Rádio é meio mais confiável para 62%
Veículo evolui com o Rádio 3.0, que define o meio no dial, streaming, apps, podcasts, redes sociais e YouTube
O rádio é o meio de comunicação mais confiável para 62% dos mineiros quando o assunto é publicidade e chega a superar as redes sociais sob esse aspecto.
O dado faz parte de pesquisa da Quaest Inteligência, apresentada durante o evento Rádio e Mercado em Sintonia.
O evento é uma promoção da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Associação Mineira de Rádio e Televisão (Amirt) e pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de Minas Gerais (Sert-MG).
Assim, conforme o levantamento, mineiros passam, em média, quase 4 horas por dia conectados ao meio, e 75% dos ouvintes mantêm esse hábito há mais de 20 anos.
Ainda, 55% dos ouvintes são altamente engajados, o que indica alto nível de recorrência no consumo.
Rádio 3.0
A pesquisa também confirma que o veículo atravessou a transformação digital sem perder relevância e se consolida como ecossistema multiplataforma.
De fato, o estudo apresenta o conceito de Rádio 3.0, que define o meio como presente no dial, streaming, aplicativos, podcasts, redes sociais e plataformas como o YouTube.
Os dados mostram que 31% dos usuários do YouTube consomem conteúdo de emissoras e que 17% dos ouvintes de podcasts acompanham produções do meio.
As menções espontâneas, na verdade, referentes ao ecossistema de rádio, cresceram de 160 mil para 2,5 milhões entre 2024 e 2026, o que evidencia a expansão digital das emissoras.
Impacto comercial
O impacto comercial também é expressivo: 58% dos ouvintes afirmam ter pesquisado produtos ou serviços anunciados no meio, 48% realizaram a compra e 41% chegaram a recomendar os itens para outras pessoas.
Ainda, os comunicadores continuam sendo peças centrais nessa relação.
De fato, segundo a Quaest, 67% dos mineiros prestam mais atenção em anúncios que são feitos por locutores do que em comerciais gravados.
O mesmo percentual afirma escolher suas emissoras preferidas pelos apresentadores, enquanto 64% preferem emissoras com profissionais da própria região, o que reforça a importância da comunicação local.