Vídeo é uma conexão emocional

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Vídeo é uma conexão emocional

Graças ao smartphone, o formato se tornou a principal estrela na conexão com os consumidores


31 de julho de 2019 - 11h11

 

A TV está ligada, mas seus olhos estão na tela do seu celular. Talvez você está na fila do supermercado e começa a rir de um vídeo compartilhado por WhatsApp e antes de ir dormir, a última coisa que você vê é um vídeo de como conquistar algumas vidas nesse jogo que você está preso há algumas semanas.

Os vídeos mobile fazem parte da vida de todos. Tornamos uma publicidade interessante em um viral com apenas alguns cliques. Não é por acaso que um adulto presta duas vezes mais atenção em um vídeo no seu telefone do que na sua televisão. Por que isso? Porque o smartphone se tornou a ferramenta ideal para comprar, vender, entreter e aprender deste milênio.

O que isso significa para uma marca? As marcas têm que se ajustar ao comportamento do consumidor atual para ganhar sua atenção. Assim, é necessário traçar estratégias que irão levantar o perfil da persona por trás dessas telas. Os formatos diversos, visando a preferência da persona, irá consolidar uma interação mais assertiva, com linguagem customizada para maximizar a compatibilidade da marca com o seu público alvo nas pequenas telas.

Vídeo vertical é a nova estrela de todos os anúncios. Esta é uma combinação de vários fatores. Mais de 90% do tempo nós estamos navegando em nosso telefone, scrollando verticalmente. Se tropeçamos em um vídeo de formato horizontal, assistimos algo pequeno e, assim, perdemos alguns detalhes. Por isso, quando em um site ou aplicativo, o vídeo deveria estar posicionado verticalmente, não havendo necessidade de virar o celular para assisti-lo e aumentando o engajamento e sua visualização integral. Esse é um dos principais fatores do sucesso das várias “stories” das redes sociais, e é por isso que a publicidade não pode e não deve falar uma linguagem diferente.

Essa busca para a melhor linguagem promoveu o ambiente in-app como mobile friendly por excelência, permitindo aproveitar mais da linguagem vertical assim como priorizar métricas como brand safety e viewability. Isso porque o aplicativo é livre dos conteúdos imprevistos presentes na world wide web, assim como do risco de poluição do layout dos publishers.

De acordo com o último levantamento da eMarketer em novembro de 2018, a América Latina está em 4º lugar na penetração geral de vídeo, com 45,9%. Quanto a formatos, vídeo ficou em terceiro lugar, com 12,6%, muito acima dos formatos tradicionais de mídia.

Investir em vídeo mobile é criar e nutrir uma conexão emocional com o usuário, já que a tela do celular pressupõe uma certa privacidade. Afinal ninguém gosta de compartilhar essa telinha com outra pessoa

Investir em vídeo mobile é criar e nutrir uma conexão emocional com o usuário, já que a tela do celular pressupõe uma certa privacidade. Afinal ninguém gosta de compartilhar essa telinha com outra pessoa. Em geral, o que vemos no nosso telefone, é um conteúdo “solitário” e é isso faz que seja o que realmente queremos ver, não é?

Não é por acaso que muitas empresas já apostaram em aprimorar suas estratégias transformando-as em ecossistemas mobile. De acordo com um estudo da Warc – Global Advertising Trends, que analisou 96 mercados, mostra que dos 800 profissionais pesquisados, 71% esperam um aumento nos orçamentos mobiles este ano, aumentando três vezes mais até 2022. Esse crescimento também tem a ver com o nascimento da nova geração de velocidade das redes móveis que permitirá ver vídeos com qualidade e velocidade superiores à atual em qualquer lugar.

*Crédito da foto no alto: Stevan Ovicigor/ iStock

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