Futebol

Endrick: Copa do Mundo, relação com marcas e futuro

Um dos escalados para a seleção brasileira, atleta tem parceria com marcas como New Balance, Sicob, Neosaldina e outras

i 28 de maio de 2026 - 11h46

Fora dos gramados, Endrick conquista a atenção de marcas e torcedores (Crédito: Divulgação)

Fora dos gramados, Endrick conquista a atenção de marcas e torcedores (Crédito: Divulgação)

Aos 19 anos, Endrick Felipe Moreira de Sousa é um dos nomes que representará o Brasil durante a Copa do Mundo Fifa, que começa no próximo dia 11 de junho. O atleta começou na base do Palmeiras, clube onde também estreou como profissional, conquistando títulos como Campeonato Brasileiro, Paulista e Supercopa.

Além do talento dentro dos gramados, o atacante é também um dos rostos de diversas marcas, com as quais tem uma parceria que gera identificação. Hoje, como atleta do Real Madrid, Endrick tem parceria com marcas como New Balance, Sicob, Neosaldina e outras.

Ao Meio & Mensagem, o jogador fala sobre como vem construindo essa relação e quais são seus planos para o futuro.

Construção da identidade comercial

“Algumas marcas me procuram por quem eu sou, mas quem eu sou não pode depender de nenhuma marca. Sobre a autonomia, nem sempre dá para participar da criação, mas o profissionalismo está em se adaptar ao que pedem, ao que planejaram. Se não é algo que desrespeita alguém, se diverte as pessoas, se não esconde algo delas, vou fazer com prazer.

Hoje vemos campanhas nas redes sociais, algo natural no nosso dia a dia. As vezes nem parece propaganda. Mas a comunicação tem que mostrar o que é mesmo bom, um produto, ou um serviço que a gente conhece pelo menos, que já provou. Quando dá para contar algo sobre a gente, é sempre melhor”.

Identificação com os torcedores

“A identificação com as pessoas vem do meu esforço como jogador. As pessoas gostam de quem se esforça no que faz. Os pés no chão dependem daquilo que é o meu trabalho principal. Se não estiver bem em campo, as campanhas vão afastar as pessoas do que eu estou anunciando. Não posso querer fazer bons comerciais antes ou mais do que fazer grandes jogos.

No futebol, só chamam para comerciais quem tem uma conexão com os torcedores, isso vem do campo. São poucos jogadores anunciando produtos, mas são muitos de quem os torcedores gostam. As campanhas são mais um jeito de se conectar, mas para um atleta nunca vão ser o principal”.