Pesquisa

30 profissionais mais influentes na comunicação e marketing

Estudo de Deck e Nexus destaca nomes da publicidade e da mídia e analisa mudanças na creator economy

i 21 de agosto de 2026 - 6h00

influentes

(Crédito: Chief Crow/Stock.adobe.com)

O estudo inédito “Pulso 2026/2027 – Influência Digital e Liderança”, desenvolvido pela consultoria de influência reputacional Deck em parceria com a empresa de inteligência analítica Nexus, ambas da FSB Holding, revela os 30 profissionais mais influentes do mercado de comunicação e marketing do Brasil.

A lista que não é um ranking, os nomes estão em ordem alfabética. Confira abaixo:

Ana Couto, CEO da Ana Couto;

André Siqueira, cofundador da RD Station;

Beatriz Guarezi, fundadora & CEO da Bits to Brands;

Bia Granja, fundadora da Creator Economy Rocks;

Camila Renaux, consultora de marketing, professora e palestrante;

Carlos Merigo, fundador do B9 e host do Braincast;

Carlos Scappini, cofundador e sócio Mynd e BillBoard;

Dener Lippert, fundador e CEO da V4 Company;

Diego Ivo, fundador e CEO da Conversion;

Eco Moliterno, CCO da Accenture Song Latam;

Eduardo Simon, CEO e chairman da Galeria Holding;

Erico Rocha, criador da Fórmula de Lançamento;

Fernando Miranda, CEO da Staage;

Guta Tolmasquim, fundador e CEO da Purple Metrics;

Hugo Rodrigues, ex-sócio da WMcCann;

Ícaro de Carvalho, fundador e CEO O Novo Mercado;

João Branco, professor e conselheiro;

José Salibi Neto, cofundador da HSM;

Leandro Ladeira Neiva, especialista em vendas no mercado de infoprodutos;

Mari Palma, jornalista, apresentadora da CNN e criadora de conteúdo;

Nizan Guanaes, fundador da N.ideias e consultor estratégico de CEOs;

Pedro Sobral, fundador da Agência C2G;

Pyr Marcondes, fundador da Macuco Tech Ventures;

Rafael Kiso, fundador e CMO na mLabs;

Rafael Rez, CMO na Web Estratégica;

Rafaela Chagas, fundadora do Seu Influencer;

Rafaela Lotto, CEO da YouPix;

Ricardo Silvestre, CEO da ERA e fundador da Black Influence;

Sergio Gordilho, sócio, copresidente e CCO da Africa Creative;

Vitor Peçanha, CMO da Xeque Mate Bebidas

A pesquisa também evidencia uma mudança estrutural no mercado da creator economy no Brasil: as marcas trocando creators de milhões de seguidores por executivos e PhDs. movimento que indica a priorização de legitimidade.

Nesse contexto, autoridade técnica e reputacional passaram a ocupar o espaço anteriormente dominado pela conversa com teor mais leve e de entretenimento.

Uma das principais descobertas da pesquisa é a ascensão de perfis técnicos — executivos, especialistas e acadêmicas
— nas estratégias das marcas. De acordo com o levantamento, 42% das vozes que movem os ponteiros são executivos de alta liderança. “O poder do porta-voz das companhias se mostrou muito equilibrado com o criador de conteúdo, se não mais”, pontua Pollyana Miranda, sócia e CEO da Deck.

Reputação corporativa

O relatório avaliou mais de 2 mil perfis para chegar à amostra final de 30 nomes mais influentes sob a perspectiva de reputação corporativa e técnica nos 21 setores mais estratégicos para o produto interno bruto brasileiro, como agronegócio, energia, finanças, inteligência artificial, saúde, telecomunicações, varejo e marketing e publicidade.

Inclusive, a pesquisa destaca que o segmento de marketing e publicidade é um dos que evolui mais rapidamente e que os influenciadores desta categoria atuam como difusores conhecimento, inovação e melhores práticas.

Nessa categoria há diferentes perfis, de criadores de conteúdo nativos sobre o segmento e que se consolidaram como marca.

Segundo o levantamento, a humanização das lideranças deixou de ser acessório para se tornar ativo indispensável de proteção de imagem e precificação de valor de mercado. O entretenimento puro também deu lugar à educação utilitária, na qual conteúdos com análises mais profundas, resolução de dores do setor e fundamentação técnica tem maior poder de conversão e engajamento qualificado.

Metodologia

O desenvolvimento do estudo para identificar a influência sob a perspectiva reputacional ocorreu em três etapas complementares.

A validação analítica considerou taxas de engajamento real, frequência, alcance e consistência temática. Já a segunda etapa envolveu um mapeamento qualitativo de convergência usando múltiplos LLMs. Por fim, a terceira etapa contou com curadoria e inteligência humana, focada em seis dimensões: afinidade, volume, engajamento qualificado, conteúdo, reputação e influência real.

Pollyana revela que três são os objetivos por trás do estudo: explicar para o mercado o conceito de influência institucional ou reputacional, servir como um mapa setorial para as empresas e demonstrar a maturidade do mercado de influência no Brasil.