Publicidade online exige parceiros especializados e versáteis

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Publicidade online exige parceiros especializados e versáteis

Com inteligência de dados, plataformas próprias de ads e insights destacam-se por concentrar serviços exclusivos e integrados

A Hands Mobile busca construir uma relação de coleta de dados transparente e benéfica para o usuário



20 de julho de 2021 - 21h30

A mídia programática, cada vez mais, consolida seu lugar cativo nas estratégias de marketing digital de anunciantes brasileiros, desde os pequenos até os gigantes. Ao trazer ganhos em assertividade, escala e entrega, os formatos convencionais de impacto, como sites, aplicativos, smart TVs, áudios e out-of-home, convivem em harmonia com novas possibilidades e soluções, que despontam em meio ao aumento de players no ecossistema.

Ao empurrar consumidores e empresas para o universo online, a pandemia da Covid-19 trouxe ainda mais audiências e marcas para a mídia programática, o que exige alta especialização para atuar em frentes como os dispositivos móveis. Os efeitos serão perenes: após a pandemia, mais da metade (52%) dos brasileiros pretende fazer um maior número de compras online e passar mais horas por dia na internet, de acordo com pesquisa da IDC. Realizado no ano passado, o estudo ouviu três mil consumidores da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru, para entender como a quarentena modificou comportamentos na América Latina.

O mercado publicitário também aumenta suas apostas no digital. A previsão, para 2021, é de expansão nos investimentos em anúncios digitais e no marketing de influência, segundo levantamento do IAB Brasil e da Nielsen sobre os impactos da pandemia na publicidade, feito com 167 entrevistados de anunciantes, agências, veículos, adtechs e outros, no último bimestre de 2020. Com mais concorrência nos formatos online, o mercado é obrigado a investir mais e melhor.

 

De acordo com levantamento do IAB Brasil e da Nielsen, a previsão, para 2021, é de expansão nos investimentos em anúncios digitais e no marketing de influência

As leis de proteção de dados e políticas de privacidade, sobretudo no mobile, evidenciam mudanças substanciais na publicidade. O setor já se prepara para a modificação, ou até mesmo extinção, dos cookies, o que ocasionará grande transformação nos inventários e impulsionará o crescimento do uso de segmentações baseadas em contexto, com dados obtidos por meio de consentimento total do usuário.

“A alta migração para a mídia programática trouxe a comoditização dos formatos, o que vai contra o desafio das marcas se destacarem. Com vários concorrentes acessando as mesmas audiências e formatos, com a mesma capacidade de ativação, a chance de virar paisagem é muito grande”, analisa João Carvalho, CEO da Hands Mobile, empresa brasileira independente de mobile ads e insights. Com a evolução contínua do mercado de mídia gerando oportunidades, canais, segmentações, formatos e métricas, é essencial fazer o uso de soluções que explorem de forma inteligente todos os dados disponíveis.

A transformação de empresas em players de mídia digital

Na Hands Mobile, o ad digital é um serviço oferecido para empresas que querem ingressar como players do segmento. Com sua metodologia e tecnologia proprietária, a MDM (Mobile Data Management), a empresa consegue ajudar clientes a transformar dados, base de usuários e capacidade de ativação em oportunidades de negócios.

“Entender comportamentos para direcionar publicidade é, hoje em dia, um dos ativos mais valiosos. Não à toa é o core business das maiores empresas do planeta. Várias outras operações, de diversos setores, estão enxergando, aqui, uma nova oportunidade de negócios. Porém, existe o desafio do ecossistema de publicidade digital, que pode parecer complexo para os que não estejam nesse mercado”, afirma João Carvalho, CEO da Hands Mobile.

Recentemente, novos players entraram no mundo dos ads digitais, como operadoras de telecomunicações, fintechs, fabricantes de smartphones, e-commerces, marketplaces, super apps e carros conectados. Um destaque é a Amazon, que aposta no segmento e já conquistou uma participação relevante nos Estados Unidos. A Apple, que já teve sua presença no passado com o iAd, está de volta com a reabertura da sua área de ads.

Uma companhia pode se tornar um novo player de mídia digital, a partir da combinação de audiência, capacidade de entendimento de comportamento e possibilidade de ativação. A criação do LG Audience pela fabricante sul-coreana, por exemplo, contou com a Hands Mobile para planejar, desenvolver e implementar a área de audiência que permeia seus aparelhos. A Positivo também criou a sua área de ads, em parceria com a Hands Mobile. O projeto teve como foco desenvolver uma nova linha de receita e monetizar o lifetime value da fabricante nacional. Com a parceria, a Positivo mapeou as oportunidades, criou e implementou a tecnologia proprietária, além de iniciar a venda da sua mídia em canais externos parceiros da empresa brasileira independente de mobile ads e insights.

