Lojas Imersivas | Ep 2: Impacto nos negócios
No segundo episódio da série, executivos da Riachuelo, Magalu Ads e C&A revelam como essas lojas podem, de fato, converter
Apesar de bonitas e conceituais, a finalidade das lojas imersivas vai muito além da estética. Muitas delas servem para comunicar a história, cultura e valores de uma marca. Mas, no fim do dia, o objetivo central é a conversão.
Por conta de estruturas arquitetônicas diferenciadas e jornadas omnichannel integradas, esse tipo de loja acaba, inclusive, convertendo melhor que o esperado. Foi isso que aconteceu com a Riachuelo, por exemplo. A pop-up store temporária da marca, inaugurada em dezembro de 2025, na Rua dos Pinheiros, em São Paulo, apresentou um incremento de 140% nas vendas além do que estava previsto.
No segundo episódio da série Lojas Imersivas, Ana Martins, diretora de comunicação da marca, Celia Goldstein, diretora do Magalu Ads, e Fernando Brossi, vice-presidente de operações da C&A, ressaltam como as experiências em lojas imersivas podem, de fato, converter.