, ou o número, a junção entre Omelete e CCXP tem como objetivo gerar engajamento real das comunidades de fãs com as marcas do ecossistema e parceiros comerciais.

Por isso, as equipes desenvolverão trabalho focado em atender os públicos B2C e B2B. Romariz acredita que isso extrapola o número de seguidores ou de visualizações que um conteúdo pode ter e coloca o espectador como um cliente.

“A visualização virou comodity, queremos ser melhores e mais vanguardistas para essas comunidades”, diz.

Por isso, o executivo entende que existem outras oportunidades no mercado de experiência e entretenimento e não descarta novas iniciativas no futuro.