Por trás da fama: os negócios das celebridades
Cauã Reymond revela o que o motivou a investir na ReYou, Aceleraí e Biosphere, enquanto o CEO da FutureBrand São Paulo analisa como esses movimentos refletem uma mudança na forma de construir marcas
Tradicionalmente, a relação entre celebridades e marcas era baseada no uso direto da imagem da estrela, como garotos-propaganda, para impulsionar vendas.
No entanto, uma nova tendência está apontando no mercado: celebridades diversificando seus negócios por meio do investimento em empresas de diferentes segmentos, sem necessariamente vincular suas imagens a elas.
No cenário nacional, diversos artistas já adotaram essa estratégica. A atriz Deborah Secco, por exemplo, investiu na franquia de brechós Peça Rara; o ator Bruno Gagliasso diversificou seu portfólio com negócios que variam desde o setor de hotelaria até o de alimentação, com as pousadas Maria Bonita e Maria Flor, em Fernando de Noronha, e a pizzaria Forneria Gagliasso.
Já a apresentadora Sabrina Sato expandiu sua atuação para nichos ainda mais técnicos e distintos de sua carreira artística, apostando nos segmentos de odontologia e energia solar, com as empresas Rede Elétrica Solar e Odonto Special.
No cenário internacional, os músicos lideram esse movimento de expansão empresarial em setores variados. Harry Styles, por exemplo, investe no mercado de produtos eróticos, com a Pleasing; Shakira e Beyoncé identificaram oportunidades no concorrido ramo da beleza, com a Isima e Cécred, respectivamente; e Justin Bieber consolidou sua entrada no mercado de vestuário e acessórios, com a marca SKYLRK.
No vídeo desta semana, Cauã Reymond revela o que o motivou a investir na ReYou, Aceleraí e Biosphere, enquanto Ewerton Mokarzel, CEO e sócio da FutureBrand São Paulo, analisa como esses movimentos refletem uma mudança na forma de construir marcas.