Após proibição, bets falam aos clientes sobre saldos
Nas redes sociais, plataformas de apostas falam sobre a suspensão das atividades, a partir da MP, e orientam clientes a resgatarem os valores existentes nas contas

(Crédito: Shutterstock)
Já proibidas de receber novos aportes financeiros desde a noite de sexta-feira, 25, quando o Governo Federal publicou a Medida Provisória que proíbe a atuação das plataformas de apostas no País, as bets vêm usando seus perfis nas redes sociais para comunicar aos clientes a respeito do prazo para a retirada dos saldos existentes nas contas.
Por determinação do Governo, as empresas de apostas devem manter seus sites e páginas ativas apenas para que os clientes que, eventualmente, tenham crédito e saldo em suas contas, possam acessá-las para fazer o resgate dos valores.
De acordo com o texto da Medida Provisória, essa retirada de recursos pode ser feita, por parte dos clientes, até às 23h59 do dia 5 de outubro. Já a partir do dia 6, os sites e aplicativos das bets devem sair do ar e o eventual volume residual financeiro deverá ser comunicado ao Banco Central.
Já no sábado, 26, as plataformas de apostas interromperam as postagens e comunicação nas redes sociais e algumas delas fixaram um informativo a respeito do resgate do saldo e comunicando aos clientes que, por conta da Medida Provisória, suas atividades estavam temporariamente suspensas.
A Sportingbet escreveu, no post, que é uma “marca séria e responsável” e que seus clientes são sua “prioridade”. A empresa informa, ainda, que a funcionalidade de retirada dos valores das contas está disponível até 5 de outubro. Veja:
A Betnacional também postou um comunicado, informando ao público sobre a restrição e que o dinheiro está seguro nas contas para ser resgatado.
A Betsul também postou comunicado:
O último post da BetMGM também abordou a proibição e o resgate do saldo:
Outras plataformas de apostas não mencionaram a Medida Provisória e apenas suspenderam as postagens nas redes sociais após a publicação do Governo Federal. Antes, porém, essas empresas haviam destacado o comunicado, feito pelas entidades de jogos e apostas, manifestando-se contra a proibição. É o caso de Betano, Esportes da Sorte e Superbet:
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