Além disso, a Hands Mobile já atua há alguns anos com a Claro. Para a marca, foi criado o Push do Bem, uma solução que viabilizou a criação de um marketplace de soluções de publicidade digital e permitiu que os clientes business to business da operadora, como pequenos varejistas, criassem campanhas digitais com ofertas para os usuários business to consumer. Não são apenas as empresas que já possuem todos os ingredientes que podem ser atendidas pela solução. BrMalls e Cielo buscaram o know-how da Hands Mobile para preencher lacunas e viabilizar seus projetos. Entre as soluções e tecnologias disponibilizadas pela empresa de mobile ads e insights, estão a sua DSP (Demand Side Platform), que permite a gestão de inventário e a programação de campanhas; a tecnologia de ativação com formatos especiais, como o push com imagem; e o Inbox, que pode transformar qualquer aplicativo em um mini-marketplace.

“Ajudar as empresas a transformar sua base de usuários em audiências monetizáveis sempre foi nosso core business, mas atuando de ponta a ponta, sendo responsável também pela gestão e comercialização da mídia. Com o novo modelo, empresas podem contratar nossa plataforma, ou mesmo módulos dela, além de nossos serviços, de forma individualizada, e manter a gestão e comercialização dentro de casa”, explica João Carvalho.

Em parceria com a Claro, a Hands Mobile entregou um serviço de divulgação de negócios, o Push do Bem

Tecnologia proprietária customizada e arrojada
Realizar uma estratégia para mobile que vá além de ações para redes sociais e mídia programática é pouco comum, pois formatos nativos para o meio dificilmente são veiculados nas Demand Side Platform (DSP), já que demandam conhecimento e dedicação. Um dos grandes diferenciais da Hands Mobile é, justamente, oferecer essa possibilidade com sua tecnologia proprietária, construída em conjunto e embarcada em aplicativos de grande uso, fabricantes de smartphones e teles. Especializada em dispositivos móveis e no manejo das informações disponibilizadas por tais aparelhos, a empresa proporciona a seus parceiros novas formas de compreender e monetizar suas audiências, até então subaproveitadas. Isso ocorre pelo modelo da reciprocidade, em que se busca uma proposta de valor totalmente atrelada à coleta das informações.

“Somos a única empresa que, além de possuir tecnologia proprietária, representa no mercado a audiência de fabricantes de smartphones e operadoras, além dos apps. Temos um portfólio exclusivo pois trabalhamos, por exemplo, com LG, Positivo, Oi, Claro, Serasa e Clear Channel, entre muitos outros”, explica o CEO da Hands Mobile. Trata-se da plataforma própria Mobile Data Management (MDM), que permite a coleta, análise, tratamento e enriquecimento de dados, com base nas informações disponibilizadas consensualmente pelos usuários dos dispositivos.

Entender os comportamentos dos usuários é essencial para gerar insights e oportunidades diferenciadas de ativação e mídia. Alicerçada em parcerias premium, a MDM e todos os produtos da Hands Mobile trazem qualidade, confiabilidade e transparência, o que permite aos anunciantes definir as estratégias e aprender com acertos e erros. A partir dos insights, é possível conhecer melhor o comportamento de clientes e potenciais clientes, com base em aplicativos, mobilidade e histórico de com- pras; estudar o fluxo de visitas a lojas; monitorar a concorrência; e obter segmentações personalizadas. As audiências podem ser ativadas de forma exclusiva, com elevada segmentação e geolocalização, por meio de formatos como push notifications, media display, rich media, landing pages e mini games mobile. A Hands Mobile também se destaca no licenciamento da tecnologia própria para aplicativos que buscam conhecer melhor seus usuários, qualificando experiência, aumentando engajamento e alavancando negócios, com licenças de software (SDK) e inteligência de dados.

“Oferecer todos esses ativos em uma única empresa permite que agências e marcas tenham uma presença efetiva e diferenciada no mobile, usando um único fornecedor para isso”, diz João Carvalho. É por isso que a Hands Mobile cunhou a mensagem “one stop shop para mobile ads e insights”, uma vez que disponibiliza de forma única tantos serviços diferenciados.

