Quais são os limites do naming rights?
Marcas entram no cenário das cidades, a fim de ampliar a visibilidade e gerar novos ativos de receita
As marcas estão entrando, cada vez mais, no dia a dia e no mapa das cidades. Elas aparecem no ingresso de shows, nas arquibancadas de estádios e até no trajeto de metrô para casa, ou mesmo em plataformas de navegação de mobilidade urbana.
Isso acontece, porque, com os naming rights, os anunciantes transformam espaços de circulação em pontos permanentes de contato com o público, se inserindo na rotina dos consumidores, não só com o nome, mas com ofertas e benefícios.
Exemplos recentes mostram como essa estratégia pode, não só, aumentar a visibilidade, mas também interferir em símbolos e lugares que já fazem parte da memória coletiva.
Danilo Cid, sócio e vice-presidente de criação da Ana Couto, agência de branding, e Humberto Cunha e Rafael Campello, ambos Group Creative Director na Wieden+Kennedy São Paulo, responsáveis pelo desenvolvimento da parceria de Uber com o clube mineiro Uberlândia, debatem os limites para as marcas utilizarem esse recurso.