Conheça os naming rights dos estádios brasileiros
Marcas aproveitam destaque oferecido nas arenas para se conectar com torcedores, enquanto clubes fecham contratos milionários

Nubank se torna detentora dos naming rights do estádio do Palmeiras (Crédito: Divulgação)
Na última sexta-feira, 10, o Nubank oficializou a compra dos naming rights do estádio do Palmeiras, que até então se chama Allianz Parque, em um acordo fechado com a Allianz Seguros em 2014.
O anúncio gerou comentários, especialmente a respeito dos valores investidos pela instituição financeira que, de acordo com a imprensa esportiva, gira em torno de US$ 10 milhões por ano, com um contrato de duração até 2044, fazendo com que esse seja um dos mais valiosos do mercado na atualidade.
Com o primeiro naming rights da arena do Palmeiras não foi diferente. Embora esse não seja o pioneiro entre os nomes de estádio – tendo em vista que o primeiro contrato foi assinado entre o Atlhetico Paranaense em 2005 transformando a Arena da Baixada em Kyocera Arena – a Allianz chegava anos depois como o contrato mais valioso, que garantiria ao clube alviverde cerca de R$ 300 milhões em 10 anos.
Naming rights pelo Brasil
Anos depois dessa negocição, essa forma de patrocínio se expandiu, chegando a seis clubes da Série A do Brasileirão e três da Série B, com menções aos estádios de apoios – que não pertencem a clubes, mas que recebem jogos – Mercado Livre Arena Pacaembu, que tem um contrato com a plataforma de e-commerce de R$ 1 bilhão por ano, Arena BRB Mané Garrincha, no valor de R$ 2,5 milhões por ano e Casa de Apostas Arena das Dunas, com R$ 1,2 milhão por ano.
Além dessas, a Crefisa, é detentora dos naming rights da Arena Barueri, estádio localizado em São Paulo que serve de apoio para os jogos do Palmeiras. Nesse caso, a mudança de nome e o acordo de nomeação do estádio ocorreram após um aporte da Crefipar, empesa de gestão da presidente Leila Pereira, de R$ 70 milhões para uma repaginação da estrutura.
Conheça a lista de nomes de estádios:
Série A
- Atlético Mineiro – Arena MRV – R$ 7,18 milhões por ano;
- Athletico Paranaense – Ligga Arena – R$ 13 milhões por ano;
- Corinthians – Neo Química Arena – R$ 15 milhões por ano;
- Palmeiras – Nubank (ainda sem nome definido) – US$ 10 milhões por ano;
- Santos – Vila Viva a Sorte – R$ 15 milhões por ano;
- São Paulo – Morumbis – R$ 25 milhões por ano;
Série B
- Athletic – Arena Sicredi – Valores não divulgados;
- Botafogo – SP – Arena Nicnet – R$ 1,2 por ano;
- Náutico – Estádio Esportes da Sorte Aflitos – R$ 9,6 milhões no total;