O alcance e assertividade de qualquer solução digital são fundamentais. A Hands Mobile impacta uma audiência de 40 milhões de usuários, com dados de geolocalização, com capacidade de ativação via push notification. Para exibição em display, são 72 milhões de usuários, com possibilidade de ativação em mais de 20 mil aplicativos. Também são gerados insights para 82 milhões de usuários, a partir de dados geolocalizados. “A Hands Mobile tem como estratégia crescer via ecossistema mobile. Por isso, geramos dados e insights que ajudam setores inteiros, como varejo e serviços. Com muitas possibilidades de segmentação, aumenta a eficiência da mídia. As marcas interessadas poderão contratar nossa tecnologia e embarcá-la em seus próprios apps, o que possibilitará, por exemplo, agregar dados de comportamento ao CRM (gestão de relacionamento com o cliente)”, afirma João Pedro Ribeiro, head de novos negócios da Hands Mobile.

A força do mobile no Brasil - Hands

Preparados para qualquer contexto
A pandemia da Covid-19 modificou hábitos e comportamentos dos consumidores. Um estudo da Social Miner junto ao Opinion Box aponta que 7,5% dos brasileiros compraram online, pela primeira vez, durante a quarentena. Foram entrevistados 2004 consumidores a partir de 16 anos, de todas as regiões e classes sociais, em junho de 2020. Nesse contexto, os smartphones tornaram-se bússolas preciosas para entender as novas dinâmicas. A carga exclusiva de dados e inteligência da Hands Mobile foi essencial, para apoiar seus clientes na travessia do cenário adverso.

Em parceria com a operadora Claro, a Hands Mobile desenvolveu no ano passado o Push do Bem, ferramenta de divulgação online de negócios de autônomos, pequenos e médios empresários. Após um cadastro prévio dos interessados, eram enviadas mensagens com ofertas e fotos dos produtos e serviços aos usuários conectados às redes #NET-CLARO-WIFI e Minha Claro Móvel, por meio de geolocalização e push notification nos smartphones. Com isso, o público da região do empreendedor recebeu os anúncios sem sair de casa e podia solicitar a entrega. Não era necessário ser cliente Claro para divulgar.

Cada estabelecimento cadastrado poderia atingir até 5 mil pessoas. “A solução do Push do Bem é um exemplo de conexão da base B2B (business to business) de clientes corporativos da operadora à base B2C (business to consumer) de usuários de smartphones, em busca de promoções e descontos em suas localidades, criando um dinâmico ecossistema de negócios em um momento em que o isolamento social e as restrições de funcionamento impactaram fortemente os negócios”, detalha João Carvalho.

Em 2020, a parceria da empresa de out-of-home Clear Channel e da Hands Mobile resultou na criação da solução Smart Audience, com o objetivo de aprofundar a segmentação e a personalização das campanhas publicitárias veiculadas nas telas e painéis de mídia exterior. A ferramenta permite que a mensagem seja segmentada, de acordo com o público que circula no local naquele momento, com base em critérios contextuais e sociodemográficos, coletados de forma anônima nos dispositivos móveis. “Essa solução exclusiva e inédita no Brasil usa dados mobile, de forma anônima e em tempo real, indicando o perfil da audiência que estará no entorno de cada uma das telas digitais no momento para que a comunicação seja alterada automaticamente”, explica João Pedro Ribeiro.

Junto a uma marca de frios, a Hands Mobile construiu, neste ano, uma campanha com tecnologia que delimitou os supermercados como locais para a contabilização da audiência. Quem estava fazendo compras recebia notificações via push com a promoção de frios. Na prática, as mensagens chegaram àqueles que estavam no momento certo da compra do produto. A campanha obteve uma taxa de clique de 14,5%, na Bahia, e uma taxa média de clique de quase 7%, em todo o Brasil. Em outra frente, a campanha também impactou usuários que estavam a um raio de cinco quilômetros de padarias, obtendo uma taxa média de cliques de 5,5%.

Outra iniciativa própria da Hands Mobile destaca-se: o Farol do Varejo, plataforma que analisa o comportamento de consumidores mobile em visitas a locais e lojas físicas. Com fluxos atualizados diariamente por cidades ou lojas, a ação apoia a retomada do varejo em meio à pandemia com inteligência de dados. Está disponível para todo o território nacional. A ferramenta considera visitantes novos, frequentes e antigos e possibilita, por exemplo, comparação com o fluxo de pessoas na região antes da pandemia, análises do retorno da frequência de pessoas a endereços comerciais, variações de movimento e monitoramentos da concorrência.

A Hands Mobile está disponível para atender clientes de variados portes e segmentos, seja do setor público ou privado, de qualquer local do Brasil. Com atuação em todo o País, a empresa, recentemente, dobrou o time de vendas. “Nossa capacidade de segmentação nos permite um leque bem aberto de clientes, de B2C a B2B, passando pelos mais variados setores”, explica o CEO.

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