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Conheça os naming rights dos estádios brasileiros

Marcas aproveitam destaque oferecido nas arenas para se conectar com torcedores, enquanto clubes fecham contratos milionários

i 14 de abril de 2026 - 11h49

Nubank se torna detentora dos naming rights do estádio do Palmeiras (Crédito: Divulgação)

Nubank se torna detentora dos naming rights do estádio do Palmeiras (Crédito: Divulgação)

Na última sexta-feira, 10, o Nubank oficializou a compra dos naming rights do estádio do Palmeiras, que até então se chama Allianz Parque, em um acordo fechado com a Allianz Seguros em 2014.

O anúncio gerou comentários, especialmente a respeito dos valores investidos pela instituição financeira que, de acordo com a imprensa esportiva, gira em torno de US$ 10 milhões por ano, com um contrato de duração até 2044, fazendo com que esse seja um dos mais valiosos do mercado na atualidade.

Com o primeiro naming rights da arena do Palmeiras não foi diferente. Embora esse não seja o pioneiro entre os nomes de estádio – tendo em vista que o primeiro contrato foi assinado entre o Atlhetico Paranaense em 2005 transformando a Arena da Baixada em Kyocera Arena – a Allianz chegava anos depois como o contrato mais valioso, que garantiria ao clube alviverde cerca de R$ 300 milhões em 10 anos.

Naming rights pelo Brasil

Anos depois dessa negocição, essa forma de patrocínio se expandiu, chegando a seis clubes da Série A do Brasileirão e três da Série B, com menções aos estádios de apoios – que não pertencem a clubes, mas que recebem jogos – Mercado Livre Arena Pacaembu, que tem um contrato com a plataforma de e-commerce de R$ 1 bilhão por ano, Arena BRB Mané Garrincha, no valor de R$ 2,5 milhões por ano e Casa de Apostas Arena das Dunas, com R$ 1,2 milhão por ano.

Além dessas, a Crefisa, é detentora dos naming rights da Arena Barueri, estádio localizado em São Paulo que serve de apoio para os jogos do Palmeiras. Nesse caso, a mudança de nome e o acordo de nomeação do estádio ocorreram após um aporte da Crefipar, empesa de gestão da presidente Leila Pereira, de R$ 70 milhões para uma repaginação da estrutura.

Conheça a lista de nomes de estádios:

Série A

  • Atlético Mineiro – Arena MRV – R$ 7,18 milhões por ano;
  • Athletico Paranaense – Ligga Arena – R$ 13 milhões por ano;
  • Corinthians – Neo Química Arena – R$ 15 milhões por ano;
  • Palmeiras – Nubank (ainda sem nome definido) – US$ 10 milhões por ano;
  • Santos – Vila Viva a Sorte – R$ 15 milhões por ano;
  • São Paulo – Morumbis – R$ 25 milhões por ano;

Série B

  • Athletic – Arena Sicredi – Valores não divulgados;
  • Botafogo – SP – Arena Nicnet – R$ 1,2 por ano;
  • Náutico – Estádio Esportes da Sorte Aflitos – R$ 9,6 milhões no total;