Globo debate narrativas negras no audiovisual
Festival Negritudes Globo tem três palcos simultâneos com nomes como Lázaro Ramos, Paulo Lins, Taís Araújo, Kenya Sade e Ad Júnior
Com inscrições abertas e gratuitas para participação do público, Globo promove Festival Negritudes em São Paulo.
Com debates sobre narrativas negras no audiovisual, tem a presença de nomes como Lázaro Ramos, Paulo Lins, Rita Batista, Taís Araújo, Tiago Rogero, Larissa Luz, Kenya Sade, Ad Júnior, Clayton Nascimento e Elisio Lopes.
O objetivo do Festival Negritudes Globo é trazer as narrativas negras do audiovisual para o centro da conversa, com trocas e fomento das conexões profissionais.
Dessa forma, o debate convida o público para se inspirar com iniciativas que estão movimentando o audiovisual, é gratuito, aberto ao público, e acontece dia 3 de outubro na Cinemateca de São Paulo.
As inscrições estão abertas através do site do evento: somos.globo/negritudes.
Na pauta, estão assuntos como processo criativo, presença negra nas telas, ancestralidade e afrofuturismo, música preta e desenvolvimento de talentos.
Assim, a estimativa é que cerca de três mil pessoas participem das mais de dez mesas de discussão em três palcos simultâneos, pocket shows, stand ups, mostra de documentários e premiere de filmes.
Mentoria de roteiros
Ademais, haverá espaço para mentorias de roteiros, uma parceria com o Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas para o Audiovisual da Globo (Lanani).
O Lanani é um processo de desenvolvimento para roteiristas que tem como objetivo abrir a porta do mercado para autores negros e indígenas.
De fato, o evento é uma evolução do Negritudes 2022, que foi realizado internamente na Globo e reuniu influenciadores, parceiros de negócios e do mercado.
Agora, com o apoio e patrocínio da Nivea, a Globo realiza o Festival e convida o público para participar da conversa, amplificando a discussão.
Ainda, o Festival Negritudes Globo é parte do Negritudes, plataforma da Globo criada para debater novas narrativas pretas no audiovisual.
Assim, por meio de rodas de conversas, em eventos e redes sociais, a ideia é se debater formas de se produzir mais conteúdo cultural sob a perspectiva de pessoas negras.