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Da escala à eficiência: a virada da mídia programática

MiQ inaugura na América Latina uma abordagem que combina IA, dados granulares, SPO e consultoria para deslocar a gestão de investimento em mídia para o centro da decisão de negócio

Uma estratégia de mídia programática precisa ser determinante para o objetivo de negócio do anunciante. Essa é a premissa do modelo de performance. Para garantir essa relevância, entretanto, é necessária uma postura agnóstica em relação às ferramentas e plataformas — livre de preferências, sustentada por teste constante e por arcabouço técnico robusto que assegure a execução estratégica das campanhas. Após consolidar, em 15 anos de atuação nos principais mercados internacionais, um modelo que combina tecnologia, ciência de dados e consultoria, a MiQ trouxe essa abordagem para a América Latina em maio.

A companhia utiliza dados em nível de log (log-level data, que permite granularidade de leitura), inteligência artificial (IA) e estratégias de supply path optimization (SPO), que reduzem desperdício no caminho de compra do inventário, conectando audiências e maximizando retorno mensurável. Há, ainda, uma camada humana que traduz a complexidade tecnológica em decisões de negócio claras. Dentro desse ecossistema, a MiQ desenvolveu a Sigma, ferramenta de IA voltada para traders de programática que maximiza o alcance qualificado e otimiza campanhas em tempo real.

O plano é expandir essa infraestrutura para o Brasil, México e Colômbia, construindo relações de confiança com agências e anunciantes e consolidando a companhia como referência em inteligência de mídia e orquestração omnicanal. “A América Latina vive um forte crescimento no digital e uma demanda crescente por mais transparência e eficiência. Este é o momento ideal para trazer o modelo comprovado da MiQ e adaptá-lo às necessidades locais. A maturidade dos anunciantes e agências na região permite elevar o nível de sofisticação da compra programática e gerar valor de forma rápida e sustentável”, afirma Eric Tourtel, CEO da MiQ América Latina. No continente, a liderança da companhia ainda inclui Charlie Alvarez, vice-presidente sênior de estratégia e parcerias; Camilo Salah, vice-presidente de marketing; e Rossana Zapellini, diretora de trading.

No curto prazo, além de ampliar presença no continente, a MiQ quer reverter a percepção de baixa qualidade atribuída ao mercado programático por maus atores, ao mesmo tempo em que prepara a entrada em Chile, Peru e Argentina.

Executivos MiQ

Da esquerda para a direita: Guilherme Assumpção, managing director da MiQ Brasil; Maggie Anchorena, sales manager senior da MiQ Brasil; Henrique de Paula, sales manager da MiQ Brasil; e Renan Martins, account manager da MiQ Brasil

Arquiteto para transformar dados em negócio

A atuação da MiQ parte de três bases: confiança no que é veiculado, eficiência do investimento e visão estratégica conectada ao resultado do cliente. Para isso, aplica soluções de SPO que reduzem investimento e melhoram conversão, além de empregar inteligência artificial e análise preditiva em campanhas em TV conectada (CTV) e vídeo digital. Todas as soluções operam em regime de teste contínuo, um ciclo de aprendizado estruturado em que cada rodada informa a próxima. O foco se desloca de métricas tradicionais, como cliques ou visualizações, para indicadores que importam ao conselho executivo: custo por aquisição (CPA), valor do tempo de vida do cliente (LTV), geração de leads qualificados e sell-out.

“Na prática, começamos alinhando o norte do cliente e os indicadores-chave de desempenho (KPIs) que realmente levam até lá. Depois, montamos a arquitetura de medição do jeito certo — eventos consistentes, taxonomia de conversões e deduplicação — e garantimos o uso correto de pixels de conversão como ferramenta essencial para atribuição confiável”, explica Guilherme Assumpção, managing director da MiQ Brasil.

SPO e CTV transformam mídia programática em resultado
Estratégia redesenhada por MiQ e Dentsu para montadora de carros de luxo reduz massa de alcance, elimina sobreposição e amplia taxa de visualização para 89,7%

Uma montadora de carros de luxo recorreu à MiQ, após se frustrar com um desenho de mídia rígido, concentrado em TV linear, com forte sobreposição de audiência e baixa conversão no ponto de decisão. Em parceria com a Dentsu, a companhia reestruturou a estratégia com TV conectada (CTV) e YouTube, definindo um público-alvo qualificado e aplicando supply path optimization para eliminar sobreposições e redistribuir frequência ao longo de toda a jornada. O novo arranjo reduziu o alcance para 1,9 milhão de consumidores — 4,2 milhões a menos do que no modelo anterior —, mas elevou a taxa de visualização completa para 89,7%, muito acima do benchmark de 50%, direcionando tráfego efetivo às concessionárias e provando que eficiência e profundidade de impacto superam volume bruto.

Parcerias de alta performance e o papel da IA

A estrutura tecnológica da MiQ é alimentada por uma rede de 26 escritórios globais e mais de 300 provedores de log-level data, que sustentam audiências qualificadas e supply paths otimizados. Em vídeo e CTV, a empresa utiliza reconhecimento automático de conteúdo (ACR) para medir exposição em tempo real e orquestrar campanhas, somando parcerias globais que destravam acesso e formatos exclusivos — como o YouTube Activation Partners Program.

Esse ciclo se fecha com a Sigma, lançada em junho de 2025, em Cannes: uma camada de IA generativa — baseada em modelos como ChatGPT, Claude e Gemini —, que processa 700 trilhões de sinais mensais e comprime 15 anos de aprendizado em programática para acelerar insights, ativação e otimização. “A resultante desse esforço é a combinação de escala, dados granulares, inventário qualificado e IA aplicada para romper a saturação e entregar resultado de negócio”, diz Assumpção.