30 profissionais mais influentes na comunicação e marketing
Estudo de Deck e Nexus destaca nomes da publicidade e da mídia e analisa mudanças na creator economy

(Crédito: Chief Crow/Stock.adobe.com)
O estudo inédito “Pulso 2026/2027 – Influência Digital e Liderança”, desenvolvido pela consultoria de influência reputacional Deck em parceria com a empresa de inteligência analítica Nexus, ambas da FSB Holding, revela os 30 profissionais mais influentes do mercado de comunicação e marketing do Brasil.
A lista que não é um ranking, os nomes estão em ordem alfabética. Confira abaixo:
Ana Couto, CEO da Ana Couto;
André Siqueira, cofundador da RD Station;
Beatriz Guarezi, fundadora & CEO da Bits to Brands;
Bia Granja, fundadora da Creator Economy Rocks;
Camila Renaux, consultora de marketing, professora e palestrante;
Carlos Merigo, fundador do B9 e host do Braincast;
Carlos Scappini, cofundador e sócio Mynd e BillBoard;
Dener Lippert, fundador e CEO da V4 Company;
Diego Ivo, fundador e CEO da Conversion;
Eco Moliterno, CCO da Accenture Song Latam;
Eduardo Simon, CEO e chairman da Galeria Holding;
Erico Rocha, criador da Fórmula de Lançamento;
Fernando Miranda, CEO da Staage;
Guta Tolmasquim, fundador e CEO da Purple Metrics;
Hugo Rodrigues, ex-sócio da WMcCann;
Ícaro de Carvalho, fundador e CEO O Novo Mercado;
João Branco, professor e conselheiro;
José Salibi Neto, cofundador da HSM;
Leandro Ladeira Neiva, especialista em vendas no mercado de infoprodutos;
Mari Palma, jornalista, apresentadora da CNN e criadora de conteúdo;
Nizan Guanaes, fundador da N.ideias e consultor estratégico de CEOs;
Pedro Sobral, fundador da Agência C2G;
Pyr Marcondes, fundador da Macuco Tech Ventures;
Rafael Kiso, fundador e CMO na mLabs;
Rafael Rez, CMO na Web Estratégica;
Rafaela Chagas, fundadora do Seu Influencer;
Rafaela Lotto, CEO da YouPix;
Ricardo Silvestre, CEO da ERA e fundador da Black Influence;
Sergio Gordilho, sócio, copresidente e CCO da Africa Creative;
Vitor Peçanha, CMO da Xeque Mate Bebidas
A pesquisa também evidencia uma mudança estrutural no mercado da creator economy no Brasil: as marcas trocando creators de milhões de seguidores por executivos e PhDs. movimento que indica a priorização de legitimidade.
Nesse contexto, autoridade técnica e reputacional passaram a ocupar o espaço anteriormente dominado pela conversa com teor mais leve e de entretenimento.
Uma das principais descobertas da pesquisa é a ascensão de perfis técnicos — executivos, especialistas e acadêmicas
— nas estratégias das marcas. De acordo com o levantamento, 42% das vozes que movem os ponteiros são executivos de alta liderança. “O poder do porta-voz das companhias se mostrou muito equilibrado com o criador de conteúdo, se não mais”, pontua Pollyana Miranda, sócia e CEO da Deck.
Reputação corporativa
O relatório avaliou mais de 2 mil perfis para chegar à amostra final de 30 nomes mais influentes sob a perspectiva de reputação corporativa e técnica nos 21 setores mais estratégicos para o produto interno bruto brasileiro, como agronegócio, energia, finanças, inteligência artificial, saúde, telecomunicações, varejo e marketing e publicidade.
Inclusive, a pesquisa destaca que o segmento de marketing e publicidade é um dos que evolui mais rapidamente e que os influenciadores desta categoria atuam como difusores conhecimento, inovação e melhores práticas.
Nessa categoria há diferentes perfis, de criadores de conteúdo nativos sobre o segmento e que se consolidaram como marca.
Segundo o levantamento, a humanização das lideranças deixou de ser acessório para se tornar ativo indispensável de proteção de imagem e precificação de valor de mercado. O entretenimento puro também deu lugar à educação utilitária, na qual conteúdos com análises mais profundas, resolução de dores do setor e fundamentação técnica tem maior poder de conversão e engajamento qualificado.
Metodologia
O desenvolvimento do estudo para identificar a influência sob a perspectiva reputacional ocorreu em três etapas complementares.
A validação analítica considerou taxas de engajamento real, frequência, alcance e consistência temática. Já a segunda etapa envolveu um mapeamento qualitativo de convergência usando múltiplos LLMs. Por fim, a terceira etapa contou com curadoria e inteligência humana, focada em seis dimensões: afinidade, volume, engajamento qualificado, conteúdo, reputação e influência real.
Pollyana revela que três são os objetivos por trás do estudo: explicar para o mercado o conceito de influência institucional ou reputacional, servir como um mapa setorial para as empresas e demonstrar a maturidade do mercado de influência no Brasil.