Para 47% do público, fintechs superam bancos tradicionais

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Para 47% do público, fintechs superam bancos tradicionais

De acordo com estudo realizado pela a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, SPC Brasil e Sebrae, oito em cada dez usuários afirmam que as fintechs são iguais ou melhores na comparação com bancos


13 de dezembro de 2019 - 14h46

Para 91% dos entrevistados, o segmento de fintechs crescerá nos próximos dois anos (Crédito: Metamorworks/iStock)

O serviço prestado pelas fintechs é melhor do que o das instituições tradicionais para 47% dos brasileiros. A afirmação é resultado da pesquisa “O mercado de Fintechs”, realizado em uma parceria entre a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o SPC Brasil e o Sebrae. Além dos que consideram o serviço das startups superior, 40% acreditam que o serviço é igual e 3% qualificam o desempenho como inferior.

Na comparação, as fintechs ocupam a dianteira quando o tema é taxas e tarifas (49%), processos operacionais para contratação (42%) e qualidade dos serviços prestados (37%). A adesão às fintechs também foi expressiva. Segundo a pesquisa, 64% dos usuários residentes nas capitais são ou foram clientes de ao menos um serviço de fintech nos últimos 12 meses.

Entre os que testaram, 89% afirmaram que os serviços prestados ficaram dentro ou acima do esperado e 51% qualificaram o processo de contratação como muito rápido. Os serviços mais utilizados nesse período foram a conta bancária (45%), cartão de crédito (40%) e as transações financeiras por meio de criptomoedas (20%).

Apesar da facilidade de acessar o segmento, 63% dos entrevistados narram que tentaram contratar outro serviço das fintechs no último ano e não conseguiram. Os principais motivos para o impedimento foram: nome sujo (37%), renda inferior ao mínimo necessário (28%) e não ter conseguido comprovação da renda (23%).

Vantagens e desvantagens
De acordo com os entrevistados, os principais motivos para contratar uma startup de serviços financeiros são a praticidade de resolver tudo pelo celular (41%), a menor burocracia para contratar serviços (35%), a comodidade (33%) e a isenção de taxas e tarifas (32%).

Já quanto aos problemas encontrados pelos usuários, estão o risco de ter a conta invadida (40%), a falta de atendimento pessoal quando necessário (29%), a inexistência de agências, a instabilidade do site ou aplicativo por depender de internet e o medo de sofrer algum crime virtual, empatadas com 25%.

Na opinião de 91% dos entrevistados, o segmento vai crescer nos próximos dois anos. Apesar disso, 72% dos respondentes afirmaram não saber o que é uma fintech.

Público
As regiões que mais concentram clientes de startups de serviços financeiros são a Sudeste (41%), Nordeste (27%), Sul (14%), Norte (10%) e Centro-Oeste (8%). No perfil, 77% dos entrevistados pertencem às classes C, D e E, enquanto 23% são das classes A e B.

Metodologia
Para alcançar os resultados, a pesquisa entrevistou residentes de todas as capitais brasileiras, com idade igual ou superior a 18 anos. O estudo ouviu 924 usuários para identificar o percentual de consumidores de fintechs nos últimos 12 meses. Em uma segunda etapa, 618 pessoas que usaram ou estão usando serviços do segmento responderam sobre sua experiência.

*Crédito da foto no topo: Reprodução

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