Mercado perde o publicitário Edeson Coelho, aos 93 anos
Publicitário tinha 93 anos e, ao longo de mais de cinco décadas de trabalho, passou por agências, veículos e anunciantes

Edeson Coelho trabalhou por mais de 50 anos na indústria de publicidade (Crédito: Reprodução)
Morreu nesta segunda-feira, 27, o publicitário Edeson Coelho, aos 93 anos. Em mais de 50 anos de atuação no mercado, passou por agências, veículos e anunciantes. Ele sofria de câncer nos rins e teve falência múltipla dos órgãos. A cerimônia de cremação aconteceu nesta terça-feira, 28, no Rio de Janeiro.
Edeson Coelho nasceu na cidade de Campínas, em 31 de maio de 1929. Em 1947, aos 18 anos, foi contratado como revisor pelo escritório paulistano da McCann-Erickson. Na década de 1950, dirigiu a área comercial do Jornal do Brasil, no Rio de Janeiro. Também passou pelos departamentos comerciais da Rádio Globo, Reader’s Digest, TV Globo e da TV Tupi, entre outros.
De 1968 até 1971, foi diretor-geral do escritório paulista da Standard-SP. No mercado de agências, trabalhou ainda na Dória e Associados, na MPM e na Salles Interamericana. Foi diretor-geral da DPZ Rio em duas ocasiões, sendo o último período de 1991 a 2001, neste período, em 1995, foi indicado ao prêmio Caboré de Profissional de Atendimento.
Edeson também teve experiência em anunciantes, com passagens pelas áreas de publicidade da Sears e da Ford.
Na publicidade, um de seus anúncios memoráveis foi “Faça como a Ford: compre Willys”, criado para a fábrica de automóveis Willys, que foi vendida para a Ford, mas continuou vendendo os veículos com sua marca.
Edeson Coelho deixa a esposa Norma Peixoto, o filho Rodolfo Coelho e três netos.