Vevo faz 1 ano com estratégias para marcas
Plataforma de vídeos foca em projetos de branded content em parceria com artistas
A Vevo completa o primeiro ano de atuação no Brasil nesta quarta-feira, 14, e tem planos ambiciosos para o próximo exercício: ela quer criar mais projetos que unam músicas e marcas. Foi com essas estratégias que ela se tornou a segunda operação da empresa mais acessada no mundo, estando atrás apenas dos EUA e Reino Unido (empatadas).
A Vevo, que nasceu em acordo com as gravadoras Sony, EMI e Universal Music, tem uma forte proximidade com artistas e bandas. Mas uma das receitas de seu sucesso no Brasil foi ter investido em talentos nacionais. “Investimos bastante na produção de conteúdo próprio”, conta Fátima Pissarra, diretora-geral de operações da Vevo no País.
Nos planos para o segundo ano, a prioridade da empresa é estreitar as relações com agências e anunciantes para desenvolver diferentes projetos com música e artistas. “Nosso foco é desburocratizar a música dentro das agências”, diz. Como gerenciadora dos vídeos digitais de muitos artistas, a Vevo tem liberdade para trabalhar com eles e pensa em projetos que agreguem valor para ambas as partes.
Para isso foi criada uma house dentro da Vevo que cuida do desenvolvimento de projetos especiais com marcas e agências. Em 2012, o Itaú Uniclass promoveu um show com Lulu Santos. Alguns clientes assistiram ao vivo, mas a Vevo também transmitiu em live streaming, dentro do canal do artista na web.
Segundo Fátima, as marcas trabalham pouco com vídeos de web no Brasil. A diretora cita casos como a produção do clipe Great Times, de Will. I. Am, realizado com a Budweiser, e Sexy People, de Arianna e Pit Bull, com participação do Fiat 500 e da marca de alto-falantes Beats, como exemplos bem sucedidos e que podem ser produzidos também no Brasil com produtos nacionais.
A íntegra desta matéria está publicada na edição 1572, de 12 de agosto, exclusivamente para assinantes.
