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O Brasil é difícil de vender? | EP 1: o nosso audiovisual

Sócios e CEOs da Pródigo, e os sócios da Farra discorrem sobre os desafios e oportunidades do audiovisual brasileiro no mercado internacional

i 8 de outubro de 2026 - 19h44

O audiovisual brasileiro vive um momento de grande destaque internacional, impulsionado, principalmente, pelas conquistas históricas atingidas por longas-metragens.

O filme Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, por exemplo, levou para casa o Oscar de Melhor Filme Internacional em 2025, e O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, foi premiado em duas das três categorias em que concorria no Globo de Ouro 2026: Melhor Filme de Língua Não Inglesa e Melhor Ator em Filme de Drama, pela interpretação de Wagner Moura.

Por outro lado, historicamente, o audiovisual brasileiro enfrentou grandes barreiras de exportação, sendo a língua portuguesa uma das principais. O custo elevado de distribuição física também dificultava que as obras brasileiras chegassem às salas de cinema de outros países.

Esse cenário, no entanto, se transformou, principalmente com a chegada das plataformas de streaming, que revolucionaram a forma de consumo e distribuição de conteúdo nacional. Ao disponibilizar produções brasileiras de forma instantânea para centenas de países, com opções de áudio e legenda em vários idiomas, a tecnologia quebrou as antigas barreiras físicas e geográficas.

No episódio de estreia da série “O Brasil é difícil de vender?”, Beto Gauss e Francesco Civita, sócios e CEOs da Pródigo, e Guilherme Vieira e Guilherme Cintra, sócios da Farra, discutem as barreiras que ainda restringem a projeção internacional do audiovisual brasileiro, os avanços recentes do setor e os caminhos para ampliar sua presença no mercado global.