Mídia

Nubank patrocina a “ausência de anúncios” no YouTube

No projeto, usuário assiste à uma breve vinheta da marca e desfruta do filme sem cortes ou interrupções

i 7 de maio de 2026 - 6h03

Nubank YouTube

Nova fase do projeto do Nubank com o YouTube conta com playlists de filmes temáticas (Crédito: Divulgação)

O Nubank anuncia a segunda fase do projeto “Sessão Nu: Faz valer seu lazer”, em parceria com a Sofa Dgtl e o Google, que oferece filmes no YouTube sem interrupções de anúncios, de forma gratuita.

O modelo propõe a inversão do modelo tradicional de inserções comerciais na plataforma, com o Nubank patrocinando a “ausência de anúncios”.

Dessa forma, o usuário assiste à uma breve vinheta da marca logo após o play e, em seguida, desfruta do filme integralmente, sem cortes ou interrupções.

Gustavo Pena, head da indústria de fintechs no Google Brasil, explica que, nesta segunda fase, a iniciativa adiciona novos filmes ao catálogo da Sofa Dgtl, chegando a mais de 100 títulos desde a primeira fase, integrando playlists temáticas à curadoria estratégica.

“O projeto entra agora em sua segunda fase, consolidando um modelo de alto impacto validado na fase inicial, que impulsionou em 170% a percepção do Nubank como marca que democratiza o entretenimento e gerou um aumento de 41% no objetivo de marca da companhia”, complementa o executivo.

Objetivo do Nubank e YouTube

O objetivo central do projeto é elevar a experiência de consumo de filmes completos no YouTube por meio de uma iniciativa patrocinada.

Vale destacar que a busca por cinema gratuito e legalizado é um fato, uma vez que o termo “filme completo dublado” está entre as principais buscas no YouTube Brasil.

“O YouTube se beneficia ao consolidar-se como o principal destino para o consumo de conteúdos de alta qualidade e longa duração de forma totalmente gratuita para o usuário. Com um catálogo qualificado como o da Sofa Dgtl, a plataforma democratiza o acesso ao cinema premium e reforça sua relevância especialmente na TV Conectada, onde já alcança mais de 80 milhões de pessoas no Brasil”, comenta Pena.