Marketing

Consumo de snacks e bebidas deve subir na Copa 2026

Estudo revela que a maioria dos torcedores prioriza gastos com convivência e não prevê impacto financeiro.

i 7 de abril de 2026 - 12h04

Metade do público pretende elevar consumo de comida e bebida, mas evita gastos estruturais durante o evento (Crédito: Kleber Cordeiro/Shutterstock)

Metade do público pretende elevar consumo de comida e bebida, mas evita gastos estruturais durante o evento (Crédito: Kleber Cordeiro/Shutterstock)

51%  dos brasileiros pretende gastar mais com alimentos e bebidas durante os jogos da Copa do Mundo de 2026. O movimento está ligado ao aumento de encontros entre amigos e familiares para acompanhar as partidas.

De acordo com estudo realizado pela Neogrid/Opinion Box, o foco do consumidor estará em momentos de convivência social e categorias de consumo imediato.

Itens como roupas e acessórios da seleção aparecem como expressão simbólica, já que 24% dos consumidores realizarão investimento em roupas e acessórios. Entre os entrevistados, 20% pretendem gastar com festas e eventos sociais, que funcionam como extensões desse comportamento.

Os eletrônicos aparecem com menor representatividade entre as intenções de compra, com apenas 7% dos entrevistados intencionados a investirem em celulares e/ou televisores.

Por outro lado, 33% afirmam que não terão nenhum gasto adicional por conta da Copa do Mundo.

Apesar da relevância do evento, o levantamento revela que a maioria dos brasileiros não percebem um impacto direto da Copa do Mundo em suas finanças. Quando questionados sobre a influência do torneio em seu cotidiano, 59% relatam não sentir efeitos significativos no planejamento financeiro pessoal ou familiar.

De forma geral, a Copa do Mundo tende a gerar picos de consumo pontuais, concentrados em categorias ligadas à convivência social, ao entretenimento e à expressão da torcida, sem necessariamente representar um aumento estrutural dos gastos ao longo do ano.

Metodologia

A pesquisa “Como os acontecimentos de 2026 impactam o bolso do consumidor” ouviu mais de 1,2 mil brasileiros, total ou parcialmente responsáveis pelas compras do lar, de diferentes classes sociais e faixas etárias a partir de 16 anos.