The New York Times eleva receita com novos assinantes
Publicação norte-americana recebeu 280 mil assinantes digitais no trimestre e atinge US$ 762,5 milhões em receita total
O The New York Times (NYT) encerrou o segundo trimestre com uma receita de US$ 762,5 milhões, um aumento de 11,2%, graças à adição de novos assinantes digitais.
O jornal norte-americano deu as boas-vindas a 280 mil assinantes e segue com o plano de atingir a marca de 15 milhões até o final do próximo ano. Com a adição do trimestre, já são 13,35 milhões.

The New York Times recebeu 280 mil assinantes exclusivamente digitais no segundo trimestre de 2026 (Crédito: ellowNeko-shutterstock)
Do montante, 12,8 milhões são assinantes do pacote que permite o acesso ao conteúdo do jornal e outras editorias, como a sessão de receitas, esportes e aos jogos, por exemplo, ou de produtos individuais.
Há uma previsão de que assinantes exclusivamente digitais respondam por um aumento de 12% a 15% nessa receita, especificamente, no terceiro trimestre.
Já a receita obtida com assinaturas digitais ficou em US$ 407,9 milhões, 16,4% a mais que o mesmo período de 2025. O NYT utiliza a receita média por usuário exclusivamente digital como guia para mensurar a saúde dos negócios de assinatura. No trimestre, o resultado fechou em US$ 9,94.
As assinaturas da publicação impressa, contudo, caíram: passaram de 580 mil no segundo trimestre de 2025 para 550 mil na última divulgação de resultados.
Licenciamentos, afiliados e outras categorias encararam um aumento modesto de 7,1%, chegando a US$ 75,5 milhões. A justificativa do NYT é o aumento da receita de indicações de afiliados no Wirecutter, seu site de recomendação de produtos.
Em termos de anúncios, a publicação assistiu ao crescimento de 20,7% na receita com publicidade digital (US$ 114 milhões). Há um otimismo para que esse número suba entre 15% e 20% no próximo trimestre.
Nos últimos três meses, a empresa enfrentou maiores despesas com custos de marketing, bem como em remuneração e benefícios, o que levou a um aumento de 10% nos custos operacionais, chegando a US$ 607,2 milhões.
