Conexão Austin

Manifestar é sobre quem você decide ser

Mas o momento que mais me marcou foi quando ela falou sobre tecnologia e inteligência artificial

Matheus Gugelmim

Sócio e diretor de projetos da Vox Haus 14 de março de 2026 - 19h09

Acabei de sair de uma palestra da Jamie Lee Curtis no South by Southwest e uma ideia ficou muito clara para mim: manifestar não é sobre desejar coisas, é sobre decidir quem você vai ser no mundo.

Ela falou sobre como a manifestação sempre foi importante na vida dela. Não como algo místico, mas como um exercício de intenção. Visualizar caminhos, acreditar nas possibilidades e, principalmente, agir de acordo com aquilo que você quer construir.

Mas o momento que mais me marcou foi quando ela falou sobre tecnologia e inteligência artificial.

Segundo ela, claro que devemos nos abrir para a IA. Essas ferramentas vão tentar ser as melhores versões possíveis de tudo para nós: responder perguntas, facilitar processos, nos ajudar a criar.

Mas ela fez um lembrete simples e poderoso.

No dia em que você morrer, a inteligência artificial não vai se importar.

Porque sistemas querem dados, atenção e dinheiro. Pessoas querem conexão.

Por isso ela deixou um conselho que parece óbvio, mas hoje soa quase revolucionário: faça amigos de verdade.

No fim, legado não é construído pelo tamanho do seu negócio nem pela quantidade de dinheiro que você fez.

Legado é construído por quem você é.

E talvez seja exatamente isso que manifestar significa. Não esperar que algo aconteça, mas escolher diariamente a pessoa que você quer ser no mundo.

Levo essa palestra para o meu coração. Vejo que hoje a Vox Haus está onde está por conta de tudo de bom que manifestei — e, principalmente, pelos verdadeiros amigos que encontrei ao longo do caminho.

Essa palestra fez a chama que me faz acreditar no bem ficar ainda mais forte.