Elo inova para democratizar os meios de pagamentos digitais

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Elo inova para democratizar os meios de pagamentos digitais

Empresa usa sua experiência em tecnologia para lançar produtos e soluções que tragam praticidade, segurança e acesso para os clientes


2 de julho de 2021 - 15h20

A pandemia colocou um holofote sobre os meios de pagamentos digitais e as novas tecnologias oferecidas por esse mercado. No período, o uso de cartão para compras no e-commerce e aplicativos, e as transações por aproximação (NFC) e por QR Code, aceleraram a disputa com o dinheiro e o boleto. As operações sem contato físico com o terminal, por exemplo, cresceram 469% em 2020, na comparação com o ano anterior, segundo a Associação Brasileira de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). Atenta a essa movimentação e ao futuro do setor, a Elo vem inovando para liderar a democratização e a adoção de pagamentos digitais em todo o País, ao lado de seus parceiros estratégicos.

“O objetivo da Elo é desenvolver produtos, soluções e tecnologias que tornem a experiência de pagamento mais fluída, fácil e segura para nossos clientes”, afirma o diretor de produtos e inovação da Elo, Felipe Maffei. Um exemplo dessa atuação foi a criação do Hub QR Code Elo, no ano passado, para atender à Caixa Econômica Federal no início da pandemia e que resultou no desenvolvimento de uma solução de QR Code pioneira no Brasil (veja box).

QR Code pioneira no Brasil

Mudança de hábito
O executivo conta que o processo de digitalização no mercado já vinha evoluindo, mas ganhou fôlego ao longo de 2020 e neste ano. “As mudanças de comportamento e o crescimento que acompanhamos nas transações digitais são tendências irreversíveis. Mesmo com a superação dessa fase, com o comércio voltando ao normal e a população sendo vacinada, o uso dessas soluções continuará, já que oferecem uma experiência de pagamento mais prática e simples para os consumidores. Uma vez que a pessoa testa e se sente confortável, ela mantém o hábito”, avalia Maffei. O diretor afirma que o objetivo da Elo é oferecer o maior número de soluções e tecnologias de pagamento possíveis, para que o cliente escolha a que lhe atende melhor.

Dentre os destaques em termos de crescimento ao longo deste período, estão as compras on-line (no comércio eletrônico em geral e aplicativos como os de delivery e de streaming), pagamentos por aproximação (NFC) e com QR code. Essa última tecnologia, aliás, é uma das principais apostas da Elo. “Ela tem um caráter de democratização de meios eletrônicos de pagamento que eventualmente outras não possuem. Qualquer celular que tire foto possibilita o pagamento via QR code, o que permite que praticamente todas as camadas da população tenham acesso à tecnologia”, afirma. Embora tenha sido desenvolvida para uma demanda específica, a solução da Elo vem ganhando relevância tanto do lado dos consumidores, quanto dos emissores, de empresas financeiras e de fintechs. Atualmente, cinco instituições financeiras estão conectadas ao Hub QR Code Elo, ao lado de 13 credenciadores e 8 milhões de pontos de venda.

Felipe Maffei (acima) avalia que as mudanças de hábito do consumidor e o aumento das transações on-line são tendências irreversíveis

Felipe Maffei (acima) avalia que as mudanças de hábito do consumidor
e o aumento das transações on-line são tendências irreversíveis

Outra forma de pagamento que cresceu de maneira expressiva foi a por aproximação. Além do incremento de 469% em 2020 ante 2019, esse tipo de transação aumentou 372% no primeiro trimestre de 2021 em comparação com o mesmo período do ano anterior. “Essa tecnologia tem uma cama- da de proteção extra porque evita o conta- to físico com o aparelho. Ela facilita a vida das pessoas, é prática e se tornou um hábito que dificilmente tem volta”, comenta o executivo. Paralelamente, a Elo trabalha com NFC na área de mobilidade. A empresa já oferece para os clientes a possibilidade de pagamento por aproximação em ônibus, metrô, trens e em pedágios em diversas cidades brasileiras.

Novos produtos
Para este semestre, a Elo prepara o lançamento de soluções de pagamento por meio de redes sociais, com o intuito de ampliar sua gama de serviços a seus clientes. Além disso, a empresa expandirá a oferta de ferramentas de segurança e prevenção para companhias que operam com PIX – e, em breve, iniciará a disponibilização de soluções com foco em open banking. “Como uma empresa de tecnologia, a Elo possui know-how e plataformas que são extremamente adaptáveis para contribuir com ambiente de pagamentos instantâneos e de open finance como um todo”, finaliza o diretor.

Criado em prazo recorde QR code ganha adeptos em todas as pontas

Dezoito dias. Esse foi o tempo entre a reunião inicial e a primeira transação com QR code feita com a solução criada pela Elo para a Caixa Econômica Federal no início da pandemia, no ano passado. A tecnologia, que oferece um código dinâmico a cada operação, foi desenvolvida para que a população que recebeu o auxílio emergencial pudesse fazer compras presencialmente em comércios em todo o País, sem a necessidade de saque. O objetivo principal era reduzir as filas e a aglomeração para retirada do benefício em dinheiro nas agências da Caixa ou lotéricas. “Foi uma grande inovação já que essa solução não existia no Brasil. Em pouco mais de duas semanas, oferecemos a milhões de brasileiros a possibilidade de pagamento por QR code em oito milhões de estabelecimentos que tinham as maquininhas habilitadas”, diz o diretor de produto e inovação da Elo, Felipe Maffei.

A tecnologia, inicialmente oferecida no aplicativo da Caixa Tem, foi totalmente criada pelo time da Elo. Maffei conta que, ao mesmo tempo que exigiu muita agilidade, o trabalho foi complexo porque envolveu a atuação com diversas áreas da Caixa, com o Banco Central, para regularizar esse tipo de operação, e com todos os credenciadores para habilitar a solução nos pontos de venda. “Hoje, já processamos mais de 130 milhões de transações via QR Code, o que significa que as pessoas perceberam a tecnologia como uma vantagem e um meio de pagamento prático e seguro”, afirma o executivo, ao acrescentar que a movimentação com QR code já soma R$ 16 bilhões.

Segundo o diretor, outro processo in- tenso foi a comunicação da nova solução para a população e os comerciantes, já que se tratava de uma tecnologia pouco utilizada no País. Juntamente com a Caixa, a Elo realizou um trabalho educacional para os consumidores com passo a passo em vídeo e mensagens no aplicativo, além de sinalização no ponto de venda. Já com os estabelecimentos comerciais, a parceria foi com as credenciadoras, que visitaram os locais para treinar os profissionais e explicar o funcionamento do pagamento por QR code. “Tanto na ponta do beneficiário quanto do comércio, a solução foi rapidamente absorvida. É uma experiência fácil, bastante simples, mas que necessitou de um trabalho educacional”, conta Maffei.

Atualmente, além da Caixa, quatro instituições financeiras estão conectadas ao Hub QR Code Elo, ao lado de 13 credencia- dores e 8 milhões de pontos de venda. “O começo foi para uma demanda específica da Caixa, mas a população em geral vem percebendo valor na tecnologia, fazendo o QR code se firmar, cada vez mais, como uma opção de meio de pagamento digital”, finaliza o executivo.

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