Alimentos e beleza lideram engajamento sobre GLP-1 nas redes
Levantamento da Winnin releva crescimento de mais de 96% no volume de vídeos com #GLP1Community em três anos
Enquanto a oferta de canetas emagrecedoras avança no Brasil, a Winnin desenvolveu uma pesquisa para entender como esse tema tem ocupado as redes sociais. O levantamento acompanhou um universo de dados de mais de 233 mil vídeos, assim como conversas e questionários online, nos últimos três anos.

Levantamento analisou universo de mais de 233 mil vídeos (Crédito: Lana-Pietukhova-AdobeStock)
Nesse período, os conteúdos com a hashtag #GLP1Community, usada para compartilhar experiências sobre o tratamento, cresceu 96% em volume de vídeos e 42% em engajamento. O impacto extrapola o universo farmacêutico.
De acordo com os dados, 40% do engajamento está relacionado a categorias como comidas e bebidas (19,5%), beleza e moda (8,1%), exercício e bem-estar (8%) e finanças (3,9%). No conteúdo, 31,8% da audiência é homem e o maior interesse é do público entre 25 e 34 anos.
Quando o assunto são os efeitos colaterais e as principais dores relacionadas ao GLP-1, os conteúdos mais presentes são o envelhecimento da pele e perda de colágeno (23,3%), perda de volume facial (14,5%), preservação muscular e hipertrofia (14,3%), os efeitos psicológicos e emocionais (13,2%) e os platôs de perda de peso e o efeito rebote (12,1%).
Porém, quando a análise é por engajamento nos tópicos, o assunto que liderou o ranking foi o mau hálito, seguido por padrões de beleza, preservação muscular e envelhecimento da pele e perda de colágeno.
O estudo também faz uma associação entre o movimento do GLP-1 e avanço do engajamento com produtos que envolvem fibras, whey protein, peptídeos e colágeno. O mercado tem respondido a essa demanda com um investimento massivo no segmento de proteicos.