Ampliando escopo, Aventura passa por rebranding
Empresa quer se posicionar além do teatro e do entretenimento musical investindo em arte e cultura
Aventura será a responsável pela gestão do Nubank Art Lab (Crédito: Divulgação)
A Aventura liderada por Aniela Jordan, sócia-diretora artística, Luiz Calainho, sócio-diretor de marketing e negócios, e de Giulia Jordan, sócia-diretora geral de venues, está passando por um rebranding após 18 anos de história no mercado de entretenimento no Brasil.
A modernização de sua marca, que será apresentada ao mercado nesta semana, parte de uma necessidade de “dialogar com as novas gerações, inspirar as empresas e transmitir a ideia de cultura como motor de desenvolvimento humano, social e econômico”.
Para isso, a companhia contou com um processo conduzido pela Tátil Design, que será a responsável por consolidar a marca como uma plataforma cultural plural, dialogando também com outras marcas e empresas.
Em meio a esse processo, a companhia vai ampliar o seu portfólio de ofertas de equipamentos culturais assumindo a gestão do Nubank Art Lab, espaço cultural e tecnológico localizado no Conjunto Nacional, em São Paulo, que terá salas multiuso, área gastronômica, gift shop e programação contínua.
“Estamos vivendo um esgarçamento das plataformas, das telas e dos ambientes digitais com toda a tecnologia. A arte e a cultura sempre serão soberanas e a experiencia física sempre vai superar a tecnologia”, explica Luiz Calainho.
Com isso, a proposta da Aventura é promover exposições e conteúdos imersivos trazendo um novo formato de entretenimento ao País.
Para isso, além de Nubank, o espaço contará com Motorola, Dexco, e On projeções, além dos investimentos capitais da companhia. “Investir em cultura, é investir no Brasil. É importante entender a arte como um vetor de crescimento”, completa Calainho.
Atualmente, a Aventura já gerencia espaços culturais importantes como Arena B3, BTG Pactual Hall, Teatro YouTube e Blue Note que recebe shows e gastronomia, em São Paulo, e o Teatro Riachuelo, Teatro TotalEnergias e Ecovilla Ri Happy, no Rio de Janeiro.
Além disso, a Aventura produziu musicais como “Elis, a Musical”, “A Noviça Rebelde”, “Sete”, “O Mágico de Oz”, “SamBRA”, “Chacrinha, o Musical”, “Romeu & Julieta – Ao som de Marisa Monte”, “Merlin e Arthur – Um Sonho de Liberdade”, o infantil “Zaquim”, o blockbuster internacional “Mamma Mia!”, e o clássico revolucionário “Hair”.
Investimento em cultura
Com essas produções, A receita da Aventura em 2025 foi de R$ 280 milhões, com um faturamento acumulado de mais de R$ 1 bilhão. A empresa recebeu o total de 4,3 milhões de espectadores em suas quase 50 apresentações produzidas.
Esses dados também se traduzem em impacto direto para a população, com a geração de 2,4 mil empregos diretos e mais de 18 mil empregos indiretos.
