COMPORTAMENTO
Geração Z Redes Sociais

Geração Z: o que mudou na relação com as redes sociais?

GenZ se organiza em microcomunidades e equilibra uso das telas com revisão dos rituais online

i 17 de setembro de 2026 - 18h43

Nascida a partir do final dos anos 1990 (1996-1997) até 2010, a Geração Z acompanhou a ascensão das redes sociais, dos smartphones e abriga os primeiros nativos digitais. Mais do que uma plataforma de comunicação, na GenZ, as redes sociais funcionam como uma infraestrutura da vida cotidiana.

“Um boomer, um millennial, tinham quase um cerceamento. Você se pareava dentro dos grupos de quem estava na sua escola, na universidade. Para a GenZ, com a globalização massiva, eles conseguem trazer isso para um outro ponto de vista a partir das paixões pessoais”, aponta Francisco Formagio, creative strategist da Box1824.

Em contrapartida, essa mesma Geração inaugura uma visão crítica sobre a exposição online e o excesso das telas. Eric Messa, coordenador do programa Business Communication and Media da FAAP, explica: “A Geração Z é uma geração que, inclusive, usa as redes sociais mais para consumir do que para se expor, para publicar. Já por conta dessa visão crítica dos males do excesso de exposição”, explica

O segundo episódio da série Desmistificando a Geração Z investiga, ainda, como essa relação afeta a descoberta de novas marcas e o consumo. “A jornada do contato de marca nas redes sociais para a Geração Z é diferente. É muito mais ativa do que passiva”, defende Adriana Favaro, vice-presidente de negócios do Ibope.