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Nicholas Bergantin assume comando criativo da Africa Creative

i 10 de agosto de 2026 - 12h15

Nicholas Bergantin passa a dividir a liderança de toda a área de criação da agência com o copresidente Sérgio Gordilho

Nicholas Bergantin passa a dividir a liderança de toda a área de criação da agência com o copresidente Sérgio Gordilho (Crédito: Arthur Nobre)

Nicholas Bergantin passa a comandar toda a área de criação da Africa Creative ao lado do fundador e copresidente Sérgio Gordilho. Bergantin está em segunda passagem pela agência desde 2023, tendo sido promovido a CCO em 2024.

Desde então, a área criativa da Africa estava dividida em três grandes grupos, cada um com seu CCO. Agora, a agência adota um modelo mais unificado, com toda a área respondendo a Gordilho e Bergantin. “Dividida em três, a informação não fluía. Vamos unificar”, conta Gordilho, que, na área criativa comanda 130 pessoas e 560 em toda a agência, ao lado do copresidente Marcio Santoro.

Com a saída da dupla Rog & Pretto, além de Gordilho e Bergantin o único profissional que mantém o cargo de CCO é Angerson Vieira, cujo foco é a conta do Itaú.

Segundo Gordilho, a escolha de Bergantin para a liderança criativa da agência está ligada a dois pontos principais: tecnologia e internacionalização. “Para atuar globalmente, uma agência brasileira precisa estar preparada e ter respostas ao que está acontecendo com as novas tecnologias e a inteligência artificial”, diz. Criação da agência, o filme “The Big Drop” foi produzido com o uso de IA e veiculado em diversos países no período pré-Copa.

De acordo com o copresidente, a Africa Creative já tem estruturadas presenças na China e em Nova York. A operação norte-americana foi batizada de Baobab e é liderada do Brasil por Bergantin, que lá atuou como diretor de criação da Anomaly, em Los Angeles, por um ano e meio, entre suas duas passagens pela Africa. A Baobab está atualmente dedicada ao atendimento da plataforma global de música da Budweiser. Em Xangai, a agência conta com o diretor-executivo de criação global Rafael Freire, que já atuou no mercado chinês.

“O movimento atual tem relação com a ambição criativa global da Africa Creative, que tem uma cultura muito forte e uma estrutura que ajuda a desenvolver as grandes ideais”, frisa Bergantin.